25
Set 16

 

publicado por José Manuel Faria às 11:22

 

publicado por José Manuel Faria às 10:33

 

publicado por José Manuel Faria às 10:01

 

publicado por José Manuel Faria às 09:59

24
Set 16

Eu quero receber o dinheirinho que CMV me roubou : a taxa de rampa.

Post escrito no momento: 31/03/2007

http://rupturavizela.blogs.sapo.pt/80007.html

publicado por José Manuel Faria às 11:27

 

publicado por José Manuel Faria às 10:20

 

publicado por José Manuel Faria às 09:19

 

publicado por José Manuel Faria às 09:10

23
Set 16

 

publicado por José Manuel Faria às 09:27

  - Para retirar os pruridos actuais e do tempo do Prec. Estamos em 2016!

publicado por José Manuel Faria às 08:42

 

Arquivo: GR-OEO-97.svg

publicado por José Manuel Faria às 08:19

 

publicado por José Manuel Faria às 08:06

22
Set 16

(...) Quem assistiu à última reunião do Executivo Municipal, ou quem acompanhou os rescaldos, percebeu que há uma “bomba relógio” naquela sala que, a qualquer momento, rebenta. A saída de Victor Hugo Salgado da vice-presidência e a retirada de pelouros alterou o ambiente, entre o próprio e o autarca Dinis Costa. Ambos, candidatos à Câmara nas Autárquicas 2017. Pelo menos, assim será, a julgar pela eleição interna no partido de Dinis Costa e pelo avanço de Victor Hugo Salgado como independente. Entre os vários “galhardetes” trocados, surgiu a frase do ex-vice-presidente - “há mais candidaturas dentro da Câmara do que no meu movimento (…) Se eu tivesse “rabo preso” continuava aqui dentro a tentar ser candidato à Câmara quando vocês já têm candidato”. E também a afirmação de Dinis Costa - “para ser candidato, tem que se querer”. Perante isto, quem assiste nas laterais, interroga-se sobre a possível existência de mudanças na candidatura à Câmara da parte do PS? Entrelinhas, os protagonistas deixam escapar “códigos” e cada um que os descodifique à sua maneira, enquanto não chegam as confirmações. Importante, a meu ver, é sossegar ânimos, estamos a um ano das eleições, e ali discute-se gestão autárquica, não política. Há um presente e um futuro importantes para decidir para Vizela e para os vizelenses e aquele é apenas e só o lugar próprio para esse efeito. 

Helena Lopes

Boa semana para todos. 

 

ps: Uma indirecta de VHS para Dora Gaspar?

