30 de Setembro de 2006

Steven Seagal (Lansing, Michigan, 10 de abril de 1951) é um actor norte-americano.

Para mim este actor é um autêntico canastrão, um dos piores actores do mundo, apesar de algum sucesso que alcança em alguns sectores da população.

Este é um actor cuja expressão facial é igual quer ele esteja na cama com uma mulher, aos tiros com os bandidos ou numa simples conversa de café com alguém, absolutamente inacreditável.

publicado por jmvfaria às 11:53 link do post
28 de Setembro de 2006

Ao sol-por 
 

Eu canto no crepúsculo... A Tristeza
recorda-me longínqua aspiração,
na qual pressinto a imagem da beleza
que os meus olhos, um dia,alcaçarão...

A paisagem,na sombra, sonha e reza...
Seu vulto é de fantástica visão.
Dir-se-á que a imperdemida Natureza
tem lágrimas a arder o coração.

E canto a minha mágoa; vou cantando...
E vou, saudoso e pálido, ficando
mais distante de mim, mais para além...

Nesta melancolia, que é chorar
sem lágrimas,eu vivo a meditar
no que me prende... a terra, o céu, alguém?

Teixeira de Pascoães

Madredeus - haja o que houver

publicado por jmvfaria às 22:09 link do post
27 de Setembro de 2006

Em qual dos bairros escolheria para viver?!

publicado por jmvfaria às 22:28 link do post
26 de Setembro de 2006

vida de prof

Assim se chama este blogue criado para que os profs contem as suas experiências de vida precária na primeira pessoa. A precariedade desta profissão, que afecta sobretudo os mais jovens, dá histórias de arrepiar. Vale a pena ver e participar.
O que acha do blog?

Pink Floyd - Another Brick in the Wall

publicado por jmvfaria às 17:47 link do post
26 de Setembro de 2006

Os estabelecimentos prisionais de Lisboa, Paços de Ferreira, Faro e Montijo vão ser os primeiros a receber o sistema de troca automática de seringas. Este programa será avaliado ao fim de um ano, segundo adiantaram os ministros da Justiça e da Saúde na apresentação do Plano Nacional de Combate à Propagação de Doenças Infecto-Contagiosas nas Prisões. Um relatório a dar pormenores sobre a implementação deste sistema estará pronto dentro de mês e meio, garantiram os dois ministros. 

O que pensa desta realidade?

publicado por jmvfaria às 17:44 link do post
25 de Setembro de 2006


O ciúme é o estado emocional complexo que envolve um sentimento penoso provocado em relação a uma pessoa de que se pretende o amor exclusivo; receio de que o ente amado dedique seu afecto a outrem.

Há quem diga que não é ciúmento, é difícil de acreditar, mas há pessoas para tudo. Um pouco de ciúme sem ser doentio até se pode considerar saudável.

 Bob Marley - No Woman No Cry

publicado por jmvfaria às 19:53 link do post
24 de Setembro de 2006

Com o nome de uma deusa hindu e uma beleza clássica – comparada à de divas como Greta Garbo e Marlene Dietrich -, Uma Thurman só poderia ser destaque no cinema hollywoodiano. Com 35 anos feitos a 29 de abril, a americana nascida em Boston começou sua carreira como modelo. E não era para menos: com quase 1,85 de altura e cabelos loiríssimos, ela sempre foi uma mulher que se destacou por sua beleza.

PARA MIM É A MAIS BELA ACTRIZ DO CINEMA.

ALGUNS FILMES QUE VI:

1988 - Ligações perigosas (Dangerous Liaisons)

1989 - As aventuras do Barão Munchausen (The Adventures of Baron Munchausen)

1990 - Henry e June (Henry & June)

1992 - Desejos (Final Analysis)

1993 - Até as vaqueiras ficam tristes (Even Cowgirls Get the Blues)  

1994 - Pulp Fiction - Tempo de violência (Pulp Fiction) - (o melhor filme)

1998 - Os miseráveis (Les Misérables)

1998 - Os vingadores (The Avengers)

2003 - Kill Bill - Volume 1 (Kill Bill - Vol. 1)

2004 - Kill Bill - Volume 2 (Kill Bill - Vol. 2)

  

Qual a sua actriz favorita?

publicado por jmvfaria às 11:34 link do post
23 de Setembro de 2006

A paixão é um sentimento de ampliação "doentio" do amor. Na paixão, o enamorado projeta a sua personalidade no ser amado e se perde nele, como se aquele fosse um pedaço seu que foi embora. O acometido de paixão perde sua individualidade em função do fascínio que o outro exerce sobre ele. É um sentimento que doi e "doentio", porque, via de regra, o indivíduo perde a sua individualidade, a sua identidade e o seu poder de raciocínio, bastante diferente do amor.

