25 de Abril de 2012

 

O poder político Vizelense (PS) e as oposições (PSD, CDS, PCP e BE) já raciocinam estratégias e protagonistas para as autárquicas em Outubro de 2013 e, creio, numa base eleitoral (Lei) antiga. É hora de colocar na mesa a hipótese – quase certeza – de alteração do nº de mandatos (5) para a Câmara e Assembleia Municipal (talvez entre 15 a 17), quer dizer, o aumento da dificuldade na entrada e ou conquista de lugares nas instituições democráticas autárquicas: um alerta no sentido dos que pensam que não há necessidade de olhar nos olhos dos vizinhos.

publicado por jmvfaria às 19:51 link do post
25 de Abril de 2012

publicado por jmvfaria às 10:54 link do post
25 de Abril de 2012

bottle_balloons_confetti_md_wht.gif (14543 bytes)

 

Ontem, 24 de abril de 2012, foi batido o recorde de visitas – 512 – no “Ruptura Vizela”, a todos e a todas o meu muitíssimo obrigado.

 

Esta média colocaria o blog no nº 198 a nível nacional

 

 

publicado por jmvfaria às 10:21 link do post
24 de Abril de 2012

 

 

(...) Regressam do exílio os líderes do Partido Socialista (Mário Soares) e do Partido Comunista Português (Álvaro Cunhal). Álvaro Cunhal já cá esteve, Mário Soares teve vergonha de vir, mas deram-lhe uma medalha...



Antes do 25 de Abril de 1974 Portugal viveu sob regime ditatorial. 

O país ao longo de quarenta e oito anos atravessou um períodode obscurantismo com a população subjugada pelo regime Fascista, sem liberdadede escolha e sujeita a direitos mínimos. 

Apesar de já existir direito de voto, os portugueses estavamsubmetidos a um regime político de partido único sem alternativa democrática. 

A economia Portuguesa subsistia essencialmente da agriculturae a sua população era maioritariamente analfabeta pelo que não tinhamconsciência dos seus direitos cívicos.

Até à revolução de Abril os agricultores e os operáriostrabalhavam de sol a sol, como querem fazer agora, não tinham direito asubsídios de desemprego e os poucos que beneficiavam de apoios do Estado tinhamque provar a sua incapacidade de gerar rendimentos ou de serem sustentadospelos familiares, os jovens e as mulheres não tinham emprego. Como querem fazeragora

A população em geral, tinha como seu único dia livre oDomingo. Como querem fazer agora.

Não existia ainda o conceito de salário mínimo, cabendo ao patronato afixar arbitrariamente as remunerações dos seus trabalhadores por valores que não atendiam à real necessidade dos empregados. Como querem fazeragora.

O patrão despedia por livre e espontânea vontade, existiamsalários em atraso e não havia lugar ao pagamento de indeminizações, como agoraquerem fazer.

Podemos dizer que a população Portuguesa antes do 25 de Abrilde 1974 era explorada e desprovida de direitos e capacidade da reivindicaçãodos mesmos, como agora.

Os poucos que seatreviam a enfrentar a ditadura política e laboral eram perseguidos pelapolícia política, a PIDE, presos compulsivamente e torturados. 

A Constituição não garantia o direito dos cidadãos àeducação, à saúde, ao trabalho, à habitação. Como assistimos agora, a educaçãoé para quem tem dinheiro, só os ricos é que frequentam o ensino universitário eaté no ensino público querem segregar os maus alunos colocando-os em turmas àparte, um professor vai ter que dar aulas a 30 alunos em salas que não cabem 20,bem ao género de salazar.

A saúde entregue a privados e às Misericórdias segue o mesmorumo, a existência de hospitais só nos grandes centros habitacionais … e, agoranão é igual?

A justiça prendia os pilha galinhas e não mandava para acadeia os corruptos, como hoje.

Não havia o direita à habitação e agora há esse direito mas os portugueses não conseguem pagar a sua casa ao banco, ficando sem ela e continuando com a divida porque quem manda sãoos ricos e poderosos como antes do 25 de Abril.

Imperava em Portugal os 3 éfes, Fátima, Fado e Futebol e agora continua-se agastar dinheiro em passeios a Fátima, milhares de euros em futebol e não temos fado, mas temos a quinta do santoinho para encher a barriguinha aos apoiantes da causa.

Regressam do exílio os líderes do Partido Socialista (Mário Soares) e do Partido Comunista Português (Álvaro Cunhal). Álvaro Cunhal já cá esteve, Mário Soares teve vergonha de vir, mas deram-lhe uma medalha.

Antes do 25 de abril existia a visão romântica do município como uma república local e estrutura basilar do Estado teve um curso iniciadona época liberal, prolongou-se ao longo da 1ª República e fundamentou as opçõesdemocráticas assumidas após 1974, referentes à descentralizarão e poder local.

Com base de origem desta concepção municipal está a organização municipal existente no Portugal medievo que tinha como objectivo atacar os malefícios do centralismo liberal e a defesa da descentralizarão municipal como o princípio do renascimento da vida pública.