publicado por José Manuel Faria às 19:11

No decorrer da semana passada, mais precisamente no dia 16 de setembro, partiu, com 71 anos, um grande lutador pela restauração do nosso concelho. Uma figura ímpar da história recente de Vizela, o meu grande amigo Cândido José Oliveira, mais conhecido por Cândido Farrapeiro.
Com este artigo de opinião, quero publicamente agradecer e manifestar os meus sentidos pêsames à família, enquanto testemunha do papel relevante que o Cândido teve na nossa luta autonómica.
Partilhei com ele as “trincheiras da guerra do nosso concelho”, estive ao seu lado em muitos momentos, foi ele que ofereceu o tecido para as primeiras faixas da nossa luta e foi com a sua ajuda que as pintámos e demos vozes aos vizelenses. O Cândido era um homem com “H” grande, destemido e com um grande carácter, alguém que esteve ao lado dos vizelenses na luta da rua que Vizela teve de travar para a restauração do concelho que, sem dúvida alguma, teve como maior marco o 5 de agosto de 1982.
Este é também o momento para lamentar publicamente a forma como a Câmara Municipal de Vizela e em particular o sr. presidente tratou o Cândido na hora do adeus. O presidente da Câmara não esteve presente e nem se fez representar no funeral, não disse umas palavras durante a cerimónia e não homenageou, em nome de todos os vizelenses, a nossa luta, esquecendo uma vez mais quem tanto lutou para que houvesse concelho e que permitiu que ele tenha o tacho que tem hoje. Esta é, uma vez mais, a prova de que o sr. presidente da Câmara quer ser presidente da Câmara para satisfazer os seus interesses pessoais, como dar emprego ao filho na Câmara e a todos os seus amigos, enquanto os nossos filhos têm de imigrar e sair de Vizela.
Não defende a história do nosso concelho, não soube homenagear o Cândido no momento da sua partida e prometeu, mas não cumpriu a promessa, de construir um museu da luta autonómica.
O Presidente da Câmara não defende o património histórico de Vizela, está a deixar degradar o Castelo e deixou destruir o edifício das nossas Termas, autorizando o maior ataque arquitetónico em Portugal, nomeadamente, a um edifício secular e que faz parte da nossa história, fazendo desaparecer o busto do fundador Dr. Abílio Torres, um dos maiores vizelenses de todos os tempos. O presidente da Câmara não defende os recursos naturais do nosso concelho, não resolve definitivamente a questão do Rio Vizela e quem passa em Vizela, verifica que todos os espaços verdes estão mal tratados e abandonados.
O presidente da Câmara não defende as finanças dos vizelenses, nunca em toda a história a Câmara de Vizela teve tantas dívidas e nunca os vizelenses tiveram que pagar tantos impostos.
Vizela em 1998 era a nossa jóia, um diamante por lapidar, uma pedra preciosa bruta, contudo, os últimos anos foram catastróficos a todos os níveis, estou convicto que se a Câmara de Guimarães fizesse metade do que o atual presidente da Câmara de Vizela tem feito ao nosso concelho, já teria havido uma revolução, um novo 5 de Agosto, e muitas manifestações para afastar este presidente.metade do que o atual presidente da Câmara de Vizela tem feito ao nosso concelho, já teria havido uma revolução, um novo 5 de Agosto, e muitas manifestações para afastar este presidente.

José Manuel Pinto Guerra

publicado por José Manuel Faria às 18:52

Resultado de imagem para mariana mortagua

publicado por José Manuel Faria às 11:36

 

19ºC; precipitação 0; Humidade, 83%; Vento, V/2KM/h: Infias (Vizela).

publicado por José Manuel Faria às 08:24

21
Set 16

José Manuel,

Os últimos seis meses têm sido uma grande aventura para a Europa, com o Brexit a expor as fragilidades da UE como nunca antes.

No entanto, ao mesmo tempo o DiEM25 tem vindo a crescer e a consolidar-se, Especificamente:

  • Estamos agora representados em cerca de 18 países, e continuamos a difundir-nos. O mais recente mapa (em baixo) dos Colectivos Espontâneos DiEM25 (DSCs) fala por si!
  • Estamos a fazer novas e importantes alianças, tal como unir forças com o Another Europe is Possible (Outra Europa é Possível), o que nos tornaria uma força de peso num momento em que o Reino Unido e a UE estão em conflito por causa do Brexit.
  • Organizámo-nos. Depois de dois exercícios de democracia interna em grande escala, o plano de como o nosso movimento vai funcionar (os nossos Princípios Organizadores), e as pessoas que vão coordená-lo (o nosso Colectivo Coordenador e o Painel Consultivo) já estão estabelecidos. Já estabelecemos também um estatuto jurídico.

Com o nosso Conselho de Validação agora aberto a nomeações, estamos prontos para a próxima fase. Ao longo dos próximos meses, vamos lançar uma série de medidas ambiciosas - campanhas e eventos para estimular o nosso crescimento pan-europeu.

E, neste momento, estamos a iniciar um outro processo vital para o nosso movimento: desenvolver as nossas propostas políticas para a Europa que queremos. Chamamos-lhe a nossa Agenda Progressiva para a Europa, e José Manuel, precisamos da tua ajuda para a construir!

A nossa agenda é constituída por seis pilares, cada um a ser desenvolvido num processo ascendente, de base, com a ajuda de todos os nossos membros pela Europa fora. Já temos um trabalho bastante desenvolvido em relação ao conteúdo para a Agenda, resultado das duas últimas Assembleias, e o nosso objectivo é completar a primeira metade até Abril de 2017.

Prontos a começar? Óptimo! Visita a nossa página da Agenda Progressiva para a Europa e segue as instruções. Caso tenhas alguma dúvida sobre o processo, envia um email parainfo@diem25.org.

