09
Nov 08

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As declarações de Manuel  Monteiro feitas a Fátima Anjos da Rádio Vizela sobre o comportamento do Presidente de Câmara são lamentáveis e arrogantes. Este político por se julgar importante queria ultrapassar o regulamento interno da Assembleia Municipal.

MM poderia fazer por escrito as perguntas como qualquer cidadão.

Queria intervir depois do encerramento da sessão. É claro que João Cocharra não tem poderes para lhe dar a palavra ( por isso ele é um senhor!), deixa de ser Presidente de Mesa, depois do fim da reunião.

Todos os partidos políticos sabem que o auditório dos Bombeiros não é utilizado para política partidária.

Os factos são tão simples de interpretar.

Manuel Monteiro queria num órgão eleito quebrar regras estabelecidas no sentido de aproveitar a oportunidade.

MM interviu em Braga, porque o regulamento dava para tal. MM tentou  passar um atestado de menoridade aos Vizelenses. Enganou-se na porta.

 

publicado por José Manuel Faria às 19:16

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Sócrates consegue o voto de confiança dos eleitores. Questionados sobre em quem têm mais confiança para primeiro-ministro, 46,8 por cento dos entrevistados escolheu em José Sócrates, enquanto apenas 26,3 apontou Ferreira Leite.


A actuação de Cavaco Silva merece 14,5 valores dos portugueses. Francisco Louçã (BE) obtém 11,5 valores, Jerónimo de Sousa (PCP) fica-se pelos 10,7. Já José Sócrates (PS) e Paulo Portas (CDS-PP) têm a mesma nota: 9. A líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, tem 7,1 valores.

 

Quase metade dos portugueses têm confiança em Sócrates, mas leva nota negativa na liderança. Um paradoxo incrível. Alguém explica?

publicado por José Manuel Faria às 13:29

O filme trata-nos de um exterminador de insectos (intrepretado por Peter Weller) chamado Bill Lee, que tem como emprego exterminar os ditos seres, tudo começa, quando a meio de uma exterminação o produto (um pó amarelo) acaba e o serviço fica por terminar, coisa que chega mesmo a levar ao gozo por parte dos seus colegas de emprego, tudo parece normal, mas as coisas começam a intrincar, percebemos que a mulher do nosso personagem anda a injectar o pó das baratas e afirma que a dita droga lhe dá uma "moca literária", entendemos também que as companhias do exterminador não são os seus colegas da profissão actual, mas sim um par de escritores mal enjorcados mas espirituosos que aspiram a um sucesso quer pouco provável, quer pouco merecido, é de notar que o nosso exterminador é uma pessoa letrada, que havia sido escritor, mas que tivera que largar a escrita, pois considerava-a demasiado perigosa.


Um filme difícil de compreender, talvez observar mais do que uma vez a obra. É para partir a cabeça e um murro no estômago.

publicado por José Manuel Faria às 11:37

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