 

Rolling Stones - Angie

Paixão ou Amor, diga de sua justiça?

publicado por jmvfaria às 12:00 link do post
22 de Setembro de 2006

Divórcio é a dissolução legal e definitiva do vínculo do casamento.

O divórcio só foi legalizado em 1981em Portugal.

Em média, nos tempos de hoje, um casamento dura 10 anos, sendo que em 70% dos casos quem pede o divórcio é a mulher.

Por que será?

publicado por jmvfaria às 20:02 link do post
21 de Setembro de 2006

 

Há falta de homens??

publicado por jmvfaria às 21:41 link do post
20 de Setembro de 2006

 
BLOCO DE ESQUERDA
PROGRAMA DE URGÊNCIA PARA O PLENO EMPREGO – SÍNTESE
 
70 Propostas de Urgência para o Pleno Emprego
A Marcha pelo Emprego apresenta uma política persistente para criar uma nova relação de forças, para desenvolver ideias, propostas, reivindicações e denúncias que sejam directas e imediatas, para provar que o pleno emprego e a democracia económica são necessárias mas também possíveis. Em cada dia, a Marcha apresentará uma dessas ideias ou propostas.
 
Para se vencer o desemprego, é preciso conhecê-lo e mostrá-lo
1. A taxa de desemprego de referência para as comparações nacionais deve ser o desemprego corri­gido, que inclui os desempregados mas também os “inactivos desmotivados”, o “subemprego visível”.
2. A taxa de desemprego deve ser contabilizada considerando toda a população activa e ainda a que, nunca tendo tido trabalho, tenha o direito a tê-lo.
3. Devem ser contabilizados os custos do desemprego num índice corrente, incluindo os subsídios pagos, o cálculo dos impostos e contributos para a segurança social que são perdidos devido ao de­semprego.
 
Distinguir e defender o sector não-mercantil do sector mercantil
4. Programa de urgência para a saúde, para responder às faltas estruturais de profissionais de saú­de.
5. É necessária a criação de mais emprego público em muitas áreas (educação, saúde, florestas, etc)
6. Oposição às privatizações dos serviços públicos, para promover e garantir a igualdade no acesso.
7. O emprego na economia social é uma resposta necessária à desertificação do interior e às faltas de resposta dos serviços públicos.
 
Proibir os despedimentos em empresas com resultados líquidos positivos
8. A apresentação de um plano de despedimentos, de reformas antecipadas ou de rescisões voluntárias, exige a apresentação prévia à Comissão de Trabalhadores de uma fundamentação econó­mica.
9. Os pareceres do Ministério da Economia e do Trabalho e Segurança Social são obrigatórios e podem recusar, exercendo veto contra a aplicação desse plano de despedimentos ou de rescisões voluntárias.
10. O despedimento / plano de rescisões voluntárias proibido quando a empresa tem resultados positivos.
11. As empresas que dependam de uma outra empresa dominante, são consideradas parte do mesmo uni­verso empresarial para efeitos da consideração dos processos de despedimentos.
12. Os accionistas são res­ponsáveis pelas decisões que aprovam e aceitam e respondem pelas vantagens fiscais que possam ter que ser devolvidos ou pelos créditos dos trabalhadores.
 
