Sócrates assinou durante uma década projectos da autoria de outros técnicos
José Sócrates assinou numerosos projectos de edifícios na Guarda, ao longo da década de 80, cuja autoria os donos das obras garantem não ser dele.
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Entre alguns engenheiros e arquitectos da Guarda, que pedem anonimato, a versão que corre sobre a ligação profissional de Sócrates à Guarda é simples e é assim resumida por um deles: “Havia aí um grupo de técnicos da câmara que açambarcava uma boa parte dos projectos de casas dos emigrantes. Como não podiam assinar punham o Sócrates a fazê-lo, porque ele era da Covilhã e não tinha esse problema” de impedimento legal.
via Blasfémias
Sócrates diz que todos os projectos são dele e que se trata de uma mentira. A ver vamos.
adenda:
O que o Público fez foi jornalismo puro. A raiva contra o Público é de facto contra a liberdade de informar, escrutinar, pesquisar uma matéria de interesse público em qualquer sítio civilizado: o percurso de um Primeiro-ministro, quando há legítimas suspeitas de actos impróprios, mesmo quando não são ilegais. Mais do que raiva, mesmo um vago tom de ameaça ao "bem conhecido jornalista José António Cerejo".
Pacheco Pereira
No dia 26 de Janeiro de 1975, as equipas alinharam:
FC PORTO
Tibi; Murça, Rolando, Alhinho e Simões;
Rodolfo, Ailton(Júlio, 33) e Peres;
Gomes, Lemos e Cubillas.
BELENENSES
Melo, Sambinha, Quaresma, Freitas(Pereira, 79) e Cardoso.
Quinito, Pietra, Isidro(René, 86) e Gonzalez;
Alfredo e Pincho.
Este jogo seria falado durante anos porque o Belenenses deu um verdadeiro show dominando de princípio a fim e criando inúmeras oportunidades de golo além das quatro que concretizou.
0-1, aos 4 minutos, Gonzalez arrancou pela esquerda, suportou duas cargas, prosseguiu, escapou-se, isolou-se, da linha de cabeceira centrou e ALFREDO, muito oportuno, intrometeu-se entre Alhinho, Simões e Tibi e tocou suavemente para as redes.
0-2, aos 24 minutos. Novamente Gonzalez a arrancar do meio-campo, passou para PINCHO que arrancou por seu turno, furou com incrível facilidade pelo meio dos dois defesas-centrais, entrou na grande área sozinho, chamou Tibi, fez golo.
0-3, aos 40 minutos. Intercepção de Freitas no seu estilo vigoroso, arrancando de seguida, entrando no meio-campo contrário, passe para Gonzalez, deste a bola foi devolvida em profundidade para Freitas, que continuou a correr, ultrapassou toda a defesa, foi à linha de cabeceira, centrou rasteiro e PIETRA apareceu excelentemente desmarcado à boca da baliza, na zona central, para desferir o remate fácil.
Uma primeira parte espectacular do Belenenses muito bem articulado em 4x4x2, futebol entorpecente e explosivo com três golos fora os que Tibi salvou e duas mãos cheias de lances que só não deram golo porque não calhou.
Na segunda parte o Porto apenas conseguiu tornar menos flagrante o desequilíbrio.
0-4, aos 66 minutos. Num dos frequentes e perigosíssimos contra-ataques azuis, bola metida em profundidade, Alfredo e Alhinho correram muitos metros lado-a-lado, e, à entrada da grande área, ALHINHO, muito apertado por Alfredo tentou atrasar para Tibi, que entretanto, saía da baliza, acabando o esférico por se anichar nas redes.
As ideias de Marinho pinto, denuncia. Vamos ver o que vai dar. Poíticos dão "beijinhos aos velhinhos!". Este bastonário entra a "matar".