José Manuel, na qualidade de membro do DiEM25, já fazes parte de algo extraordinário. O teu envolvimento activo pode torná-lo histórico.

Carpe DiEM25!

Luis Martín

Coordenador de Comunicação

 

PS: https://www.facebook.com/diem25.portugal

publicado por José Manuel Faria às 19:06

 

Estou a pensar: No meu clube.

O Prof. Doutor Manuel Sérgio, com este artigo escreve um alerta que é um grito à alma: "Belenenses "Levantem-se !!!!"

97 anos de vida (artigo de Manuel Sérgio)
20:21 - 19-09-2016
Nasci, em Lisboa, na freguesia da Ajuda, no dia 20 de Abril de 1933, em madrugada tépida, com os prédios ainda a dormir sobre as ruas silenciosas (se bem interpreto as palavras da minha querida Mãe). Os meus pais, convictos católicos, apostólicos, romanos, nutriam também pelo Belenenses uma incontida simpatia, que se manifestava, por exemplo, nos domingos de tristeza resignada, quase repousante, em que o Belenenses perdia.

Quando nasci, já o Belenenses era um jovem que empolgava pelos seus desempenhos, nomeadamente nos campos de futebol. Meu pai esboçava um sorriso vagaroso de felicidade, ao lembrar os nomes do Júlio Morais, do Alfredo Ramos, do João Belo, do José Luís, do Rodolfo Faroleiro, do Joaquim de Almeida, do Silva Marques, do Pepe, do Augusto Silva, do Carlos Rodrigues, do João Tomás, treinados por Artur José Pereira – que foram, todos eles, campeões de Lisboa e de Portugal, na época desportiva de 1928/29. De todos se distinguia, pela sua classe invulgar, o Pepe. Era instintivamente jogador de futebol - que transparecia na formidável mocidade, na gaiatice, como fintava e driblava e rematava. Faleceu de intoxicação alimentar, no dia 24 de Outubro de 1931. A propósito, a direção do Belenenses escreveu no seu relatório:

“Durante a gerência que acaba de findar, sofreu o nosso clube o mais rude golpe de toda a sua existência, com a morte do glorioso internacional e olímpico, o nosso querido amigo e jogador, José Manuel Soares, mais conhecido por Pepe. O seu desaparecimento precoce abriu uma lacuna irreparável, não só no nosso clube, como na nação inteira, que perdeu um dos melhores atletas das suas embaixadas desportivas. Do estrangeiro recebemos também sentidas condolências, o que demonstra o apreço e a popularidade do nosso desventurado Pepe”. De salientar que este jogador marcou 7 golos, nas 12 vezes em que foi internacional.

No dia da morte do Pepe, já o Belenenses completara 12 anos de existência. Com efeito, por força do sonho e da vontade de Artur José Pereira (1889-1943), um grupo de amigos, da Ajuda e de Belém, reuniram-se, numa tépida noite dos fins de Agosto de 1919, na Praça Afonso de Albuquerque, em Belém. Eram eles: o referido Artur José Pereira, acompanhado do seu irmão Francisco Pereira e ainda Henrique Costa, Carlos Sobral, Joaquim Dias, Júlio Teixeira Gomes, Manuel Veloso e Romualdo Bogalho. O Artur, com uma alegria incontida a estourar-lhe do rosto, manifestou-lhes o sonho que o animava: criar um clube de futebol, que representasse a zona ocidental de Lisboa. A ideia foi acolhida por todos com tamanha simpatia que em 23 de Setembro e 2 de Outubro do mesmo ano, duas sessões distintas da mesma Assembleia Geral, no “Belém Clube”, na Calçada da Ajuda, foi decidido por todos os presentes (76 pessoas) oficializar o nascimento do Clube de Futebol “Os Belenenses”.

