21
Out 17

 

publicado por José Manuel Faria às 12:07

 

publicado por José Manuel Faria às 11:38

20
Out 17

"Mário José Oliveira renova mandato presidencial que vem de 2005. No executivo é acompanhado por António Castro, Clarisse Cunha, Manuel Maria e João Ribeiro todos eleitos pelo Movimento Vizela Sempre - Victor Hugo Salgado Independentes.

A Mesa da Assembleia continua presidida por José Carlos Sousa e com as secretárias Vania Costa e Tatiana Freitas todos do Movimento Vizela Sempre.
Nuno Faria, cabeça de lista do PS, apresentou uma candidatura à mesa da assembleia que foi derrotada por um voto de diferença (6-5) tendo-se registado dois votos brancos que poderão ter sido das representantes da Coligação Por Vizela PSD-CDS em função do acordo pós-eleitoral entre esta força política e o Movimento Vizela Sempre."

DDV

publicado por José Manuel Faria às 18:21

 

publicado por José Manuel Faria às 11:53

 

Dezenas de anos de políticas de abandono 
das florestas! Dezenas de anos de subordinação dos governos de direita e de esquerda às celuloses!

 

O povo está chocado e indignado com a tragédia que se abateu sobre Pedrógão Grande e as circunstâncias em que 64 pessoas perderam a vida, 47 das quais colhidas pelas chamas dos eucaliptos plantados à beira da Estrada Nacional nº 236-1 por onde circulavam.  O Presidente da República e António Costa, em “encenações mediáticas”, procuraram diluir responsabilidades e encontrar “bodes expiatórios”, para esta tragédia que horrorizou e enlutou o país. É o resultado de dezenas de anos de políticas de abandono das florestas e de desprezo pelas populações rurais, de políticas de desordenamento e desertificação do interior, de políticas de desmantelamento dos serviços públicos (Serviços Florestais), de políticas de floresta “desenhadas” à medida e no interesse das celuloses — por parte dos sucessivos governos de direita e de esquerda. Os sucessivos governos, de direita e de esquerda, são os principais responsáveis. Pode-se aceitar que se subordine o património florestal, aos interesses das celuloses, colocando, inclusivamente, em risco os bens e a vida das pessoas? Os interesses das populações e a vida das pessoas estão primeiro lugar! O que se espera dos deputados é que, com carácter de urgência, deliberem no sentido de exigir ao Governo de António Costa que assuma o compromisso escrito, visando: ‣ Suprir, até ao final de 2017, os recursos financeiros, a todas as populações atingidas, que lhes permitam reconstituir, integralmente, o respectivo património, total ou parcialmente, destruído; ‣ Reabertura dos serviços públicos encerrados, nas cidades e vilas do interior; ‣ Medidas que garantam o escoamento dos produtos agrícolas e florestais a preços justos, nomeadamente do material lenhoso queimado; ‣ Revogação da lei que liberaliza a plantação de eucaliptos; ‣ Proibição do aumento da área de eucaliptal; ‣ Atribuição da propriedade e gestão, tanto dos baldios como dos terrenos abandonados, às comunidades locais, para seu usufruto exclusivo; ‣ Proibição da permuta de eucaliptais ou de qualquer outra forma de concentração; ‣ Criação de incentivos compensatórios aos produtores florestais que plantem espécies autóctones, resistentes ao fogo, para protecção dos bens e da vida das populações; ‣ Abertura de corredores de acesso às florestas e criação de faixas de protecção entre a floresta, as estradas e o meio urbano; ‣ Reactivação dos Serviços Florestais, repondo os efectivos do corpo de guardas florestais, recolocandoos no terreno em acções de prevenção, fiscalização e vigilância; ‣ Criação das equipas de sapadores florestais em falta e construção/reparação das redes viárias primárias e secundárias que garantam, às populações, acessibilidades em segurança.
E, finalmente, a Ministra foi demitida.

José Manuel Faria

rádio vizela

publicado por José Manuel Faria às 11:28

19
Out 17

"João Ilídio Costa abordou nomeação do Coordenador Municipal da Proteção Civil

A sessão foi antecedida por um minuto de silêncio em homenagem às vítimas dos incêndios. Tragédia que não foi esquecida no período de intervenção dos vereadores, com o vereador do PS, João Ilídio Costa, a afirmar que esta deverá ser alvo de reflexão para que sejam impulsionadas novas ações de forma a fomentar a sua prevenção. Uma discussão que, no entender do vereador, não se deve restringir ao nível da Administração Central, sendo de elevada importância que a mesma se faça também ao nível local. Desta feita, João Ilídio Costa quis saber se o presidente Victor Hugo Salgado “irá manter a promessa realizada em maio de 2016, em reunião de cariz privado, no que toca à nomeação do Comandante Municipal da Proteção Civil”, figura que, entretanto, foi substituída, face à alteração da lei, pelo Coordenador Municipal da Proteção Civil”. Quer ainda saber o vereador do PS em que moldes terá lugar a criação da equipa municipal de sapadores florestais, medida que constava do programa eleitoral do Movimento Vizela Sempre.

