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Jul 07

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Eu quero lá saber se alguém ache bem ou ache mal. Eu quero lá saber se vão sobrar provocações. Eu quero lá saber se há quem, em nome de uma falsa unidade, ache que há coisas que não devem ser ditas publicamente. Eu quero lá saber. Eu quero dizer o que penso sem pensar nas consequências. Sem ser politicamente correcto. Sem temer provocações. Eu quero dizer aos homens do aparelho da CGTP versus PC de que a rua não é deles. Que a luta e o protesto não é um exclusivo deles. Que as pessoas que participam nas greves, nas concentrações, nas manifestações, não são apenas do PC. Eu quero dizer aos homens do aparelho da CGTP versus PC que os milhares de trabalhadores que ontem foram protestar a Guimarães não eram todos do PC. Que aquilo não era uma manifestação do PC. Que a CGTP não é do PC. Que a CGTP é dos trabalhadores. É de quem a apoiar. Quero dizer-lhes que a luta é de todos os que estão em luta. E ontem eram muitos. Muitos activistas, muitos dirigentes sindicais, muitos reformados, muitos estudantes, muitos trabalhadores. Eu estive lá. Participei nos cinco quilómetros da marcha sob um sol abrasador. Gritei algumas palavras de ordem. Mas vim irritado com os homens do aparelho da CGTP versus PC. Porque me irrita o sectarismo. Porque me irrita a presunção e a arrogância. Porque me irrita pensar que alguém ache que é o dono das lutas e dos trabalhadores. Porque acho que os partidos devem estar fora dos sindicatos.

Eu vim irritado porque impediram ostensiva e “violentamente” a participação solidária de uma delegação do Bloco de Esquerda, encabeçada pelo Eurodeputado, Miguel Portas, pela deputada Mariana Aiveca, pelo coordenador da CT da AutoEuropa, António Chora, sob uma faixa contra a flexisegurança, com o símbolo do partido e também a participação da corrente sindical do MRPP, luta-unidade-vitória.

E vou ficar irritado com o Bloco de Esquerda por não denunciar esta prepotência.

in Foice dos Dedos.

Não é a 1ª vez que isto acontece, o PCP é assim!

publicado por José Manuel Faria às 19:24

Novas pesquisas mostram que as mulheres não são mais faladoras do que os homens, certifica um estudo científico americano hoje publicado.

Segundo uma equipa de investigadores da Universidade do Texas e do Arizona, cujos trabalhos são publicados pela revista Science, as mulheres e os homens pronunciam, por dia, aproximadamente o mesmo número de palavras.

As mulheres pronunciam cerca de 16.215 palavras por dia e os homens 15.669, uma diferença de 546 palavras.
A pequena diferença constatada não é, segundo os investigadores, considerada estatisticamente significativa.

Estes números estão longe dos clichés machistas que afirmavam que as mulheres pronunciam vinte mil palavras por dia e os homens apenas sete mil.

Os investigadores efectuaram esta pesquisa com gravadores numéricos que utilizaram junto de cerca de 400 estudantes de grupos equivalentes de homens e de mulheres, nos Estados Unidos e no México.

Os psicólogos analisaram seis grupos durante períodos que iam entre dois a dez dias e as gravações foram feitas entre 1998 e 2004. Os sujeitos estudados transportavam os seus aparelhos numéricos que gravavam discretamente as suas conversas durante 17 horas diárias.

 

in Lusa

Alguém acredita neste estudo?

publicado por José Manuel Faria às 12:22

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