A ponto foi o interesse que acompanhou os primeiros dias de vida do Clube da Cruz de Cristo que não lhe faltaram atletas para constituir a sua principal equipa de futebol, constituída com os jogadores seguintes: Mário Duarte, Joaquim Rio, Carlos Sobral, Francisco Pereira, Aníbal dos Santos, Manuel Veloso, Arnaldo Cruz, Alberto Rio, Edmundo Campos, Romualdo Bogalho e Artur José Pereira. “Em 19 de Junho de 1921, o Belenenses, comandado por Artur José Pereira, depois de eliminar o Vitória de Setúbal e o Carcavelinhos, venceu na final o Sporting Clube de Portugal e conquistou a valiosa Taça (das mais valiosas Taças até hoje disputadas em Portugal) “Mutilados da Guerra”. Este foi o primeiro troféu, ganho pelo Belenenses e que se encontra, em lugar de honra, na Sala da Direção do Clube” (Acácio Rosa, Factos, Nomes e Números do Clube de Futebol “Os Belenenses”, 2º. Volume, p. 20).

Artur José Pereira, sem menoscabo de tanta gente ilustre que, em 1919, imediatamente se colocou ao seu lado, aderindo às suas ideias, como o Dr. Virgílio Paula, o engenheiro Reis Gonçalves, o Júlio Teixeira Gomes, etc., etc., por todos foi (e é) considerado o fundador do Clube. Para além de um futebolista de excelência (o Cândido de Oliveira frequentemente aludia à sedução do seu futebol, de um excecional recorte técnico) realizou, no amanhecente futebol português daqueles anos já distantes, um tipo humano de superior dignidade, podendo apontar-se, hoje, sem receio, como um exemplo de inalterável elegância mental e moral. Deixou a prática do futebol, em 26 de Março de 1922 e, em Fevereiro de 1925, assumiu o cargo de treinador de futebol do Belenenses, o que mais o impôs como “figura de proa” do seu Clube, pois que, como líder da equipa, o Belenenses foi campeão de Lisboa, finalista do campeonato de Portugal e, no ano seguinte, campeão de Portugal.

Homem modesto e honrado, não possuindo património, quando em 1937 adoeceu gravemente, foi Cândido de Oliveira o seu substituto – Cândido de Oliveira que, mensalmente, oferecia ao Artur o vencimento que recebia do Belenenses. Esta é uma das páginas mais belas que a História do Clube da Cruz de Cristo nos oferece! Quantas pessoas não ficaram devendo ao fundador do jornal A Bola a palavra que ilumina, o exemplo que orienta, o conselho que ampara, o perdão que redime!... Até à década de 70, o Belenenses foi campeão nacional uma vez, ganhou Taças de Portugal e tinha o suficiente prestígio internacional para merecer o convite do Real Madrid à inauguração do Estádio de Chamartin. É verdade: foi com um jogo Real Madrid-Belenenses que o principal clube da capital espanhola fez a festa da inauguração do seu estádio.

Ainda na década de sessenta, na sede do Belenenses, que então se situava na Avenida da Liberdade, em Lisboa, assisti a uma conversa, entre o Dr. Vale Guimarães e o comodoro Eduardo Scarlatti, dois belenenses ilustres, que me deixou a pensar. Era uma tarde de inverno, o céu empalidecia rapidamente. Eduardo Scarlatti, rosto redondo, sem protuberâncias ósseas, do qual pendiam as orelhas diáfanas e cerúleas, disse, grave e pausadamente, ao Dr. Vale Guimarães, ao mesmo tempo que, de soslaio, olhava para mim com amistosa sobranceria: “O Belenenses não é suficientemente grande para aguentar o impacto tremendo do profissionalismo”. Eu, no recato da minha insignificância, repeli a ideia, mas hoje reconheço que o comodoro Scarlatti tinha razão. A repetição exaustiva, massacrante do ensalmo doía-me (“o Belenenses não é suficientemente grande para aguentar o impacto do profissionalismo”).

Luís Figueiredo

 

 

publicado por José Manuel Faria às 11:47

 

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Se estivesse atento via que a pessoa em causa é o ...
Os "macaquinhos" estão na sua cabeça: "José Manuel...
O Zé manel tem tanto tempinho e é tão inteligente...
Não se pode dar muita importância a estas picardia...
Ó professor, corrija lá o nome do autor do artigo....
"Uma indirecta de VHS para Dora Gaspar?"Não admir...
E não tem, é tipo moço de recados.
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