31
Jan 15

 

 

Duarte Marques considera que declarações do ministro das Finanças helénico sobre juros da dívida podem colocar em causa a recuperação de Portugal.

 

 

publicado por José Manuel Faria às 21:01

publicado por José Manuel Faria às 10:39

30
Jan 15

 

publicado por José Manuel Faria às 23:06

 

Os pelouros distribuídos ao Vereador André Castro, em regime de meio tempo, são:

Apoio jurídico;

Recursos Humanos;

Mercados e Feiras; 

Trânsito municipal;

Formação;

Parque automóvel

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4371523

publicado por José Manuel Faria às 08:45

29
Jan 15

 

"A proposta de alteração dos estatutos subscrita pelo secretário-geral, António Costa, que consagra, entre outras mudanças, a possibilidade de os simpatizantes poderem votar nas eleições primárias e directas, foi aprovada no congresso por “larga maioria”. A reunião magna aprovou também o regresso dos poderes electivos para os congressos extraordinários e o cenário de o secretário-geral ser derrubado em Comissão Nacional por moção de censura aprovada com maioria absoluta dos votos.

Mas a proposta que maior expectativa está a gerar prende-se com as eleições primárias para a escolha dos candidatos a deputados à Assembleia da República e a presidente de câmara.

Um dirigente partidário reconheceu existirem alguns receios em relação a esta alteração. “Tenho recebido informações de que o PS não se sente confortável”, admitia ontem esse quadro socialista ao PÚBLICO. A razão para tal é que a proposta retira poder de decisão às estruturas internas do partido na escolha de candidatos à Assembleia da República e às câmaras".

 - Os deputados e presidentes/veradores de sempre do PS, receiam as novas regras electivas, pois, deixam de ter o lugar assegurado pelo amigo/s da  concelhia e/ou distrital, serão as bases e os simpatizantes a escolherem os seus reprsentantes

 - A política às vezes é um quebra/cabeças.

PS

publicado por José Manuel Faria às 09:04

28
Jan 15

 

 

 Ministro das Finanças: Yanis Varoufakis.

 

- Suspenção imediata do processo de privatização;

 - Energia gratuita a 300 mil casas de famílias carenciadas;

 - A subida do salário mínimo na Grécia, de 586 euros para 751 - 22%

publicado por José Manuel Faria às 17:11

 

A criação da base de dados de registo criminal de autores de crimes sexuais contra menores tem sido contestada por vários setores.

 

Apesar das críticas, a ministra da Justiça insiste em avançar com a medida. Paula Teixeira da Cruz considera que está em causa o superior interesse da criança.

O objetivo é que os autores de crimes sexuais passem a figurar numa lista eletrónica, que poderá ser consultada por pais de jovens menores de 16 anos.

(com Sandra Henriques)

publicado por José Manuel Faria às 08:57

Caro/as  Subscritore/as:

A candidatura cidadã Tempo de Avançar elegerá o Conselho do movimento no próximo dia 31 de janeiro aquando da Convenção que se realizará no Fórum Lisboa.

Para esta eleição, são admitidas candidaturas por lista, com pelo menos 20 subscritores ordenados, e candidaturas individuais, apresentadas uninominalmente, dispondo cada uma destas formas de candidatura de formulário próprio que junto disponibilizamos, podendo a partir deste momento ser preenchido.

Este processo de apresentação de candidaturas, sejam individuais sejam na forma de listas, permanecerá aberto até às 14h30 do dia da Convenção, cumprindo ao Secretariado ir fazendo a sua divulgação, via email, a todos os subscritores.

Pedimos a atenção para o facto de que cada subscritor apenas pode candidatar-se uma vez a esta eleição do Conselho, pelo que não pode candidatar-se por mais do que uma lista, nem pode candidatar-se por lista e simultaneamente através de candidatura uninominal.

Pedimos ainda atenção para a condição de que as listas candidatas sejam ordenadas de maneira a que em cada três lugares da ordenação não haja mais de dois candidatos do mesmo género.

A participação de todos neste processo é muito importante!


Caso ainda não se tenha inscrito na Convenção e deseje participar, pode fazer a sua inscrição aqui.

É Tempo de Avançar!

O Secretariado

publicado por José Manuel Faria às 08:42

27
Jan 15

 

"Segundo a GNR, na segunda-feira, dia 26, nas imediações da Escola Secundária de Vizela, um jovem foi abordado pelos militares tendo-lhe sido levantado um auto de contraordenação por ter na sua posse 0,01 g. de haxixe. O jovem foi notificado a comparecer hoje na Comissão para a Dissuasão da Toxicodependência de Braga.  "

rv

publicado por José Manuel Faria às 18:30

 

O objectivo é levar mais longe a conciliação entre a democracia representativa e a democracia participativa. Concretizando: elaborar um programa de governo, ouvindo e colhendo contributos do maior número de pessoas possível e elaborar listas eleitorais às legislativas através de primárias abertas a todos. 