Combater a precariedade
13. Recusa da aplicação do regime de contratos a prazo ou outros atípicos quando se trate de postos de trabalho de necessidades permanentes.
14. Limitação do trabalho a prazo, a termo incerto e a recibo verde aos casos de empregos sazonais e a um máximo de um ano, findo o qual há lugar a contratação permanente.
15. Desmantelamento dos privilégios das Empresas de Trabalho Temporário com o fim do seu es­tatuto legal excepcional.
16. As empresas que recorrem a sub-empreitadas e os sub-empreiteiros devem pagar uma quotiza­ção complementar para a segurança social para financiar as prestações sociais para os desempre­gados.
17. Responsabilização vertical das empresas pelo falso out-sourcing, em tudo o que respeita à vigên­cia e obrigações de contratos de trabalho.
18. O Código de Trabalho veio acentuar a desregulamentação das relações de trabalho, reforçar o poder patronal e precarizar o trabalho. O Bloco bate-se pela re­vogação do Código de Trabalho.
19. A desgovernametalização da Inspecção Geral do Trabalho é condição para uma actuação eficaz e cumpridora dos direitos laborais.
 
Combate ao trabalho infantil
20. O combate ao trabalho infantil deve ser centrado no apoio aos pais através da criação de empre­go inclusivo e qualificante, através da diversificação da oferta formativa e por um sistema educativo mais inclusivo.
 
Regras punitivas contra o abuso e as deslocalizações
21. Para combater as falências fraudulentas: investigação das contas bancárias dos administradores; punição penal no caso de desvio de fundos, fraude fiscal ou roubo de equipamentos.
22. Prioridade dos créditos dos trabalhadores sobre a massa falida.
23. Para limitar as deslocalizações: obrigatoriedade de devolução de todos os valores recebidos em subsídios, incentivos, benefícios fiscais e outras vantagens da parte dos municípios ou do Estado.
24. Contratualização dos apoios ao investimento estrangeiro por períodos mínimos de 10 anos, ficando garantida a continuidade do estabelecimento e do emprego.
25. Além dos activos das empresas, também os accionistas respondem no valor dos seus dividendos por todo o abuso dos contratos assinados para o investimento ou pelas dívidas no caso de falências fraudulentas.
26. Defesa de uma cláusula social não proteccionista no comércio internacional: proibição do trabalho de crianças ou do trabalho forçado, da discriminação no emprego e aplicação do salário igual para trabalho igual, respeito pela liberdade sindical e de negociação colectiva.
 
Políticas activas e regras de apoio à criação de emprego e inovação
27. Um pacote de investimento público de 1500 milhões de euros, para projectos prioritários com efeito na criação de emprego directo e indirecto.
28. A criação de emprego exige políticas regionais específicas para as regiões mais atingidas (o eixo Braga-Aveiro, as Beiras, o Alentejo), respondendo à interioridade que é uma forma de exclusão.
29. A defesa da igualdade de género no emprego: inversão do ónus da prova para as empresas perante a acusação de discriminação salarial ou de outra forma.
30. Proposta de taxa única de IRC na União Europeia, para anular a concorrência fiscal desleal.
31. Incentivos gerais à criação de emprego, através de subsídios e apoios directos.
32. Legalização dos imigrantes que têm contrato de trabalho ou que trabalham na clandestinidade.
33. Certificação social e ambiental das empresas, para promover a qualidade, a estabilidade do emprego e a exigência dos consumidores.
34. Criação de emprego verde, nos sectores de energias alternativas, na promoção de qualidade e sustentabilidade ambiental, na reciclagem.
35. Subsídio à eficiência energética: preço reduzido de Electricidade Verde; subsídio e promoção da produção energética para auto-consumo (mini-hídricas, centrais de biomassa, painéis solares, etc.)
36. Para promover a utilização das capacidades produtivas: criação de um banco de terras com as propriedades agrícolas, silvícolas e florestais que estejam abandonadas por período longo.
37. Duplicar o esforço em I&D: o objectivo deve ser ultrapassar 1% do PIB em I&D empresa­rial.
38. Avaliação exigente dos projectos e apoios públicos.
39. Prioridade à inovação no uso dos Fundos Comunitários.
40. Criação de Pólos de especialização.
41. Promoção da cooperação e do uso comum das inovações.
42. Criação de infraestruturas de apoio ao emprego em inovação.
 