Em resposta, Victor Hugo Salgado começou por dizer que já esta semana esteve reunido com a Direção da Real Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Vizela (RAHBVV), numa sessão em que também estiveram representados os restantes Órgãos Sociais da instituição. De acordo com o presidente da CMV, a reunião serviu para analisar a participação da autarquia no financiamento da RAHBVV mas, também, para abrir novos canais de diálogo, isto numa altura em que a associação se encontra a elaborar o Orçamento para 2018.

Depois de reconhecer que são escassos os meios que a CMV dispõe ao nível da Proteção Civil, Victor Hugo Salgado adiantou que foram articuladas várias situações, com o objetivo da CMV passar a acompanhar a atividade dos Bombeiros de forma mais presente e permanente, o que incluirá a criação de uma sala de controlo de operações.

Sobre as questões concretas levantadas por João Ilídio Costa, Victor Hugo Salgado lembrou que o atual Executivo só iniciou a sua atividade na autarquia na última segunda-feira e que está, nesta altura, a trabalhar no projeto que sairá dos dois programas implícitos no acordo pós-eleitoral assinado com a Coligação. Desta feita, assumiu ser ainda precoce assumir qualquer decisão. “Mas, é claro, que [o programa] é para cumprir, adaptando-o numa ou outra situação, ao funcionamento da CMV”, sublinhou o autarca.

Considerando estar em debate o futuro de Vizela, no que à Proteção Civil diz respeito, o vereador João Ilídio Costa afirmou estranhar a ausência do Comandante da RAHBVV, Paulo Félix, na referida reunião. Ao que Victor Hugo Salgado respondeu, dizendo que coube à Direção da RAHBVV definir a comitiva que se deslocou à sede da autarquia. Situação que não obteve a concordância de João Ilídio Costa, que entende que caberia à edilidade indicar quem devia estar presente na reunião.

No final, à Rádio Vizela, João Ilídio Costa referiu que trouxe esta temática à primeira reunião, porque entende que o concelho não está completamente salvaguardado,

em relação ao que aconteceu no país: “Isto porque a Proteção Civil nunca cuidou devidamente da nossa floresta, [possibilitando] a construção de habitações sem o mínimo de proteção em relação às áreas que a lei determina”. Já Dora Gaspar afirmou que ouvir o presidente da CMV “abrir a porta à adaptação dos programas eleitorais à realidade da autarquia, que este conhece muito bem, é o mesmo que dizer que não os vai cumprir”.

Por sua vez, também no final da reunião, Victor Hugo Salgado veio dizer que será necessário alargar a relação existente entre a CMV e a RAHBVV, que “até agora era limitada aos setores financeiro e protocolar” e que, nesse sentido, a reunião tida com a atual Direção foi bastante produtiva. “O objetivo é partir para os aspetos mais funcionais, o que constituirá uma mais-valia para todos os vizelenses”, acrescentou.

Fátima Andrade vai propor Sindicância às Contas Municipais

Ainda no período antes da Ordem do Dia, tomou da palavra Fátima Andrade. A vereadora da Coligação PSD-CDS/PP veio dizer que na próxima reunião irá apresentar uma proposta, na qual será solicitada uma sindicância às contas municipais, indo de encontro a uma das bandeiras da Coligação nesta última campanha eleitoral. “Entendemos que devemos começar pelo solo. Recordo que andámos quatro anos agarrados a um PAEL, com consequências gravíssimas para os vizelenses, nomeadamente com os impostos no máximo”, acrescentou, no final, Fátima Andrade, em declarações à Rádio Vizela.

Do lado do Executivo, Victor Hugo Salgado afirmou que também é sua intenção avançar para uma auditoria externa e que terá em vista não só a avaliação das contas mas também a fiscalização dos procedimentos internos de funcionamento. Afirmou ainda que esta é uma decisão que havia assumido já no passado e que havia solicitado ao anterior presidente Dinis Costa. “Na altura em que assumi funções na CMV, com a pasta financeira, pedi três auditorias, em três períodos distintos, e o Sr. Presidente recusou. Agora vou fazê-las para uma análise aprofundada da CMV, para perceber como chegamos aqui, como estamos a trabalhar e que soluções temos a apresentar. Mas, fundamentalmente, para conhecer o fundamento de uma dívida de curto prazo, que aumentou em três anos de cerca de 3 para 16 milhões de euros”, acrescentou no final, em declarações à Rádio Vizela.

