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Nov 07
O PCP queria a todo o custo que a Deputada saisse, oferecendo emprego e subvenção, diz que jerónimo mente. A renovação seria a substituição por uma candidata da mesma idade!
Qual a verdadeira razão da sua substituição?
Está no segredo do Comité Central ( núcleo restrito).

publicado por José Manuel Faria às 11:52

9 comentários:
o partido não gosta de loiras.
anónimo atento a 29 de Novembro de 2007 às 12:39

Ó caro José Manuel, já percebi que esta questão interna do PCP lhe tem provocado enorme excitação.
Não me diga que está preocupado com os coitados dos scalabitanos que vão ficar sem representação no parlamento?...

Aliás, noto que qualquer assunto que permita"bater" no PCP é suficiente para o fazer noticia neste blog.

Algum motivo especial, meu caro???

Também houve neste fim de semana uma conferência nacional sobre questões económicas e sociais, iniciativa esta sem paralelo em Portugal e onde foram discutidos por mais de mil delegados o caminho passado e futuro deste país. Apercebeu-se deste acontecimento? ou fez como a comunicação social, ignorou-o por conveniência?

Ou será que únicas noticias boas são aquelas em que o PCP é posto em causa?

Pergunto:
Algum motivo especial?
vermelho vivo a 29 de Novembro de 2007 às 12:55

Eu também ouvi ontem ela no Jornal da 2: e falou muito bem, serena e convicta das suas ideias e ideais.
Márcio a 29 de Novembro de 2007 às 17:02

Caro Vermelho Vivo,

O meu amigo Miguel Pinto achou estranho à meses atrás ter colocado um post a comentar a situação interna do CDS (Portas / Ribeiro e Castro), já abordei mais do que uma vez a situação interna do PSD e do PS, principalmente a inconsequência de Manuel Alegre e de Soares.

O "caso" Luísa Mesquita é um caso Nacional diz respeito a uma deputada de Portugal.

Mais do que uma vez dei louvor às políticas do PCP (IVG,greves, manifestações).

O PCP interessa-me porque fui seu militante durante 10 anos com respondsabilidades concelhias, e candidato a deputado.

Sou dirigente concelhio do Bloco de Esquerda, e por mais de uma vez critiquei as posições do Bloco ( ver o caso do tabaco, abaixo) aqui neste blog e noutros blogs bloquistas. E ninguém me passou "raspanetes".



José Manuel Faria a 29 de Novembro de 2007 às 19:11

Para mim, quem quer que seja político ou não, que nao sabe honrar os compromissos que livremente aceita (não vi, não li nem ouvi a Sra. em causa alegar que foi forçada a assinar), não merece qualquer consideração.
Anónimo a 29 de Novembro de 2007 às 19:12

Caro José Manuel,
A questão é que... aqui não há questão nenhuma.

Esta senhora assinou livremente uma declaração em que aceitava ser substituida quando o PCP assim o entendesse.
Esta senhora é militante do PCP e conhece perfeitamente os estatutos.
Esta mesma senhora não honrou o compromisso que assumiu e esta mesma senhora desrespeitou os estatutos que conhece perfeitamente.
Perante isto... em nome da coerência, da verticalidade e da igualdade de direitos e obrigações entre todos os militantes, só um caminho podia ser possivel: A expulsão!

Eu como comunista, assumo que perante a falta de ética em relação ao partido e aos seus camaradas e o desrespeito e altivez demonstrada pela sua classe e de todos os outros trabalhadores (quando diz que não aceita voltar ao ensino pois não se vê a trabalhar como professora novamente, porquê? é mais que eu ou você?) jamais a veria como minha camarada.

Continuo a não ver importância para tanta tinta.

Não deixa de ser curioso que aqueles que passam a vida a condenar o carreirismos político, são os mesmos que estão todos indignados com a expulsão da Luisa Mesquita pelos motivos que todos sabemos.

O futuro dirá onde a senhora vai cair.

Cumprimentos
vermelho vivo a 29 de Novembro de 2007 às 19:53

Caro VV como militante do PCP náo sente vontade de saber porque é que tem de ser a Luísa Mesquita a ser remodelada e não outro deputado.

Responde-me o partido decidiu, está decidido. O partido são pessoas.

Se isto acontecesse no BE eu queria saber as razões da sua substituição, não me chegava, a "Renovação" por quadros jovens!
José Manuel Faria a 29 de Novembro de 2007 às 20:20

As razões, não só as conheço como concordo totalmente com elas.
É através da uma renovação que se mantém a dinâmica revolucionária e se dá a oportunidade de aparecimento de novos valores que contribuirão com novas ideias e propostas.
Quem beneficia com isto é país.
O projecto do PCP é um projecto colectivo e não de individualidades.
No PCP não há carreirismo e quem o pretender fazer terá que encontrar o seu poleiro noutro partido (vamos ver quem oferece a cadeira desejada a esta senhora).
A decisão de ser ela e não outro, é uma questão estritamente interna. Recordo que também Odete Santos, Abilio Fernandes entre outros, foram substituidos. Estes, porque imbuidos de um espirito revolucionário e disponiveis para servir e não para se servir, não estão colados à cadeira onde estão sentados e aceitaram naturalmente a substituição.
vermelho vivo a 30 de Novembro de 2007 às 00:56

O caro amigo VV, sabe das razões, mas são assunto interno do partido.

Acredito que conheça porque o diz. 99% dos militantes não sabem e nem se importam.

O PCP é assim,

Chama-se Centralismo Democrático à Coisa.
José Manuel Faria a 30 de Novembro de 2007 às 11:32

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