A Candidatura Cidadã Tempo de Avançar é, assim, um passo em frente na modificação de procedimentos eleitorais que o Livre tem introduzido na política portuguesa. Depois de nas europeias de 2014 terem feito listas de candidatos através de primárias, agora repetem a experiência mas alargando o universo a vários movimentos e independentes. A ideia é que todas as pessoas possam propor e ser propostas como candidatas e votar depois na escolha dos nomes que entrarão na lista apresentada no Tribunal Constitucional. “As primárias vão fazer com que, pela primeira vez, a escolha dos representantes dos cidadãos à Assembleia da República passe por um processo que não depende das direcções de partidos”, afirma Rui Tavares.

Para que isso seja possível, a Convenção da Candidatura Cidadã Tempo de Avançar, que se realiza no próximo domingo, aprovará um conjunto de documentos. Um será de orientação política, outro sobre o funcionamento orgânico da Tempo de Avançar e a eleição dos membros dos órgãos do movimento. Mas também irá ser aprovado o regulamento das primárias. Além das grandes linhas programáticas. Já depois da Convenção “segue-se o processo de elaboração do programa eleitoral propriamente dito, medida a medida, conteúdo a conteúdo”, tal como a preparação das primárias, explica Tavares.

Entre os que estão neste processo destaca-se a Associação Fórum Manifesto formada por ex-membros do BE, nomeadamente os que se afirma m herdeiros da Política XXI, partido fundador do Bloco. “Esta aproximação entre Livre e Manifesto e outras associações é algo de novo”, explica Ana Drago, antiga deputada pelo BE e dirigente do Manifesto. “Percebemos que não chega formar organizações e somar organizações, é preciso criar um espaço de construção de programa. O momento que o país vive tem que dar consciência de que é preciso criar espaços para dar respostas que sejam mais do que somar forças.”

Assim o objecto é elaborar também um programa eleitoral de forma nova. Rui Tavares explica que tudo nasceu perante a incapacidade de os partidos parlamentares de esquerda se entenderem. Já em 2012 lançou o Manifesto por uma Esquerda Livre com pessoas como Renato Carmo, André Barata, Marta Loja Neves, Vera Tavares e Safaa Dib, que hoje estão no Livre.

“Era o nosso grito de alma acerca da esquerda europeia e portuguesa, na tentativa até de não fazermos partido. Era um alerta. Não houve mudança nos partidos de esquerda, não houve diálogo para a mudança e evoluímos para a ideia de partido como catalisador dessa dinâmica”, precisa Tavares.
E acrescenta que, “se do ponto de vista partidário o apelo era solitário, do ponto de vista da sociedade ele era prevalente”. Por isso decidiram evoluir para um partido que sirva de jangada a um movimento no mar eleitoral das legislativas. “Vamos envolver centenas de cidadãos pelo país todo. Há uma participação cívica diferente”, garante Tavares.

Mas Rui Tavares adverte que as inovações não terminam no dia das eleições. “Uma das coisas mais importantes deste processo é o que se passará das eleições para a frente, no momento em que a Candidatura Cidadã se transformar em Legislatura Cidadã”, garante o ex-eurdeputado, que insiste na ideia de que o movimento Tempo de Avançar “não morrerá no dia das eleições: vai durar quatro anos de legislatura, para trazer mais qualidade e mais reflexividade, para que a representação seja uma via de dois sentidos.”
Isso significa que “o movimento continuará o trabalho local, com assembleias locais, com assembleias cidadãs, com o objectivo de debater propostas legislativas e para debater e aprovar um programa governativo. Passa a ser mais exigente, porque para levar o compromisso da maioria terá de ser muito detalhado nos conteúdos.

público

 
 

publicado por José Manuel Faria às 08:29

26
Jan 15

 

publicado por José Manuel Faria às 08:34

25
Jan 15

 

Contados mais de 70% dos votos, o Syriza encontra-se a apenas dois deputados da maioria absoluta e vence com 36,03% dos votos.

Syriza
149
36,03 %

Nova Democracia
77
28,15 %

Aurora Dourada
17
6,35 %

To Potami
16
5,95 %

Partido Comunista
15
5,43 %

PASOK
13
4,75 %

Gregos independentes
13
4,70 %

publicado por José Manuel Faria às 22:26

 

 

Hoje é um dia importante. Espero que o partido Syriza ganhe as eleições com maioria absoluta. Alexis Tsipras é inteligente, corajoso, grego e europeu: não quer que a Grécia deixe de usar o euro.

Se ganhar com maioria, fará frente à União Europeia e defenderá uma união financeira que ajudará os países mais pobres, como Portugal.

Portugal não pode continuar a fingir que é diferente da Grécia. Não é. A Espanha, maior, também sabe que faz parte do mesmo grupo do savoir vivreque inclui a Itália inteira e quase toda a França.

A verdade é que existe — e sempre existiu — uma Europa do Sul, em que cada país se dividiu, inutilmente, entre Norte e Sul.