Dora Gaspar solicitou maior antecedência no agendamento das reuniões

Ainda não se tinha entrado na Ordem do Dia e já a vereadora do PS havia afirmado que o Executivo de Victor Hugo Salgado havia incorrido numa ilegalidade, uma vez que a reunião não havia sido agendada com a antecedência das 48 horas prevista no Regimento. Desta feita, solicitou para que as regras fossem cumpridas mas também para que seja disponibilizado aos vereadores da oposição o tempo necessário para que possam estudar devidamente a agenda de trabalhos. “Espero que esta ilegalidade não se perpetue e que as oposições sejam tratadas como o foram no mandato anterior”, afirmou Dora Gaspar.

Nesta situação, Victor Hugo Salgado pediu para que fossem tidas em conta as circunstâncias em que decorreu esta primeira reunião, que teria de acontecer cinco dias após a tomada de posse, um período que coincidiu com a entrada de um novo Executivo, tendo este precisado dos primeiros dias para levar a efeito alguns procedimentos indispensáveis ao início das suas funções na CMV. “Em causa estiveram apenas algumas horas. A nossa preocupação foi colocar a CMV em funcionamento, porque, pela primeira vez, há uma alteração de fundo no Executivo”, salientou, no final, o autarca.

Da Ordem de Trabalhos e na primeira proposta, constava a proposta de delegação de competências no Presidente da CMV e que foi aprovada por maioria. Registou-se a abstenção dos vereadores Fátima Andrade, João Ilídio Costa e Dora Gaspar. De acordo com Victor Hugo Salgado, em relação ao mandato anterior, a competência financeira do Presidente reduzirá de 748 para 149 mil euros, porque entende que é em sede de reunião de Câmara que as decisões devem ser tomadas.

Seguiu-se depois a proposta de fixação de vereadores em regime de meio tempo. Victor Hugo Salgado designou dois vereadores a tempo inteiro (Agostinha Freitas e Jorge Pedrosa) e um vereador a meio tempo (Joaquim Meireles). A proposta foi aprovada por maioria. Contou com a abstenção de Fátima Andrade e os votos contra dos vereadores do PS.

Para justificar a sua tomada de posição, Dora Gaspar citou entrevistas concedidas por Victor Hugo Salgado e Jorge Pedrosa ao JN, artigos de opinião publicados no RVJornal e frases proferidas em comícios de campanha eleitoral, nos quais foram sendo visíveis as diferenças que existiam, na altura, entre os candidatos do Movimento Vizela Sempre e da Coligação, não aceitando, por isso, que estes pudessem, numa semana e meia, chegar a um acordo pós-eleitoral. A vereadora lembrou ainda que, no último ano e meio do mandato, o PS teve de governar em maioria e que, mesmo sim, fez aprovar um Orçamento, uma Prestação de Contas, a saída do PAEL e a descida, por duas vezes, do IMI. “Entendemos ainda que este é um acordo que veio fragilizar a Coligação, o que já foi notório no sábado aquando da eleição para a Mesa da Assembleia Municipal”, salientou Dora Gaspar. E João Ilídio Costa acrescentou: “É um contrassenso. Não compreendo a posição do Dr. Jorge Pedrosa”. O vereador do PS lembrou que a atribuição de pelouros ao vereador da Coligação é um direito que assiste ao Executivo, mas que tal decisão acarretará mais custos. “Mas qual foi o teor do acordo? É de justiça que os vizelenses tomem conhecimento do conteúdo do mesmo”, defendeu ainda João Ilídio Costa.

Sentindo-se implicada na discussão, Fátima Andrade também se quis dirigir aos presentes, dizendo que a sua situação na CMV é “bastante delicada”. “Mas garanto que não preciso de tachos, apenas preciso de trabalhar em prol dos vizelenses. Sou independente, mas enquanto estiver na Coligação vou cumprir sempre com a minha palavra”, afirmou a vereadora. Já no final, adiantou que a não atribuição de pelouros foi lhe justificada com “o não aumento da despesa”.

Em relação às orientações de voto dos vereadores eleitos pela Coligação, estes já manifestaram diferenças nas votações desta manhã. “Isso tem a ver com a minha liberdade. Só com a liberdade de me exprimir e fiscalizar é que assumi este cargo. Serei uma das pessoas que vai fiscalizar as Contas deste concelho”, prometeu Fátima Andrade.

