30
Set 15

Artistas, intelectuais e investigadores assinam um manifesto de apoio ao Livre/Tempo de Avançar.
Segue em baixo o texto e os signatários.

Manifesto: artistas, intelectuais e investigadores apelam ao voto no Livre/Tempo de Avançar

É tempo de mudar.
Vivemos os piores anos da história do país em democracia. Anos de empobrecimento, emigração maciça, desmantelamento do Estado Social e assalto aos valores constitucionais. Anos em que a nossa dignidade foi posta em causa. Anos de retrocesso conservador nas escolas, de asfixia da criatividade, de desprezo pelo conhecimento, pela ciência e pela cultura. Anos de expulsão do país, por via da emigração forçada, das gerações mais bem preparadas que Portugal conheceu.
Este tempo tem de terminar. Mas o seu fim não pode corresponder a um regresso ao passado. É tempo de agitar as águas estagnadas da política portuguesa. De mudar mesmo a vida política e cívica nacional. Com a emergência de quem garanta uma governação ancorada nos valores da esquerda, livre de interesses estranhos ao bem público e com a coragem de assumir responsabilidades.
Votamos Livre/Tempo de Avançar porque consideramos ser a melhor garantia de que a governação de austeridade termina mesmo no dia 4 de outubro. E porque não nos resignamos a um mal menor. É certo que nos queremos livrar da direita radical que nos governa. Mas não nos chega uma austeridade moderada. Recusamos a continuação, mesmo que mais lenta, da decadência do país e da democracia.Também não basta a esquerda que se contenta com a confortável razão de não fazer parte das soluções que mudem a vida concreta dos portugueses.
A democracia precisa de se reinventar para respirar. Ao escolher os seus candidatos através de eleições primárias e construir o seu programa eleitoral com a participação aberta dos cidadãos e cidadãs, o LIVRE/TEMPO DE AVANÇAR deu um corajoso passo para fortalecer uma democracia em crise. À linguagem paternalista e castigadora da direita não responde com populismo vazio de proposta. Responde com programa, debate e participação. Porque também é tempo da política e da cidadania serem mais exigentes. De salvar a democracia para que a democracia nos salve a nós.
Por tudo isto, e porque queremos que estas eleições sirvam para começar a vencer a resignação e mudar o país e a esquerda, votamos LIVRE/TEMPO DE AVANÇAR.

 

Abílio Hernandez (professor universitário)

André Gago (actor)

António Pinho Vargas (músico, compositor)

André Teodósio (actor, encenador)

Bárbara Bulhosa (editora)

Boaventura de Sousa Santos (sociólogo, professor universitário)

Carlos Nobre Neves - Carlão (músico)

Catarina Mourão (cineasta)

Cristina Branco (fadista)

David Marçal (investigador)

Dulce Maria Cardoso (escritora)

Fernando Vendrell (cineasta)

Jacinto Lucas Pires (escritor)

João Leal (antropólogo)

João-Maria Freitas de Branco (filósofo)

Jorge Malheiros (geógrafo, professor universitário)

Jorge Vala (psicólogo social, professor universitário)

José Gigante (arquiteto)

José Manuel Tengarrinha (historiador, professor jubilado)

José Mário Silva (crítico literário)

José Mattoso (historiador, professor jubilado)

José Reis (economista, professor universitário)

José Vítor Malheiros (consultor de comunicação, ex-jornalista)

JP Simões (músico)

Júlio Machado Vaz (médico psiquiatra)

Marcos Barbosa (encenador)

Maria Augusta Babo (professora universitária)

Maria João Cantinho (ensaísta e poeta)

Pedro Vieira (jornalista)

Raquel Henriques da Silva (historiadora de arte),

Ricardo Araújo Pereira (humorista)

Ricardo Cruz (músico) professora universitária)

Rui Bebiano (historiador, professor universitário)

São José Lapa (actriz)

Susana Mendes Silva (artista plástica)

Vasco Pimentel (director de som)

Vera Tavares (designer gráfica)

publicado por José Manuel Faria às 22:54

 

 

«É radical, no verdadeiro sentido da palavra. A nossa escolha é radical. Dia 4. Manter PSD e CDS no poder ou votar para os derrubar. A segunda hipótese chama-se PS. Qualquer voto no BE ou no PCP é um voto na direita. É no que a direita aposta. Na dispersão da esquerda. Dia 4 é um dia radical. Ou PSD e CDS ou PS. Os homens e as mulheres de todas as esquerdas têm o nosso destino colectivo nas mãos. Não o dividam. Dividir não é, dia 4, nem patriótico, nem de esquerda.»

