30
Set 14

 

("...)9. A REFUNDAÇÃO DEMOCRÁTICA DO BLOCO DE ESQUERDA

 

a)      É fundamental relançar o Bloco de baixo para cima. Os aderentes são o esteio da organização. Esgotou-se o tempo dos dirigentes iluminados, apoiados num aparelho construído na base da fidelidade política, profundamente desconfiado em relação às bases, ditando orientações, campanhas e iniciativas, mas alheios à realidade social e aos problemas e aspirações da população pobre, agredida pela política de direita. A base do Bloco é o mais poderoso interface com a sociedade, onde se constrói o enraizamento orgânico quotidiano, em torno dos problemas concretos – das questões do trabalho, do ambiente da qualidade de vida, da defesa dos serviços públicos, mas também onde se combate a inculcação ideológica da direita, o conservadorismo religioso, onde se disputa a hegemonia de pensamento, seja nos direitos humanos nos feminismos, nas questões LGBT, na juventude, nos direitos dos animais, no pensamento crítico sobre as grandes questões nacionais e internacionais da contemporaneidade.

 

b)      A vida interna do Bloco tem de ser profundamente democrática, de modo a enquadrar os seus aderentes que, dotados de autonomia nos movimentos e frentes onde intervêm, possam ter nos núcleos e nas comissões locais o apoio e o alimento político geral que confere consistência à sua intervenção quotidiana.

 

 

c)      As estruturas de base precisam de um funcionamento mais regular e continuado, da multiplicação de assembleias onde todos os aderentes possam participar com a sua presença e com a sua voz, onde a política tem assento, onde a sua opinião vale, onde contactam com os assuntos da vida interna, numa perspectiva tanto crítica como propositiva. Neste contexto, o Bloco deve abrir as suas estruturas à participação de simpatizantes formalizando-a estatutariamente mas salvaguardando a exclusividade do voto aos aderentes. As sedes constituem espaços indispensáveis para a vivificação da vida interna do Bloco, enquanto espaços abertos de encontro, onde se reúne e se discute, espaços de trabalho e de tertúlia, pontos de intersecção de uma multiplicidade de intervenções, de encontro de activistas, de simpatizantes e amigos, onde se semeia pensamento crítico e alternativo.

 

d)      A participação deve ser presencial, tanto nas reuniões e assembleias como nos processos electivos ou referendários. O voto por correspondência, frequentemente abusivo e utilizado como forma de arregimentação organizada, por vezes maioritário em relação ao voto presencial, constitui uma entorse ao funcionamento democrático do Bloco. O princípio da representação proporcional, resultante da apresentação de várias listas aos diferentes órgãos do Bloco, deve estar presente em todos os escalões, desde os núcleos e Comissões concelhias à Comissão Política. A quota deve ser encarada como um vínculo primeiro do aderente à organização e os casos de manifesta dificuldade financeira não devem dar lugar à isenção, mas a formas simbólicas que continuem a expressar esse mesmo vínculo, devendo cada aderente nessas circunstâncias propor, com total liberdade, a quantia com que pode contribuir anualmente para o partido. O processo de relançamento do Bloco de Esquerda deve ser acompanhado do processo de reactualização do recenseamento dos aderentes, verificando as situações em que não ocorreu qualquer pagamento de quota ou os casos em que a última quota paga data de anos bastante atrasados. Os cadernos de recenseamento devem espelhar de modo permanente a realidade orgânica.

 

e)      O quadro de funcionários deve combinar de forma equilibrada as necessidades centrais com o apoio às organizações locais e o processo de recrutamento dos funcionários deve ser por concurso interno com critérios de selecção antecipadamente anunciados, mediante candidatura dos aderentes interessados, avaliada pelas estruturas respectivas, designadamente sob a forma de entrevista e, se necessário, votada nos plenários de aderentes no caso dos funcionários locais.

 

As organizações distritais constituem estruturas fundamentais na coordenação da actividade de âmbito regional, na discussã 

a)      O quadro de funcionários deve combinar de forma equilibrada as necessidades centrais com o apoio às organizações locais e o processo de recrutamento dos funcionários deve ser por concurso interno com critérios de selecção antecipadamente anunciados, mediante candidatura dos aderentes interessados, avaliada pelas estruturas respectivas, designadamente sob a forma de entrevista e, se necessário, votada nos plenários de aderentes no caso dos funcionários locais.