O Contrato Formação-Emprego
43. O Contrato de Formação-Emprego deve garantir a todos os participantes uma reconversão ou qualificação profissional com empre­go por pelo menos 3 anos.
44. Obrigação da formação profissional no local de trabalho.
45. Por cada cinco anos de trabalho deve ser garantido a cada trabalhador um período mínimo se­guido de três meses de formação.
46. Deve ser promovido o reconhecimento e a valorização das competências adquiridas pela via informal.
47. Programa para emprego de licenciados: os salários dos contratados pelo menos cinco anos para centros nas empresas serão financiados a 50% por este programa no primeiro ano.
48. Esse programa deve abranger os jovens investigadores científicos, garantindo-lhes a continuida­de de apoio a emprego em projectos de investigação, bem como ao subsídio de desemprego.
 
A educação e a formação profissional não estão a criar empregos
49. Aumentar a escolaridade obrigatória para 12 anos e o número de vagas no ensino superior, no­meadamente recuperando o ensino nocturno.
50. Desenvolver o sistema educativo como forma de integração social, nomeadamente por via da gratuitidade do ensino a todos os níveis, garantindo o acesso a manuais e livros escolares.
51. Criar mais emprego na educação, evitando a privatização das funções da escola e a redução da oferta pública de educação
52. Para qualificar a formação profissional: auditoria às contas e resultados das empresas e centros beneficiários de financiamento público e comunitário para formação ao longo dos últimos 20 anos.
53. Criação de um percurso do 10º ao 12º ano profissionalizante, realizado no horário e no local de trabalho com formação aplicada no caso da maioria dos créditos.
54. A formação profissional nas PMEs do mesmo sector deve ser partilhada, garantindo a aplicação nestas empresas da requalificação com certificação de níveis intermédios.
55. Compete ao Estado criar junto dos Centros de Emprego uma Escola de Formação Profissional pública que assegure todas as valências de formação profissional com a qualidade adequada.
 
Trabalhar menos para mais direitos com mais emprego
56. A redução do horário de trabalho para um máximo de 36h, sem redução de salário, permitindo a escolha entre um modelo de 5 dias de trabalho e outro de 4dias x 9h, com um terceiro dia de descanso.
57. A redução da quotização patronal para a TSU em 2% para todas as empresas que pratiquem horários efectivos menores do que 38h, até ao nivelamento geral da norma social pelas 36h,
58. A majoração da contribuição patronal para a TSU em 2% para todas as empresas que recorram a horas extraordinárias que ultrapassem em média 10% do horário máximo de lei.
59. A definição do período nocturno das 20h às 7h.
60. A negociação contratual do tempo de trabalho deve entrar em consideração com os tempos de transporte para a empresa para promover diferenciações de horários, para melhorar as acessibilidades.
61. A redução do horário de trabalho deve finalmente ser um instrumento de políticas activas para a promoção de objectivos sociais e ambientais, por exemplo a redução das emissões de CO2 .
 
Apoio aos acidentados de trabalho e quotas para pessoas portadoras de deficiência no público e no privado
62. Aplicação de uma quota obrigatória de postos de trabalho para pessoas portadoras de deficiên­cia: na Função Pública e também em todas as empresas de mais de 50 trabalhadores.
63. Criação de uma comissão especializada na Inspecção de Trabalho, com representantes das associações de deficientes, que reforce a aplicação da lei.
64. Sistema de apoio ao emprego para pessoas com necessidades especiais: apoio ao financiamen­to das medidas de adaptação dos postos de trabalho e de suporte tecnológico.
65. Actualização da Tabela Nacional de Incapacidades e da Lista Nacional de Doenças Profissio­nais.
66. Direito de nomeação pelo trabalhador de um médico que o repre­sente nas juntas médicas.
67. Estatuto mais exigente para a interven­ção da Comissão de Higiene e Segurança do Trabalho e da CT, permitindo-lhes direito de veto sobre condições de trabalho em situações de perigo.
 
Reduzir a pobreza e a exclusão
68. Convergência da pensão mínima com o salário mínimo.
69. Políticas de igualdade de género.
70. O desenvolvimento dos serviços de proximidade, em particular o apoio à economia e aos serviços sociais das associações de desenvolvimento local, das entidades do sector social não-mercantil e das cooperativas e das associações de voluntariado.