Se o Syriza ganhar (ou perder), devemos abraçá-lo e solidarizarmo-nos com ele. As eleições nacionais são a última afirmação da escolha política.

Poderia haver na Grécia um partido que, ao contrário do Syriza, quisesse sair do euro e voltar ao drachma, poupando biliões. Até há. Mas não têm hipótese de ganhar.

Os poderes do Norte da União Europeia querem dividir-nos e obrigaram-nos a competir entre nós, para descobrirmos quem é o escravo mais cumpridor.

Não 

há maior beleza do que a união política dos pobres e devedores. Obrigarmo-nos a ser de direita ou de esquerda é a mais horrenda manobra divisionista.

Hoje é domingo e a eleição na Grécia atira-nos para o silêncio. Isso é que era bom. Hoje queremos que ganhe o Syriza e, por conseguinte, as opiniões portuguesas que ainda sonham com um mínimo de liberdade.

Assim seja.

MEC

publicado por José Manuel Faria às 09:39

24
Jan 15

"(...)É esta «Europa», decadente, em crise e em que o medo e a chantagem são armas de domínio, que vai também estar em julgamento nas eleições do próximo domingo na Grécia. Um país destruído economicamente, asfixiado por uma dívida imposta, vendido a retalho e ao preço da chuva ao  

grande capital estrangeiro, completamente submetido aos ditames dos seus «credores» e senhores e com um povo a sangrar feridas sociais, de dignidade e de soberania – é este País que vai a votos no domingo. Um povo massacrado e ferido, mas também um povo que há quase uma década protagoniza lutas sociais e de massas de grande envergadura para as quais o movimento sindical de classe e os comunistas gregos deram e dão contributos decisivos.

 

O desejo popular de mudança e de recusa das políticas do PASOK, da Nova Democracia, da troika e da União Europeia é mais do que evidente. Isso é já uma vitória para a Grécia, indissociável da luta popular. E é uma derrota para a União Europeia do capital e do medo. O povo grego está a demonstrar coragem, quer mudar e acredita numa mudança real substantiva. Essa é a razão por que, nervosos, os «donos disto tudo» se lançaram numa imunda campanha de chantagens e pressões contra a liberdade de expressão e de decisão do povo grego. Porque a liberdade do povo põe, como sempre, em causa a «liberdade» de mandar, de explorar e oprimir. Compete às forças políticas gregas interpretar e respeitar este fundo sentimento nascido da luta, que é propriedade exclusiva do povo. Porque, tal como em Portugal, será com o povo e a sua luta que se podem operar as rupturas necessárias para a Grécia respirar liberdade, justiça, dignidade, desenvolvimento, progresso e soberania. O tempo na Grécia e na Europa não é de meias verdades e muito menos de novos cozinhados para as mesmas receitas. É de construção de um futuro novo que exige rupturas, coragem, verticalidade e frontalidade. E que não tolerará enganos ou desilusões."

avante

 

publicado por José Manuel Faria às 17:33

A coligação de Esquerda Syrisa (doze partidos e movimentos) vai governar a Grécia da União Europeia e do Euro com um programa político alternativo: anti/austeritário, anti/pacto orçamental e discussão “olhos nos olhos” com os credores, acertando datas, juros e perdões de dívidas. Apresenta aos gregos uma equipa governativa sem cartas escondidas e, o povo Grego colocará em vigilância os Camerons e Holands desta Europa. A banca e os mercados observam com preocupação, o surgimento de políticas novas mas não terão outra solução que não seja a de aceitar/aguardar para ver no que dá.

Há a possibilidade de criar um Syrisa nacional através da construção duma grande coligação a lutar pelos 10/15% ou mais- LIVRE/Tempo de Avançar; BE, Juntos Podemos, PAN e militantes independentes da área socialista com um programa mínimo, um candidato a PM e vários ministeriáveis - a direita, o PS e PCP perderiam noites de sono.

 

publicado por José Manuel Faria às 09:31

23
Jan 15

 

Chanceler alemã vai prestar homenagem, Barroso já tinha sido condecornagem a Durão Barroso pelo trabalho desenvolvido em "tempos difíceis" à frente da Comissão Europeia. Desde que abandonou o cargo em outubro, Barroso já tinha sido condecorado por Belém-

publicado por José Manuel Faria às 10:10

 

publicado por José Manuel Faria às 09:17

 

publicado por José Manuel Faria às 08:47

22
Jan 15

 

A propósito: Uma pergunta altamente ingénua - O Presidente da República, Cavaco Silva, dará posse a um governo de Coligação PSD/CDS, caso vença com maioria relativa? Se não, Passos e Portas irão pedir apoio a quem? Ao Marinho!

publicado por José Manuel Faria às 08:37

21
Jan 15

"O parlamento vota hoje três diplomas do Bloco de Esquerda e "Os Verdes" sobre adoção por casais homossexuais e um do PS que sobre co-adoção, sendo este último aquele que reúne maiores hipóteses de ser aprovado."

publicado por José Manuel Faria às 08:43

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