                                                                                                  

b)      As organizações distritais constituem estruturas fundamentais na coordenação da actividade de âmbito regional, na discussão dos problemas concelhios e interconcelhios, cuja importância ou gravidade ultrapassa esse âmbito e, sobretudo, no estádio actual da nossa organização, no apoio à implantação e ao enraizamento local. O carácter autónomo do grupo parlamentar não deve significar a sua sobreposição à direcção do Bloco, cujas linhas de orientação política deve saber adequar à especificidade e ao impacto da sua intervenção, articulando-se ainda com as estruturas regionais, em cujas reuniões deve participar. A solução de coordenação a dois, adoptada na última Convenção, não resolveu nenhum dos nossos grandes problemas internos ou de representação, não contribuiu para unir o Bloco e, nesse sentido, falhou. Perante essa situação e o definhamento orgânico, defendemos um sistema de coordenação colectiva baseada na Comissão Política e assente num conjunto de porta-vozes para as grandes áreas de intervenção, sem perder de vista que a Mesa Nacional é o principal órgão de direcção entre convenções, devendo por isso ser revalorizado o seu funcionamento.

Toda a prioridade às organizações de base no sentido do enraizamento e da actividade concreta de cada aderente a partir do seu local de residência ou de trabalho, institucionalização dinâmica da democracia, participação e transparência, ousadia no alargamento das nossas fileiras, configuram o sentido da transformação do Bloco de Esquerda num partido de massas.

 (...)

 

Margarida

publicado por José Manuel Faria às 09:40

29
Set 14

 

António José Seguro perde por mais de dois terços por que errou em toda a linha em sua escolha estratégia e tácticas absurdas.

Logo após o desafio de Costa, Seguro e sua comissão política nacional exigiam ao Conselho Nacional a realização de um Congresso Extraordinário electivo o mais breve possível (realizado antes de Agosto): nesse momento, Seguro mostrava coragem e espírito lutador, as suas bases/aparelho ainda não estavam “contaminadas” pelas promessas “Costistas”e receosas pela novidade, era o domínio das “velhas” federações distritais Seguristas. Não teria havido tempo para tantos jantares e comícios e, os históricos teriam sido mais reservados – a luta estaria ao nível da eleição do maior número de delegados.

 

Sabendo Seguro que o país queria Costa e o partido a sua pessoa, este entrega o lugar em disputa ao rival quando insiste nas primárias para independentes, foi a oportunidade de ouro para Costa através do lema ”inscreve-te simpatizante e vota Presidente de Câmara de Lisboa e homem político da quadratura do círculo”.

 

A novidade de Seguro, “directas a simpatizantes”, trucidou o seu criador.

 

 

Nota de imprensa

 

A Comissão Política Concelhia de Vizela do Partido Socialista, na pessoa do seu Presidente, congratula-se por mais uma vez apoiar o candidato vencedor, obtendo nestas Eleições Primárias, o melhor resultado (78%) do Distrito de Braga.

Resultados:

 

Número de inscritos no Caderno Eleitoral: 1982

 

Número de votantes: 883

 

Votos na Candidatura de António Costa: 690

 

Votas na Candidatura de António José Seguro: 187

 

Votos brancos: 1

 

Votos nulos: 5

 

Aproveita ainda a oportunidade para agradecer a todos os militantes e simpatizantes do Partido Socialista por tão expressiva adesão a esta Eleição, contando com todos para as próximas disputas eleitorais.

