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Out 07

Foto Vital Moreira

Embora, a meu ver, o Tratado de Lisboa não deva ser referendado em si mesmo, ele mesmo proporciona a possibilidade de um referendo europeu a sério, ou seja, um referendo sobre a permanência de Portugal na UE.
De facto, o novo tratado permite agora a saída de qualquer Estado-membro da UE, a ser formalizada através de um acordo com a União. Portanto, depois de entrado em vigor o novo Tratado, pode ser convocado um referendo, cumprindo os requisitos constitucionais, com a seguinte simples e clara pergunta:

«Portugal deve sair da UE?»

De resto, é este o único referendo que merece haver sobre a questão, suprindo aquele que deveria ter existido aquando da adesão (mas nessa altura a nossa Constituição não permitia referendos). Referendar tratados de revisão da UE, como o Tratado de Lisboa, seria um sucedâneo pobre e democraticamente equívoco. Aliás, a generalidades dos opositores dos tratados de revisão são na verdade contra a UE.
Querem um referendo europeu? Então aí está o verdadeiro e genuíno referendo europeu!

Vital Moreira sabe que o PS e o PSD prometeram o referendo ao tratado Europeu.

E agora  vem com esta ideia de um referendo com esta pergunta.

O homem é um cínico.

publicado por José Manuel Faria às 17:49

Existem 383 beneficiários e a verba para pagar estas pensões vitalícias vaio aumentar 5, 4 por cento. Cada um destes 383 ex-titulares de cargos políticos, como antigos deputados ou governantes, vai receber mais de 20 mil euros por ano, diz o Correio da Manhã.

Almeida Santos, Manuela Ferreira Leite e Narana Coissoró são apenas alguns dos nomes de todos os quadrantes políticos que o jornal refere como sendo beneficiários.

Até ao final desta legislatura, o universo de beneficiários deverá aumentar dado que, explica o Correio da Manhã, muitos deputados atingem, até 2009, os 12 anos de exercício exigidos pela lei para se poder ter aquela pensão.

SOL

 
Ao fim de doze anos de deputado, estes têm uma pensão vitalícia.
Os operários ao fim de 12 anos se perderem o emprego ficam na miséria.
Os trabalhadores contribuem com o seu voto para eleger estes privilegiados.
Isto é imoral uma pouca-vergonha. E não há nenhum partido que confronte esta realidade com os últimos decisores, os que têm maioria absoluta para mudar a Lei.
Uma afronta ao cidadão comum.

publicado por José Manuel Faria às 11:52

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