30
Nov 11

publicado por José Manuel Faria às 22:23

publicado por José Manuel Faria às 10:45

 

"A Liga de Clubes multou o Benfica em 1650 euros por mau comportamento do público, enquanto os distúrbios causados pelos adeptos do Sporting custaram ao clube 1800 euros. Ambos os clubes viram o montante agravado por serem reincidentes.

Só que os “encarnados” pagaram mais 500 euros pela utilização da aparelhagem sonora para incentivo da equipa durante a partida, perfazendo um total de 2250 euros."

 

Futebol 

 

 Profissão de um "mundo" paralelo numa sociedade real e de sofrimento (para a maioria): Inacreditável!

publicado por José Manuel Faria às 10:24

 

O leitor Oscar Filipe Gonçalves Martins, de Moreira de Cónegos, registou com a sua máquina fotográfica diversas fotos do interior do Castelo d a Ponte, imóvel centenário adquirido pela Câmara Municipal de Vizela aos herdeiros de um homem, um grande vizelense (Armindo Ribeiro de Faria), que sonhou, há mais de 100 anos, sedear ali os Paços do Concelho de Vizela.


O edifício, destinado à Cultura, encontra-se abandonado e no seu interior há arquivos pelo chão que fazem parte da história do antigo Externato de Vizela.
Veja as fotos. Se desejar vê-las em ponto grande, clique em cima das mesmas.

publicado por José Manuel Faria às 09:59

29
Nov 11

clikar

publicado por José Manuel Faria às 20:58

 

 

"Um ataque informático expôs os dados pessoais, incluindo os nomes, posto, número de identificação, cargo, número de telefone e endereço de email, de mais de 100 agentes da PSP. A acção, coordenada pelo grupo de hacktivistas LulzSec, é apresentada como uma forma de retaliação contra a violência policial na manifestação em frente ao Parlamento no dia da greve geral."

 

esquerda.net

publicado por José Manuel Faria às 18:36

publicado por José Manuel Faria às 10:59

 

A revolta no PS é o corolário de uma divisão interna há muito definida: “Seguristas” e “anti/seguristas” (várias facções) – motivos são vários: falta de carisma, reactivo, neutro, vazio de ideias, indefinição ideológica, ultra/moderado e rodeado de “fracos” socialistas (excepção, João Galamba) - tendo em conta a ultrapassagem pela direita do memorando “troikista” por Passos Coelho, o PS ficou com tudo (estratégia/medidas/propostas) para encetar uma forte oposição – a iniciar-se com o voto contra o Orçamento/2012 (generalidade) – Seguro preferiu as “migalhas” , agora a sua única hipótese para não ser humilhado é “piar” de mansinho e entregar o poder em 2013 a um sucessor que saiba “gritar” que o rei vai nu.  

publicado por José Manuel Faria às 10:51

28
Nov 11

5 Dias

publicado por José Manuel Faria às 11:54

publicado por José Manuel Faria às 10:47

 

 

 

 

 

O futebol tornou-se numa actividade desportiva de interesses financeiros puros: sociedades anónimas (Sads) cotadas; empresas de fundos de investimento; empresários individuais, etc.: actores que se vendem por milhões e compram-se por astronómicos valores. O futebol racional versus o desporto irracional – o segundo rasga as vestes do espectáculo e envereda pela táctica do palavrão, dos “molotov” da arruaça e do cassetete: do adepto, da direcção e das claques – estas, são grupos de energúmenos que utilizam o pretenso apoio ao clube para extravasarem os seus ódios e frustrantes demónios naturais e ou sociais contra os adversários e os seus, o que lhes interessa é a arruaça, principalmente contra a polícia. A Inglaterra proibiu os grupos organizados e obriga o rácio: um adepto uma cadeira – desta política tem saído um futebol/espectáculo/show/familiar.

publicado por José Manuel Faria às 10:38

"A avaliação da jornada de luta de 24 de Novembro não cabe dentro de um valor numérico. Ela valeu pela oportunidade, pela transversalidade e pela unidade demonstradas. Na véspera da aprovação de um orçamento de Estado que representa a rendição à lógica do capital financeiro, muitos milhares de trabalhadores, tanto do sector público como do sector privado, uniram-se numa demonstração de que se opõem e vão continuar a opor-se ao rol de medidas que vai lançar importantes segmentos da população na dependência do assistencialismo.
A circunstância de se ter concretizado com êxito uma greve geral quando o estado de espírito dominante é o de medo pelas incertezas que os mercados estão diariamente a introduzir no quotidiano das pessoas, representa um passo em frente na direcção da tomada de consciência de que colectivamente se tornará possível inverter as políticas que a direita está determinada a aplicar. Embora vá ser longo e acidentado, o combate simbolicamente iniciado no dia 24 irá seguramente ter consequências no formato das soluções governativas futuras, assim os actores políticos saibam interpretar o espírito de unidade que esteve presente na paralisação. 

De facto, pela segunda vez nos últimos meses, CGTP e UGT uniram os seus esforços, ultrapassaram divergências antigas e mobilizaram as suas energias em torno do que é central e prioritário nos próximos tempos: criar um movimento de resistência à vertigem reaccionária que está a assolar o país e abrir caminho a uma alternativa política que represente uma via de desenvolvimento e bem-estar para portugueses."

publicado por José Manuel Faria às 09:42

27
Nov 11

 

 

"Comprei há meses um excelente livro - Política Monetária e Mercados Financeiros. O livro, síntese da experiência de ensino ao longo dos últimos dez anos dos autores Emanuel Reis Leão, Sérgio Chilra Lagoa e Pedro Reis Leão, na área da economia monetária e financeira, explica-nos, de forma muito simples, a forma como os bancos comerciais, em conluio com o Banco Central Europeu, perpetram diariamente um roubo de proporções inimagináveis às famílias, às empresas e aos Estados. 