 

P´la Comissão Política

 

João Polery

publicado por José Manuel Faria às 09:15

28
Set 14

publicado por José Manuel Faria às 08:53

27
Set 14

 

António Costa - 52%..................71%

 

António José Seguro - 44%..........28%

 

Brancos & Nulos - 4%

 

Abstenção - 35%

publicado por José Manuel Faria às 08:23

26
Set 14

publicado por José Manuel Faria às 08:25

25
Set 14

"O secretário geral da UGT veio esclarecer-nos do feliz facto de um trabalhador brindado com o aumento de salário mínimo poder agora pagar uma explicação ao seu filho. Uma. É mais ou menos o mesmo que dizer-lhe que pode comprar uma colcha de chita para a sua cama estilo Luís XIV"

publicado por José Manuel Faria às 10:48


 - "Olhando de perto, um sonho não é uma coisa sem perigo. É como uma pistola com dois gatilhos. Se vive muito tempo acaba por ferir alguém."
- "O mais triste é que a única coisa que se pode fazer durante oito horas por dia é trabalhar."
 - "Pode confiar-se nas pessoas más: nunca mudarão.
- "Para ser grande é preciso ter 99 por cento de talento, 99 por cento de disciplina e 99 por cento de trabalho."

 

publicado por José Manuel Faria às 10:15

24
Set 14

publicado por José Manuel Faria às 18:01

 

"Acordo será assinado esta tarde na sede da Concertação Social. Primeiro-ministro estará presente. Salário mínimo nacional sobe para os 505 euros mensais, já a partir de outubro. TSU baixa 0,75% para empresas que paguem o ordenado mínimo."

publicado por José Manuel Faria às 16:05

publicado por José Manuel Faria às 09:02

23
Set 14

 

Senhor Primeiro-Ministro: responda você mesmo!

 

De acordo com notícias vindas a público, o Primeiro-Ministro Pedro Passos Coelho terá invocado, em 1999, o regime de exclusividade enquanto foi deputado à Assembleia da República para poder requerer, como seria de direito na época, um subsídio de reintegração, até 2006 facultado aos deputados no término do seu mandato. Este subsídio ascendeu a um valor na ordem dos 60 mil euros e foi efetivamente recebido pelo atual Primeiro-Ministro. Contudo, de acordo com as referidas notícias, Pedro Passos Coelho poderá ter auferido nos mesmos anos rendimentos incompatíveis com o regime de dedicação exclusiva,  como poderá, caso os tenha efectivamente recebido, tê-los ocultado das respetivas declarações anuais de IRS.

 

A confirmarem-se, estas dois presumíveis factos revestem uma enorme gravidade do ponto de vista da ética pública, pondo em causa a integridade política do chefe do Governo de Portugal, independentemente da prescrição de alguma ilicitude que possa vir a ser revelada.

 

O LIVRE não compreende por que razão o Primeiro-Ministro afirma dever ser a Procuradoria Geral da República, e não ele próprio, a esclarecer os seus rendimentos passados. Pedro Passos Coelho deve responder a esta pergunta pessoalmente, e de forma cabal, e não remeter para terceiros essa responsabilidade. E, ao dar essa resposta, deve assumir todas as consequências inerentes a um exercício de cargos públicos como deputado e Primeiro-Ministro que deve ser impecável e acima de toda a suspeita. O  LIVRE exige politicamente que o Primeiro-Ministro dê um esclarecimento completo, inequívoco e imediato dos factos noticiados.

publicado por José Manuel Faria às 18:20

 

"O documento, a que o PÚBLICO teve acesso, e que foi discutido no passado fim-de-semana num plenário em Coimbra, levantou polémica. Os coordenadores ficaram mesmo encarregues de elaborar uma proposta mais clara sobre eventuais áreas a partilhar. Com a garantia de que não haverá dois coordenadores e um porta-voz, como redigido numa primeira versão, mas dois líderes com responsabilidades idênticas, embora com funções distintas.

O modelo não está fechado, mas a divisão de tarefas pode passar pelos pelouros de cada um no Parlamento, na organização do partido, nos contactos institucionais ou até na elaboração de programas eleitorais. “Uma fórmula que potencie mais as competências específicas e o perfil de cada um”, explica ao PÚBLICO o dirigente Jorge Costa.

“Não faz sentido continuarem os dois a fazer o mesmo”, diz outro dirigente, que acrescenta que é preciso “valorizar essa ideia de que a Catarina Martins diz na cara do adversário o que mais ninguém tem coragem e de que João Semedo é uma pessoa a quem compraríamos um carro usado”.

Apesar das “virtualidades reveladas pelo modelo” a dois, a moção refere que “o Bloco pagou o preço de ser o primeiro partido português a estabelecer a paridade na sua representação”. O partido reconhece vários erros e hecatombes eleitorais, definido o próximo conclave como o mais importante desafio desde a sua fundação."