Isabel Moreira

publicado por José Manuel Faria às 10:38

 

publicado por José Manuel Faria às 09:33

Anders Behring Breivik

 

A coerência de Cavaco Silva deve-o levar a não dar posse a governo sem maioria parlamentar: Coligação PSD/CDS. Resta a possibilidade, mesmo não vencendo as eleições, ao Partido Socialista de formalizar um acordo político para governar (parlamentar ou de incidência parlamentar) com o PCP ou PCP/Verdes/BE. A continuar o impasse, Cavaco "vira-se" e convida um Independente que tenha apoio parlamentar, e há vários.                                        

publicado por José Manuel Faria às 08:30

29
Set 15

 

Quem tiver vontade de ir às urnas e não querer votar em nenhuma candidatura, aconselho vivamente o voto nulo, pois, muitas vezes, mesmo muitas do branco se faz válido.

publicado por José Manuel Faria às 19:23

"Mas se tudo isto já é muito mau, pior é o relato feito por Glória Franco, candidata do Livre/Tempo de Avançar pelo distrito de Évora, de uma inusitada entrevista telefónica realizada pelo centro de sondagens da Universidade Católica (por sinal a empresa que está a fazer a tracking poll que mais avanço dá à coligação de direita). Aqui fica:

 

"- (...) Estamos a realizar uma Sondagem para a Universidade Católica e a Sra. foi seleccionada. Quer responder? (...) Em que força política votaria hoje em eleições legislativas?

- Voto no Livre/Tempo de Avançar.

- Desculpe, que partido é esse?

- Está a entrevistar-me telefonicamente e não sabe (...)?

- É o da Ana Drago, não é? Diga-me por favor: há mais alguém aí em casa, disposto a participar na sondagem?

- Há sim. Vou chamá-la. [Não havia, de facto, mas a nossa companheira quis ver até onde iria a coisa... tendo disfarçado a voz].

- Boa noite.

- Boa noite. Quer participar na sondagem da UC? (...) Em quem votaria se as eleições legislativas se realizassem hoje?

- Voto no Livre.

- Mas aí em casa votam todos no mesmo?! Obrigado pela participação e boa noite."

UC

 

 

Será caso para chatear a CNE, ou poderá esta continuar a dormir o sono dos justos, no pasa nada? "

 

publicado por José Manuel Faria às 09:13

 

publicado por José Manuel Faria às 09:05

 

Nem um voto para a coligação PSD/CDS!

A sua derrota abrirá melhores condições para a luta de todo o povo!

O povo

Saiu o Militante Socialista nº 116 (ver aqui)

publicado por José Manuel Faria às 08:12

28
Set 15

 

publicado por José Manuel Faria às 09:09

 

"28 de Setembro foi a data acordada para a manifestação da «Maioria Silenciosa» que tinha por alvo o reforço da posição do Presidente da República António de Spínola e que era apoiada pelos direitistas partidos «do Progresso» e «Liberal» É um propósito que se começou a desenhar a partir de 10 de Setembro no seguimento da concessão da independência à Guiné, que chocava com a estratégia colonial defendida por Spínola.

Os cartazes desse movimento invadiram a cidade, mas eram prontamente destruídos por militantes de esquerda.

A autorização para a realização da manifestação foi difícil de obter; o governo fez saber a sua discórdia relativamente ao seu objectivo. O COPCON preparou uma operação que incluía a prisão de membros ligados à manobra projectada. Surgiram-se apelos das forças de esquerda para que os seus militantes montassem barreiras de vigilância –barricadas - nas entradas de Lisboa. O plano da manifestação abortou e o evento acabou por não se realizar. No entanto, o distanciamento entre o Presidente da República e o MFA era cada vez mais acentuado, sobretudo depois de Vasco Gonçalves ter sucedido a Palma-Carlos. A ruptura parecia inevitável e consumou-se a 30 de Setembro. Spínola discursa à nação, denuncia as manobras dos sectores da esquerda e demite-se.

Costa Gomes ocupou o lugar deixado vago pela abdicação de Spínola e, fazendo jus à sua personalidade meticulosa, declara que aqueles que planeiam a longo prazo não têm necessidade de se preocupar com os apoios mas com a forma de agir."

publicado por José Manuel Faria às 08:37

Uma lista candidata ao Parlamento pode ter bons resultados eleitorais, por exemplo 280 000 votos/5% do total de votos e não eleger nenhum deputado. Enquanto, uma concorrente com 80 000 votos/1,5% do total, elege 3 mandatos.

publicado por José Manuel Faria às 07:57

27
Set 15

 

publicado por José Manuel Faria às 12:06

  

 

- Sondagem, RTP/Universidade Católica.