António Variações - Humanos - Muda de Vida - Sic Noticias

Uma iniciativa Política histórica para a tentativa da resolução dos problemas do emprego no País.

publicado por jmvfaria às 13:38 link do post
19 de Setembro de 2006

O racismo não é uma teoria científica, mas um conjunto de opiniões pré concebidas onde a principal função é valorizar as diferenças biológicas entre os seres humanos, em que alguns acreditam ser superiores aos outros de acordo com sua matriz racial. A crença da existência de raças superiores e inferiores foi utilizada muitas vezes para justificar a escravidão, o domínio de determinados povos por outros, e os genocídios que ocorreram durante toda a história da humanidade.

Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a 5 anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 12 de junho de 1964 foi sentenciado novamente, dessa vez a prisão perpétua - apesar de ter escapado de uma pena de enforcamento), por planejar ações armadas, em particular sabotagem (o que Mandela admite) e conspiração para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega). No decorrer dos vinte e seis anos seguintes, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou bandeira de todas as campanhas e grupos anti-apartheid ao redor do mundo.

 Peter Gabriel & Youssou N'Dour Biko

 
 
Há RACISMO em Portugal?
Eu penso que sim.

publicado por jmvfaria às 21:48 link do post
19 de Setembro de 2006

Ana Drago      
 

anadrago1Data de nascimento 28-08-1975
Socióloga. Membro da comissão política do Bloco de Esquerda. Deputada na legislatura de 2002-2005, no regime de rotatividade. Eleita pelo circulo de Lisboa.
Vice-Presidente do grupo parlamentar. Tem a responsabilidade dos direitos liberdades e garantias, assuntos europeus e justiça.
E-mail:
' ); //--> Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, é necessário activar o Javascript par o poder ver. "> ana.drago@be.parlamento.pt Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, é necessário activar o Javascript par o poder ver.

publicado por jmvfaria às 12:42 link do post
18 de Setembro de 2006

Um assassino em série é um tipo de criminoso de perfil psicopatológico que comete crimes com uma certa freqüência, geralmente seguindo um modus operandi e às vezes deixando sua "assinatura", como por exemplo coleta da pele das vítimas.

Jack o Estripador (Jack the Ripper) foi o pseudônimo dado a um serial killer não-identificado que agiu no miserável bairro de Whitechapel em Londres na segunda metade de 1888. O nome foi tirado de uma carta enviada por alguém que dizia ser o assassino, publicada nos jornais na época dos crimes. Embora diversas teorias tenham surgido desde então, a identidade de Jack o Estripador nunca pôde ser determinada.

Suas vítimas eram mulheres que ganhavam a vida como prostitutas. Os assassinatos típicos do Estripador eram cometidos em locais públicos e semi-desertos; a garganta da vítima era cortada, e depois o cadáver submetido a mutilações no abdômen ou em outras partes corporais. Muitos acreditam que as vítimas eram primeiro estranguladas, para não provocar barulhos. Devido à natureza dos ferimentos em algumas dessas supostas vítimas, muitas delas com os órgãos internos removidos, especula-se que o assassino tinha algum conhecimento médico ou cirúrgico, ou que até mesmo fosse um açougueiro, embora este ponto, assim como na maioria das suposições sobre o criminoso e os factos que o circundaram, seja uma questão de disputa.

Como é possível?

publicado por jmvfaria às 18:15 link do post
18 de Setembro de 2006

wen2

Na véspera de partir para uma visita à Europa, o primeiro-ministro chinês Wen Jiabao, deu uma entrevista colectiva. Inquirido sobre as reformas democráticas em perspectiva, nomeadamente a possibilidade de os eleitores poderem escolher entre candidatos diferentes, Jiabao disse que, dado o tamanho do país e a desigualdade social existente, o povo ainda não está preparado para eleições, só mesmo para o capitalismo selvagem.

Haverá democracia algum dia na China?

publicado por jmvfaria às 17:54 link do post
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O Pacheco não é exemplo para nada.Só se for pela m...
Este anónimo de certeza que nunca fez nada em Vize...
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Ora bolas! Lá bamos ter de aguentar o inculto e in...