 

BE

publicado por José Manuel Faria às 08:53

publicado por José Manuel Faria às 08:31

22
Set 14

 

O encerramento dos tribunais tem como principal objectivo o fim de grande parte dos municípios - foi dito no p&C da RTP 1, e não foi desmentido pelo Secretário de Estado da Justiça.

publicado por José Manuel Faria às 23:53

 

 

Presidente Dinis Costa, ocupa a melhor posição de sempre na Comissão Política Distrital

 

O XVI Congresso Distrital de Braga do Partido Socialista, elegeu a nova Comissão Política Distrital, a Comissão Federativa de Jurisdição e a Comissão Federativa de Fiscalização Económica e Financeira.

Os delegados, reunidos no passado sábado em Amares, deram uma maioria expressiva à moção “Unir, Fortalecer e Vencer” do Camarada Joaquim Barreto.

A Concelhia de Vizela, esteve representada por 19 Delegados, e conquistou posições interessantes nos Órgãos Federativos.

A lista da Comissão Política Distrital integra Dinis Costa, Dora Gaspar, Vitor Hugo Salgado e Manuel Pedrosa.

Já a lista da Comissão Federativa de Fiscalização Económica e Financeira integra Mário José Oliveira.

Monique Rodrigues integra, a lista Comissão Federativa de Jurisdição.

Obteve ainda um lugar no Secretariado da Federação (Órgão a eleger em próxima Comissão Política) que será ocupado por João Polery.

O Congresso encerrou com os discursos de Joaquim Barreto, recém-eleito Presidente da Federação Distrital de Braga e Francisco Assis.

publicado por José Manuel Faria às 20:25

publicado por José Manuel Faria às 11:03

 

23 de setembro de 1919. Há 95 anos, o sonho de uma noite de Verão tornava-se realidade. Apadrinhado por Afonso de Albuquerque, e com jogadores de vários clubes como fundadores, nasce um clube que tem como objetivo unir os rapazes de Belém. 

O fundador 

Nascido em Belém em 1889, um ano depois do futebol ter chegado a Portugal pela primeira vez, Artur José Pereira foi considerado o melhor jogador dos primeiros tempos do futebol nacional. 

 

Filho de uma família humilde, começou a praticar desporto nas ruas do bairro. Além do futebol, adorava o ciclismo. Mas a bola era a grande paixão. Com 14 anos começou a jogar no clube do seu bairro, o Sport União Belenense. Mudou-se depois para o Sport Lisboa, clube também de Belém, mas que um ano depois se fundiu com o Grupo Sport Lisboa e deu origem ao Sport Lisboa e Benfica. Tinha 18 anos. 

Esteve sete anos no Benfica, acumulando com o trabalho numa farmácia, e foi com muito do seu talento que nos primeiros anos de vida o clube encarnado arrecadou quatro campeonatos de Lisboa, três consecutivos. Em 1913, representando a seleção de Lisboa, Artur José Pereira esteve numa digressão ao Brasil que lhe valeu vários convites de clubes locais. Não aceitou e quis regressar a casa. Em 1914 entrou em litígio com os dirigentes encarnados e foi suspenso por Cosme Damião durante seis meses. Despediu-se do Benfica e dos dérbis pela águia na época 1913/14, com uma goleada ao Sporting, a 12 de outubro, marcando o segundo de quatro golos sem resposta; e um 3-0, a 8 de março, com um bis do irmão Francisco Pereira. 

 

 

Protagonizou então a primeira grande transferência da história do futebol português, tornado-se o primeiro jogador pago. Trocou as águias pelo rival Sporting, recebendo 36 escudos por mês e tendo prioridade nos banhos quentes. Tinha 25 anos e começavam os problemas com o álcool, mas Francisco Stromp tratou de colocá-lo na linha. 

Ao fim de cinco anos no Sporting, e mais dois títulos de Lisboa, um na primeira época, o outro na última, com uma vitória por 2-1, na segunda mão do desempate para apuramento de campeão, frente ao Benfica, a 20 de Julho de 1919, pediu dispensa. Não queria deixar o futebol sem voltar a Belém e resolveu fundar um novo clube. Um clube de Belém, em Belém. 