Perante as questões levantadas, Victor Hugo Salgado afirmou que o acordo foi dado a conhecer publicamente e que os seus motivos foram expressos na cerimónia de tomada de posse do último sábado. Garantiu ainda que este estará plasmado no documento de delegação de competências que amanhã fará chegar a toda a vereação. “Na campanha eleitoral muita gente se pronunciou, mas no final quem se pronunciou foram os vizelenses que disseram que não criam mais o passado nem o PS”, acrescentou o presidente da CMV. Dora Gaspar não se confinou ao silêncio: “Mas os vizelenses também não disseram que queriam ver o Movimento com maioria e a Coligação a governar”.

No final, à Rádio Vizela, o presidente da CMV, acrescentou que “não há qualquer problema em tornar público este acordo, que assenta, sobretudo, na delegação de competências que define os meios pelos quais foi assegurada a estabilidade da autarquia”.

Próxima sessão agendada para 31 de outubro

Esta manhã, a vereação debruçou-se ainda sobre a indicação do representante do Município na Assembleia-geral da Vimágua. “Estou expectante pela votação de Jorge Pedrosa, uma vez que a Coligação foi sempre contra a criação da Vimágua, tendo no início do último mandato se abstido nesta proposta”, atirou Dora Gaspar. A proposta acabou aprovada por maioria. Apenas houve uma abstenção por parte de Fátima Andrade.

Por unanimidade foram aprovadas as propostas de fixação de seguro de acidentes pessoais para o presidente e os vereadores do Executivo Municipal, bem como as propostas de dispensa da leituras das atas e de abertura de contas bancárias tituladas pelo Município. As reuniões do Executivo Municipal passarão a realizar-se às terças-feiras, pelas 10h00. A próxima sessão está agendada para o dia 31 de outubro.

Rádio Vizela

publicado por José Manuel Faria às 17:38

 

publicado por José Manuel Faria às 11:42

18
Out 17

 

publicado por José Manuel Faria às 19:45

 O novo presidente Victor Hugo Salgado vai delegar competências aos vereadores com pelouros que são discutidas pelos sete membros que compõe o novo executivo da Câmara Municipal. Esta quinta-feira pelas 10h30.


A reunião decorrerá no edifício-sede do Município, sito na Praça do Município, pelas 10 horas.

DDV

publicado por José Manuel Faria às 12:03

 

publicado por José Manuel Faria às 11:29

17
Out 17

 

publicado por José Manuel Faria às 23:27

 

publicado por José Manuel Faria às 12:38

 

publicado por José Manuel Faria às 12:35

16
Out 17

"Novo Presidente reúne ao início da tarde no edifício da Câmara Municipal com cerca de 300 funcionários da Autarquia vizelense na sua primeira reunião como Presidente depois de ter tomado posse no sábado. Há 18 meses, era exonerado pelo presidente Dinis Costa de vice-presidente e de vereador com pelouros.

Para quem viu o filme Ben-Hur, há aqui ligeiras semelhanças. Nessa fita cinematográfica, Messala, que pretende ser centurião-mor, condena Judá às galés, expulsa-o da Judeia, mas este regressa a Roma pela porta grande como herói.
Victor Hugo foi "expulso", em maio de 2016 da Câmara e de imediato montou o seu "exército" (Movimento Vizela Sempre) que lhe garantiu a vitória eleitoral a 1 de outubro.
Diz ter passado dias amargos com a exclusão, mas que regressa feliz pela vitória «sem pensar em vinganças» e disposto a trabalhar pelo concelho de Vizela e pelos vizelenses.
Todavia, por inerência, a sua vitória eleitoral originou o afastamento de quem o afastou e outros que para tal contribuíram.
A tal roda da vida?!
A exoneração ocorreu depois de Victor Hugo Salgado ter disputado eleições internas no PS contra Dinis Costa.
O vereador e vice-Presidente da Câmara soube por email que tinha sido exonerado ficando sem pelouros, sem a vice-presidência e sem salário.