 

-340 eleitores: Norte - 100; Centro - 100; Lisboa - 113; Alentejo - 7 e Algarve - 17.

Norte: Viana do Castelo, Braga, Vila Real, Porto e Bragança: 100 inquéritos/6+19+5+39+3 - 72 deputados.....o nº da amostra é ridiculo. Várias listas ficam a 0.

 

Ficha técnica da sondagem: Esta sondagem foi realizada pelo CESOP – Universidade Católica Portuguesa para a RTP entre os dias 15 e 18 de setembro de 2015. O Universo alvo é composto pelos indivíduos com 18 ou mais anos recenseados eleitoralmente residentes em Portugal Continental em lares com telefones fixos. Foram obtidos 678 inquéritos válidos, sendo 53% dos inquiridos mulheres, 30% da região Norte, 30% do Centro, 33% de Lisboa, 2% do Alentejo e 5% do Algarve. Todos os resultados obtidos foram depois ponderados de acordo com a distribuição de eleitores residentes no Continente por sexo, escalões etários e região na base dos dados do recenseamento eleitoral e do Censos 2011. A taxa de resposta foi de 55%*. A margem de erro máximo associado a uma amostra aleatória de 678 inquiridos é de 3,8%, com um nível de confiança de 95%. * A taxa de resposta é estimada dividindo o número de inquéritos realizados pela soma das seguintes situações: inquéritos realizados; inquéritos incompletos; e recusas.

publicado por José Manuel Faria às 11:06

"Imagine um país em que as flores não murcham, os carros não fazem soar as buzinas e nem um só papel suja as ruas. Agora imagine que este país é habitado por homens que não reclamam quando chega a hora de ir trabalhar, mulheres que vestem saias abaixo do joelho e têm os cabelos acima do ombro e crianças habituadas a trocar o lápis pela vassoura no fim do dia escolar. Talvez não tenha dado sequer tempo à sua imaginação para que esta determine se é possível que exista um país assim, mas espere. Deixe-me acrescentar que nesse país não há gordos, cegos ou surdos. Também não há gays nem divorciados. Chegado a este ponto, acha impossível imaginar um país assim?"

 

"Tenho dúvidas de que a Coreia do Norte não seja uma democracia". Foi assim que em 2003, o jovem líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares, via o regime de Pyongyang, numa entrevista ao DN. 

 

 

publicado por José Manuel Faria às 10:18

26
Set 15

 

publicado por José Manuel Faria às 09:10

"Pedro Passos Coelho lançou um novo argumento a favor da maioria absoluta da coligação de direita, o risco de existir uma maioria de esquerda que bloqueie a governação e lance a instabilidade. E a consequência: o novo Governo não durar nem um ano, podendo haver novas eleições ainda antes do verão.

Se o Orçamento do Estado não for aprovado, isso pode obrigar a eleições muito pouco tempo depois. “Nós não precisamos disso”, afirmou o líder do PSD em declarações aos jornalistas em Santa Maria da Feira, onde decorre esta sexta-feira um megajantar da coligação, com cerca de seis mil pessoas.

A ameaça de chumbo do OE é real, e já foi assumida por António Costa, no caso da coligação vencer as eleições sem maioria absoluta. Essa declaração tem sido, de resto, uma das mais aproveitadas pela direita para acusar os socialistas de “radicalismo”, “esquerdização” e até “desrespeito pela escolha dos portugueses”. Esse argumento tem agora um novo passo, com a ser agitada a possibilidade do governo cair em menos de um ano, lançando de novo Portugal na instabilidade política."

PPC

 

publicado por José Manuel Faria às 08:41

25
Set 15

 foto de Manuel Marques, Jornalista de Vizela

Foi num programa realizado na Casa do Povo pela SIC sobre a constituição do Concelho de Vizela, representava o PCP, o único partido coerente na defesa da administração autonómica independente de Vizela. Creio que ocorreu em 1993/4. Que tempos!

publicado por José Manuel Faria às 17:52

 Aqui

publicado por José Manuel Faria às 10:13

 

publicado por José Manuel Faria às 09:51

 .....desconhecida

publicado por José Manuel Faria às 09:44

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