Era quase visão utópica dentro da qual o Estado era uma organização federativa, resultante de uma república de municípios. 

A transferência destasconcepções para a prática foi tentada quer no liberalismo quer na República comescassos resultados. 

Em 1878 Rodrigues Sampaio fez uma reforma administrativadescentralizadora com alargamento das competências e autonomia municipais. 

É também no seu tempo que se transferem para o município algumas competências.

Porém o Código Administrativo de 1896 repõe em funcionamentoa centralização como princípio da organização administrativa local.

Em oposição à visão idealizada antes referida, desenvolveu-se uma outra visão crítica e depreciativa do município. 

Um conjunto de livros onde pontificam alguns dos nomes maisrelevantes da nossa literatura têm subjacente esta perspectiva depreciativa epessimista sobre o sistema representativo em geral e sobre o município. 

O caciquismo.

Em termos genéricos, poderíamos referir Almeida Garrett,partidário do centralismo administrativo, quando nas Viagens na Minha Terra(1846) faz uma crítica aos "barões" criados à sombra do sistemarepresentativo liberal. 

É todavia a partir de 1870 que as câmaras municipais, osgovernos civis e a classe política em geral começam a ser referidosdirectamente por alguns dos nossos mais notáveis escritores enquanto locusvisíveis e corruptos desse sistema. 

Eles surgem nos romances de Camilo Castelo Branco (Novelas doMinho, 1875, Eusébio Macário, 1879, A Brasileira de Prazins, 1882), de Teixeirade Vasconcelos (Ermida de Castromino, 1870), de Arnaldo Gama (Paulo, oSalteador, 1870), nas peças de Teixeira de Vasconcelos (Para as Eleições, 1868,Liberdade Eleitoral, 1870), nos Serões da Província de Júlio Dinis (1870), emUma Campanha Alegre de Eça de Queirós (1890), para citar apenas alguns dosescritores oitocentistas. 

Nesta literaturaesboça-se uma imagem do município como um espaço povoado por uma população,governada por uns caciques medíocres e incultos que manipulavam as eleições aoserviço da sua carreira política ou das clientelas dos partidos no poder.

Mas falemos de coisa bem melhores. 

E Finalmente veio a mudança, mudanças que se fizeram sentirno plano económico e social. 

Grandes movimentos sociais se verificaram em torno de questões como o trabalho, a habitação, a educação e a cultura, mas queremacabar com eles.

A anestesia a que o povo português esteve sujeito décadas afio, a par das injustiças sociais agravadas e do persistente atraso económico ecultural, num contexto que contribuía para a identificação entre o regimeditatorial e o próprio modelo de desenvolvimento capitalista, são em grandeparte responsáveis por ter mantido mergulhado na escuridão da civilização umpais e um povo.

Hoje não é dia de festa, mas um dia de alerta, os direitos eas regalias conquistadas pelo 25 de Abril são constantemente assaltados pelossaudosistas do neoliberalismo e do capitalismo, hoje mandam mais os agiotasfinanceiros que os deputados do parlamento, hoje manda mais a paixão do deficitda Alemanha que a soberania nacional.

Nos dias de hoje continuam a existir crianças que fazem a suaúnica refeição na escola, famílias que não conseguem ganhar para ter pão.

Querem negar-nos o acesso à saúde e habitação.

Os jovens não conseguem ter o primeiro emprego, jovens quetem de abandonar o curso superior por falta de dinheiro, pessoas que vivem semesperança no dia de hoje, no amanhã e no futuro.

Por isso, a luta continua, continua até ao ultimo ar querespiramos e podem se esconder atras de um patrão cacique, sem escrúpulos queapenas quer o bem dele e não o bem de todos, porque estamos aqui para dar lutasem tréguas .

Viva o 25 de Abril

Fascismo nunca mais

DDV

publicado por jmvfaria às 22:48 link do post
24 de Abril de 2012

 

"(...)de acordo com o líder laranja Francisco Ribeiro, devido ao facto do deputado integrar os gabinetes que estão diretamente ligados ao tema em discussão que está a agitar não só Vizela como todo o país. “Este encontro serviu para começarmos a analisar a lei que ainda não foi publicada, e cujos prazos de implementação ainda não estão definidos”, disse o líder do PSD local, informando que nesta altura, esta força política ainda não tem uma proposta ou opinião formada: “Seria prematuro da nossa parte termos neste momento uma pré-opinião formada, existem apenas algumas considerações e a seu tempo apresentaremos a nossa proposta”. “Contem connosco para que Vizela não deixe de ter pessoas que responsavelmente se preocupem com os assuntos que estão na ordem do dia”, rematou o político. Refira-se que em Santo Adrião, o autarca António Costa, eleito pela coligação “Por Vizela”, já disse que, em princípio, se realizará um referendo no sentido de auscultar a população acerca da Revisão Administrativa."