VEREADORES PRESENTES
Os chineses usam um provérbio popular que diz: «Não desdenhes a serpente por não ter chifres pois quem sabe ela não se tornará num dragão"
Hoje, para Victor Hugo Salgado (um dos mais jovens presidentes de Câmara do País com 40 anos) é o primeiro dia na cadeira presidencial da Câmara Municipal, autarquia de onde foi «empurrado» em maio de 2016.
Os vereadores com pelouros Joaquim Meireles, Agostinha Freitas e Jorge Pedrosa também deverão estar presentes na apresentação aos funcionários municipais.
Começa uma nova era. Que seja profícua para todos os vizelenses e se enterrem de vez machados de guerra que todas as campanhas eleitorais levantam"

digital de vizela

publicado por José Manuel Faria às 11:59

 

publicado por José Manuel Faria às 11:53

15
Out 17

Há diabos (criminosos incendiários) em Portugal. A Natureza não é a culpada, é sim, o bode expiatório.

publicado por José Manuel Faria às 23:18

 

publicado por José Manuel Faria às 19:04

 

publicado por José Manuel Faria às 10:56

14
Out 17

 

 

 

Depois das eleições, a vereadora diz que a Coligação foi abordada pelo Movimento Vizela Sempre e que vários cenários foram equacionados, sendo que “um acordo para uma solução de governação se colocou como o mais plausível”, desde que este respeitasse todos os elementos da Coligação, bem como o seu programa eleitoral.

Diz agora Fátima Andrade que das propostas apresentadas por Jorge Pedrosa, em nome da Coligação, constava a aceitação por parte de Victor Hugo Salgado da inclusão no novo Executivo dos dois vereadores eleitos pela Coligação com pelouros atribuídos. “Quanto à Assembleia Municipal e às freguesias, o acordo seria estudado caso a caso, conforme o interesse daquelas e dos eleitores”, salienta a vereadora, acrescentando que esta proposta foi recusada. E acrescenta: “O Movimento mostrou-se inflexível e insistiu na atribuição de pelouros a um só vereador da Coligação, obrigando a que a outra vereadora eleita se mantivesse ao lado do Movimento, muda, de pés e mãos atados, como é bem entendível. Jorge Pedrosa aceita o acordo imposto por Victor Hugo Salgado, ficando como vereador com pelouros atribuídos, pelouros esses que em nada dignificam a Coligação, nem a esta darão visibilidade ou oportunidade de mostrar o trabalho de qualidade que poderia realizar em prol dos vizelenses””. “Victor Hugo Salgado consegue os seus intentos a troco de quase nada”, continua Fátima Andrade.

Desta feita, a vereadora que esteve quatro anos na oposição, como líder do Grupo da Coligação na Assembleia Municipal, afirma não “se ver nunca no lugar do objeto decorativo que lhe propunham atribuir”, referindo agora, abertamente, que não está de acordo com o que foi estipulado entre as duas forças políticas e que nem tão pouco se revê na forma e conteúdo da solução encontrada.

Vereadora da Coligação decide exercer cargo para o qual foi eleita

Entre renunciar ao mandato e entregá-lo ao elemento a seguir indicado na lista de candidatos da Coligação (José Abreu), ficar como vereadora independente na oposição ou aceitar o mandato que lhe foi confiado pelos vizelenses, como vereadora da Coligação, Fátima Andrade decidiu-se pela terceira opção. Afirma que o fará “com total liberdade para fiscalizar, pensar, propor e defender o programa que melhor servir os interesses dos vizelenses”.

Já a terminar, a vereadora diz que a solução encontrada visa mostrar que “é possível estar na política de forma desinteressada, prontos a servir aqueles que em nós confiaram o seu voto”. “É assim que eu estarei, disposta a pugnar por uma vida melhor para os vizelenses, como sempre o fiz”, remata.

Rádio Vizela

publicado por José Manuel Faria às 17:59

Venceu a Lista A (MVS/VHS/PSD/CDS) de Fernando Carvalho com 16 votos, tendo a Lista B (PS de Carlos Alberto) arrecadado 7 votos. 1 voto em branco e 1 nulo. Do Movimento votaram 11 elementos, da Coligação, 8 elementos, e do PS, 6 elementos.

publicado por José Manuel Faria às 17:17

Outubro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9


22
23
24
25
26
27
28

29
30
31


Visitas
Visitor Counter
comentários recentes
“Mas os vizelenses também não disseram que queriam...
"E, finalmente, a Ministra foi demitida."Assunto r...
ZMF o Srº a dizer mal e a criticar sentadinho num...
Anónimo a 20 de Outubro de 2017 às 18:54 Jorge É J...
Ó seu palerma, este JP é Jorge Pedrosa. Burrice te...
Coitados, a outra/o quando estava na CMV a mandar ...
Cuidado que este JP pode ser João Polery e não é p...
Ahahhahahaah grande lata esta Dora, exigir!!!!!!!!...
Sr. Anónimo acha mesmo que o José Manuel Faria vai...
A Vereadora Fátima Andrade se tivesse entrado tal ...
subscrever feeds
mais sobre mim

ver perfil

seguir perfil

10 seguidores

pesquisar neste blog
 
Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

blogs SAPO