Logo no primeiro capítulo do livro este processo é descrito de forma magistral:

a) Um banco concede crédito a uma família no valor de 100.000€ para a compra de uma casa, creditando a conta de depósitos à ordem dessa família no montante de 100.000€.

b) Para essa operação, um funcionário do banco altera os números que estão registados informaticamente na conta à ordem da família, somando 100.000€ ao valor que lá se encontrava anteriormente.

c) Esse dinheiro não existia antes em lado nenhum. O banco cria-o a partir do nada - algum funcionário do banco altera os números que estão registados informaticamente na conta à ordem da família, somando 100.000€ ao valor que lá se encontrava anteriormente.

 

d) O facto de, como resultado dessa operação, terem surgido mais 100.000€ de Depósitos à Ordem no passivo do banco, obriga a sua área de tesouraria a tomar medidas para que o banco continue a possuir reservas suficientes, tanto para cumprir as obrigações legais em termos de reservas (2% na Zona Euro), como para fazer face a eventuais cheques que a família venha a usar e satisfazer eventuais pedidos de conversão de Depósitos à Ordem em notas e moedas físicas pela família.

Dadas as situações simétricas entre bancos, em que, em média, a quantidade de notas, moedas e cheques que sai de cada banco é aproximadamente igual à que entra, o montante de reservas necessário para suportar o acréscimo de Depósitos à Ordem é comparativamente reduzido. Ou seja, para fazer face às exigências referidas para um empréstimo de 100.000€, o banco necessitará aproximadadmente de 3.500€ em reservas adicionais (1.500€ para cheques, notas e moedas, e 2.000€ para reservas legais). 

e) Estas «operações» são tornadas possíveis porque os bancos comerciais funcionam em circuito fechado - o dinheiro levantado num banco é depositado noutro, e actuam sob a batuta dos bancos centrais, na sua maioria privados ou geridos por privados, que determinam as taxas directoras e regulam os movimentos financeiros entre os bancos comerciais.

f) Findo o prazo do empréstimo, a família pagou ao banco os 100.000€ que pediu emprestado (e que o banco criou a partir do nada), e, muito provavelmente, pagou em juros uma quantia várias vezes superior ao valor do empréstimo.


Esta fraude sem nome acontece quotidianamente em todos os empréstimos dos bancos comerciais às famílias, às empresas e aos Estados. Haverá roubo maior na história da civilização?"


Diogo

 

Ladrões de Bicicletas

publicado por José Manuel Faria às 23:02

publicado por José Manuel Faria às 22:46

 

 

Putin ( ex: director do KGB), presidente da Rússia entre 1999/2008, primeiro-ministro de 2008 a 2012 e, agora candidato em 2012: com a alteração da legislação para 6 anos de mandato, o "democrata" será senhor durante mais 12 anos - Putin até 2024!

 

O Czar

publicado por José Manuel Faria às 11:10

Olivia Wilde Hot

 

Olivia Wilde

publicado por José Manuel Faria às 10:47

26
Nov 11

publicado por José Manuel Faria às 21:55

"Passos Coelho retirou 25% do poder de compra a centenas de milhares de portugueses, que estão longe de ser mais do que remediados, na melhor das hipóteses, e não teve para com eles uma palavra sequer. Bem pelo contrário, apontou-os no dia seguinte como privilegiados, e como alvo para todos os trabalhadores do sector privado. Nem o ministro das Finanças e nem o Ministro da Economia, são capazes de incorporar no seu discurso algo que revele qualquer preocupação social pelos efeitos das medidas que tomam. Bem pelo contrário aparece desprezo e um certo revanchismo social, seja por ignorância do que é o país, seja por razões ideológicas. O modo como se trata da questão do desemprego, é pelo menos, chocante na sua abstracção. Para eles, estar desempregado é uma pura abstracção, um número, uma estatística, infeliz por certo, mas nada mais. 
Que os tempos são duros e a margem de manobra escassa, tudo bem. Mas não precisamos de tanto entusiasmo verbal em aplicar medidas gravosas para a maioria dos portugueses, nãopatia com o programa da troika, precisamos de tanta em precisamos era de mais simpatia pelos portugueses que estão a empobrecer. E acima de tudo não precisamos de todo da antipatia activa com os que estão a perder, como se eles fossem os culpados do que nos está a acontecer. Ou será que alguém pensa que um banqueiro, desses que influenciaram e patrocinaram a política de todos os nossos governos, tem menos culpas do que um motorista da Carris? É que parece que sim."

publicado por José Manuel Faria às 18:20

publicado por José Manuel Faria às 11:21

 

 

A AL da Madeira de maioria PSD comemora o 25 de Novembro de 75 como crítica ao 25 de Abril: O golpe militar contra - rrevolucionário de Eanes e do grupo dos nove serve como momento libertador das ditaduras de 50 anos. É impressionante como no continente ninguém contesta este ataque a Abril da Liberdade.

publicado por José Manuel Faria às 11:00

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