 

 Artur José Pereira, o irmão Francisco Pereira, Henrique Costa, Carlos Sobral, Joaquim Dias, Júlio Teixeira Gomes, Manuel Veloso, e Romualdo Bogalho encetaram as primeiras conversas para a formação do Belenenses. Foram consultados Virgílio Paula e Reis Gonçalves, figuras proeminentes da altura, que deram caloroso apoio à iniciativa e, novas reuniões e alguns aderentes depois, a ideia ganha corpo definitivo. 

A 23 de setembro de 1919 é resolvida em definitivo a fundação do verdadeiro clube de Belém: «Os Belenenses». Apesar de mentor, Artur José Pereira recusou ser o sócio número 1, dando ao mais velho, Henrique Costa, essa honra. Não quis sequer ser presidente, ou assumir cargo de direção. Queria jogar. 

O Belenenses começou por treinar nas Terras do Desembargador, onde o extinto Sport Lisboa jogava, e logo depois numa nesga de espaço junto à Praça Afonso de Albuquerque, onde está o banco de jardim da fundação. Depois, devido à súbita e inesperada afluência de curiosos, adeptos e novos jogadores, começaram a ocupar um novo espaço contíguo às Terras do Desembargador, junto ao casario de Belém. Nascia assim o Campo do Pau de Fio, assim chamado porque estava ali «plantado» um poste telegráfico, junto à linha divisória do terreno de jogo. 

 

A curiosidade do povo de Belém pelo novo clube aumentava e as pessoas juntavam-se debaixo das colunas e nas varandas das casas para ver os jogadores. Numa delas, conta a História, até o Presidente da República Manuel Teixeira Gomes assistiu a treinos e jogos do Belenenses. 

O primeiro «balneário» era na própria casa da família de Artur José Pereira e os equipamentos, com a Cruz de Cristo ao peito, eram confecionados por familiares dos jogadores. 

Para a participação regular no Campeonato de Lisboa, na altura a competição mais importante do país, o Campo do Pau de Fio não reunia as condições necessárias, pelo que o Belenenses passou a realizar os jogos oficiais em campo emprestado: o Stadium do Lumiar. 

O arranque

O primeiro grande jogo da equipa do Belenenses realizou-se no dia 8 de novembro de 1919, no Campo Grande, com a formação de Belém a perder com o Vitória de Setúbal por 1-0 na disputa da Taça Associação. 

 

A equipa azul foi constituída nesse jogo pelos seguintes jogadores: Mário Duarte (guarda-redes), Romualdo Bogalho, Carlos Sobral, Francisco Pereira, Artur José Pereira, Arnaldo Cruz, Aníbal dos Santos, Edmundo Campos, Manuel Veloso, Alberto Rio e Joaquim Rio. 


A prova de fogo do novo clube chegou logo em 1920, com o início do 13º Campeonato de Lisboa (1919/20). E na série de grupos logo calhou o Benfica como adversário. O outro era o CIF. O primeiro encontro (a 11 de Janeiro) trouxe a primeira vitória do Belenenses: frente ao difícil Internacional (o CIF) no campo deste, por 3-2. A 21 de janeiro de 1920, o Belenenses jogou o primeiro grande clássico, contra o Benfica, a quem ganhou por 2-1, no Estádio do Lumiar. 

Foi também nesse ano que o clube conquistou o primeiro troféu, a Taça «Mutilados de Guerra», organizada pela Associação de Futebol de Lisboa, vencendo na final o Sporting por 2-1. 
Após dois anos com a camisola do tão ansiado clube, e com a rivalidade entre os clubes de Lisboa ao rubro, Artur José Pereira deu por terminada a carreira. Tinha 33 anos e tinha cumprido o sonho. A semente estava lançada em Belém e continuaria a florescer.
A alternativa, por um Belenenses vencedor: Vote Lista A.sócio n: 16 073

publicado por José Manuel Faria às 09:45

publicado por José Manuel Faria às 08:21

21
Set 14

publicado por José Manuel Faria às 08:39

20
Set 14

publicado por José Manuel Faria às 08:16

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