publicado por jmvfaria às 23:50 link do post
"O edil diz ainda que “falta experiência autárquica ao Governo” e criticou fortemente as avaliações que estão a ser feitas pelas Finanças dizendo que “as avaliações são uma charada”. “Temos um funcionário da Câmara nas Finanças a fazer o quê?”, atirou Dinis Costa."
O líder da «Aurora Dourada», partido da extrema-direita grega, voltou a chocar o país ao negar a existência do Holocausto.
Em declarações à televisão MEGA, Nikos Michaloliakos afirmou: «Não havia fornos, é uma mentira. Também não havia câmaras de gás». Acrescentou que a existência de seis milhões de judeus mortos é «um exagero» e que «morreram muitas pessoas de diferentes nações em campos de concentração alemães, tal como muitos japoneses morreram em campos americanos».
O campeonato da II Liga a 22 clubes -seis deles equipas B dos principais emblemas-, vêm engrossar o pelotão e fazerem alterar a normalidade do torneio: as B colocam jogadores na A e vive -versa, as B não sobem de divisão - era curioso ver a seis jornadas do fim, as B ocuparem os seis lugares de cima e a consequente verdade desportiva a estatelar-se no fundo do precipício. Este "sistema" é venenoso para todos os clubes: os que querem subir e os que lutam para não descer. Depois não se queixem.


A Declaração Universal dos Direitos dos Animais foi apresentada pela UNESCO em 15 de Outubro de 1978. No entanto, a mesma nunca foi aprovada e não tem qualquer valor legal nem oficial, é apenas uma declaração de princípios.
PREÂMBULO
- Considerando que todo o animal possui direitos;
- Considerando que o desconhecimento e o desprezo destes direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza;
- Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo;
- Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros;
- Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante;
- Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais;
PROCLAMA-SE O SEGUINTE:
"Artigo 1º
Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.
Artigo 2º
1. Todo o animal tem o direito a ser respeitado.
2. O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais.
3. Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à protecção do homem.
Artigo 3º
1. Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a actos cruéis.
2. Se for necessário matar um animal, ele deve ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia.
Artigo 4º
1. Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.
2. Toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito. (...)"

A Assembleia Municipal de Vizela em Junho, obrigatoriamente, discutirá a Lei da Reforma Administrativa a ser aprovada (especialidade) em Julho. Não esquecer a posição das Assembleias de Freguesia que deverá “influenciar” a da AM.
Entretanto a 14 de Maio, sensivelmente a um mês dessas importantes decisões, os partidos políticos (Concelhias) à excepção do PCP continuam num violento silêncio.
Estratégia ou táctica política?
Num jogo louco (2 golos após os 90 )o City de Manchester venceu e é o Campeão Inglês.

"Pedro Passos Coelho ficou com o estigma de ter dito uma tolice. Louçã, Seguro, Jerónimo caíram-lhe em cima. Estigmatizaram Passos Coelho. Mas, sabem?, eu estou-me nas tintas para os estigmatizadores e, até, para os estigmas. O meu problema é a tolice. A tolice dita: "Despedir-se ou ser despedido não tem de ser um estigma, tem de representar também uma oportunidade para mudar de vida." A tolice repetida: "Estar desempregado não pode ser, para muita gente, como é ainda hoje em Portugal, um sinal negativo." E ainda a tolice servida com dose de hipocrisia: "[Os desempregados] perceberão que terão, por parte do Estado, o apoio devido para se prepararem para um futuro." Tudo frases de Passos Coelho, e eu diria que também me estava nas tintas para o estigmatizado que disse as tolices, não fosse a última versão - garantindo "por parte do Estado, o apoio devido" - ser cínica, porque veio de um primeiro-ministro. Dito isto, o problema é a tolice. É que o problema do desemprego não é o estigma - é mesmo o desemprego. É que o problema não é de como se olha o desempregado ou de como ele se sente olhado - é ele não ter uma coisa: trabalho. Não essa ideia, não. Essa coisa. Do que menos precisamos é de um primeiro-ministro armado em psicólogo. Queremos um primeiro-ministro que trate das coisas. Podia começar por isto: arranjar quem lhe corrija os discursos. Sem receio que isso cause estigmas em alguns inúteis."

Carolina Dieckmann