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Ago 07

O PS e o Bloco de Esquerda chegaram a um acordo político que prevê a elaboração conjunta dos planos e orçamentos da Câmara de Lisboa (CML) para os próximos dois anos, anunciaram os dois partidos.

Este acordo não foi fácil de concretizar internamente no BE e é compreensível, a auto-denominada ala esquerdista discordou e tornou pública essa discordância.

Por minha parte dou o aval, o PS concordou com parte das propostas do BE, a CML necessita de governabilidade e de mais dois vereadores, porque não os do PCP? Se estes não aceitarem "avançará" Roseta!

O BE para crescer tem de mostrar as diferenças relativamente aos "suspeitos do costume".

Adenda: Roseta não aceita coligação.

publicado por José Manuel Faria às 20:19

5 comentários:
Era a coligação mais "normal"...
Márcio a 1 de Agosto de 2007 às 22:20

Tu insistes, Zé. E contra todas as evidências, vais continuar a insistir, porque acima das evidências colocas as conveniências de uma lógica que visa "provar" que o PCP é exactamente como o vês e não como de facto é e isso alivia a tua alma de comunista desencantado.

E no entanto podes esperar sentado: não houve e não vai haver qualquer acordo do PCP com o PS na CML. Tão certo como tu te chamares José Manuel Faria.
igrejavelha a 2 de Agosto de 2007 às 11:00

O PCP esteve anos a fio coligado com o PS em Lisboa e combatia as políticas de direita dos governos PS ou PSD.

Até em Braga com o Mesquitismo o PCP aceitou pelouros.

Desta vez não quer, problema do PCP.
José Manuel Faria a 2 de Agosto de 2007 às 13:48

Nem mais nem menos, caro Zé Manel , o problema é do PCP.

Antes, em Lisboa, o PCP fez um acordo pré-eleitoral com o PS, do qual nasceu um programa comum. Este modelo não se pode comparar nem confundir com um acordo pós-eleitoral, como o agora celebrado em Lisboa, como facilmente se compreende.

Em Braga, o PCP não fez nenhum acordo, mas aceitou pelouros sem compromissos recíprocos.

Eu creio, amigo Faria, que estaremos de acordo sobre as vantagens de um acordo que origine um programa do que com um outro que se limita a remendos, deixando de fora a maior parte das propostas e ideias. Mas, o que a vida política demonstra é que mais importante que tudo o resto é a natureza e qualidade das propostas, o seu mérito intrínseco e que sectores da população delas beneficiam. Como te recordarás ainda é assim na CDU e eu acho que é uma postura correcta, embora nem sempre correctamente entendida e até praticada.
igrejavelha a 2 de Agosto de 2007 às 15:31

"ainda é assim na CDU e eu acho que é uma postura correcta, embora nem sempre correctamente entendida e até praticada".

Uma frase que vinda de um comunista do PCP "cheira", desculpa a expressão, a alguma Renovação, tens um discurso moderado e aberto.

Quem serás? Eu conheço-te?
José Manuel Faria a 2 de Agosto de 2007 às 17:18

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