 

Rádio Vizela

publicado por jmvfaria às 22:26 link do post
24 de Abril de 2012

 

"O eurodeputado Miguel Portas faleceu esta tarde, por volta das 18 horas, no Hospital ZNA Middelheim, em Antuérpia. Encarou a sua própria doença como fazia sempre tudo, da política ao jornalismo: de frente e sem rodeios. A Comissão Política do Bloco de Esquerda apresenta os mais sentidos pêsames aos seus filhos e a todos os familiares, amigos e camaradas"

 

Miguel Portas

publicado por jmvfaria às 20:08 link do post
24 de Abril de 2012

 

 

 "O PCP pronuncia-se pela valorização das comemorações oficiais do 25 de Abril, das quais emerge com particular significado a sessão que se realiza na Assembleia da República e cuja eliminação - que a direita pretende e já várias vezes tentou - contribuiria, de facto, para a sua menorização".

 

 O Bloco de Esquerda não fez nenhuma apreciação sobre o fundamento invocado pela Associação 25 de Abril para faltar às comemorações oficiais do "Dia da Liberdade", nem sobre as ausências de Soares e Alegre, declarando apenas: "São decisões que respeitamos".

 

 - É de cravo ao peito e olhando nos olhos do governo que se deve comemorar no Parlamento o 25 de Abril.

publicado por jmvfaria às 11:09 link do post
24 de Abril de 2012

publicado por jmvfaria às 09:20 link do post
23 de Abril de 2012

 

"O Partido Operário de Unidade Socialista (POUS), é um partido trotskista português.

O POUS defende a ruptura com a União Europeia e a proibição dos despedimentos. Pertence ao Secretariado Internacional da Quarta Internacional (1993) (trotskista lambertista), uma das quartas internacionais existentes."

 

POUS

publicado por jmvfaria às 23:38 link do post
23 de Abril de 2012

 

A Frente Eleitoral dos Comunistas (marxistas-leninistas)

Em 1975, forma a Frente Eleitoral dos Comunistas (marxistas-leninistas) - FEC(m-l), inscrevendo-se oficialmente como partido, no Supremo Tribunal de Justiça. A sua linha política defendia o combate ao imperialismo norte-americano e ao social imperialismo Soviético.[2]

A Organização Comunista Marxista-Leninista Portuguesa

 

Em 1976, altera a sua designação e sigla para Organização Comunista Marxista-Leninista Portuguesa, (OCMLP),[3] e ainda nesse ano, une-se ao CMLP e à ORPC(ML) e fundam o PC(R).[1] Pouco antes da fusão, a OCMLP tinha passado por um processo de cisão. A maioria, com forte base no Porto, passou com os planos de fusão para o PC(R). Uma minoria, que manteve uma forte ênfase na questão da luta contra o fascismo social, recusou a fusão e continuou uma existência separada, continuando a sua ação e a concorrer a eleições até 1983.

 

FEC (m-l)

publicado por jmvfaria às 19:49 link do post
23 de Abril de 2012

 

"Como resultado final desta discussão foi decidido dissolver a Comissão Coordenadora Provisória e encerrar o sítio da CeA e a página do Facebook que lhe está associada, dando por terminada toda a actividade relacionada com este Manifesto."

publicado por jmvfaria às 18:27 link do post
23 de Abril de 2012

 

A 6 de Maio a esquerda francesa fará o que fizemos em 1986 a Soares: milhões de eleitores taparão a cara de Hollande para eliminar Sarkozy – e deste modo o candidato terá hipóteses de vencer.

 

É a “real politik” ou a opção pelo mal menor.

publicado por jmvfaria às 09:27 link do post
22 de Abril de 2012

 

"O Partido Comunista (Reconstruído) - PC(R), foi um partido político português de extrema-esquerda, criado em 1975.

Definia-se como um partido político revolucionário do proletariado seguindo a doutrina marxista-leninista.

Publicava o jornal "Bandeira Vermelha", órgão central do PC(R) e também a revista "Comunismo", a sua revista teórica e política.

Estava tradicionalmente ligado à União Democrática Popular."


PC (R)

publicado por jmvfaria às 23:52 link do post
22 de Abril de 2012


Mariya Mironova

publicado por jmvfaria às 09:45 link do post
22 de Abril de 2012

publicado por jmvfaria às 09:23 link do post
Rating
Relógio
Site Meter
Site Meter
Abril 2012
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
29
mais comentados
mais sobre mim
pesquisar
 
últ. comentários
" ... e até para dizer duas palavras tem de as esc...
Acabaste, cm este teu comentário, por demonstrar a...
Olha quem fala! Considerando que a CMV põe todas a...
Não pá. Têm-lhe de escrever as palavras para ele l...
Deixa-te de alucinações ó rapaz! Ainda não percebe...
Já sabia que isto ia acontecer antes do chegar o V...
O PSD e o CDS em Vizela com cinco vereadores...TEN...
Sinceramente, acho que está errado... A minha prev...
O Costa de Sto Adrião em 16 anos não condseguiu re...
Tem de escrever para fazer discursos? Mas se escre...