31
Mai 17

"Temos todos consciência de que se não fizermos nada no sentido da redução significativa dos gases que provocam efeito de estufa é já em 2036 que o armageddon [fim do mundo] pode estar à nossa frente. E aqui o armageddon não é um nome de filme. Atingiremos os tais dois graus acima da temperatura média do planeta, acima do que era no início da revolução industrial e a partir daí a vida na terra por razões climáticas será muito mais difícil do que aquilo com que já todos nos confrontamos”, alertou.

Para o ministro, é “uma asneira do ponto de vista de criação de riqueza, emprego e bem-estar, abandonar ou fazer perigar os compromissos de Paris”. Contudo, destacou que “aquilo que as empresas americanas investiram, nomeadamente empresas do setor do consumo, aquilo que é o papel que a própria comunidade científica americana desempenhou e desempenha, não permitirá que haja uma reversão profunda. Mas este sobressalto será certamente preocupante”.

Ministro, Marques Fernandes

publicado por José Manuel Faria às 21:32

 

Centenas de milhares de trabalhadores da Administração Pública encerraram centenas de serviços, sobretudo nos hospitais e nas escolas, ao abrigo de um pré-aviso de greve apresentado apenas por alguns sindicatos dos respectivos sectores profissionais pertencentes à Frente Comum dos sindicatos da Administração Pública (filiados na CGTP).

Esta greve tinha como reivindicação central o descongelamento dos salários e das carreiras, uma questão que afecta todos os funcionários públicos. Esse congelamento existe a partir de 2010, para praticamente todos eles.

Desde essa data, a inflação aumentou mais de 9%, com a correspondente perda de poder de compra destes trabalhadores. Segundo informação sindical, tratou-se de uma das maiores greves dos últimos anos dos funcionários públicos. A média de paralisação foi de 70% a 90% em muitos serviços.

Esta mobilização para a greve foi a expressão da vontade dos funcionários públicos de não aceitarem a decisão contida no Programa de Estabilidade que o Governo português acabou de enviar para Bruxelas, relativo ao período 2017-2021, indicando que os salários dos trabalhadores da Administração Pública continuarão congelados, ao mesmo tempo que estima em 8,9% o aumento dos preços nesses 5 anos.

Quer dizer, eles não aceitaram uma diminuição do seu poder de compra em quase 20%, numa década.

Foi esta a mola da mobilização!

Este corte no poder de compra entra frontalmente em contradição com as expectativas e aspirações dos trabalhadores e das populações que, nas eleições legislativas de Outubro de 2015, puseram em minoria os representantes dos partidos da Direita que ocupavam o poder e viabilizaram a constituição de um Governo do PS (que conta com o apoio parlamentar do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista Português).

Perante estas legítimas aspirações seria então natural que as Direcções de todos os sindicatos dos trabalhadores da Administração Pública tivessem feito um apelo comum a esta greve. Mas não foi isso que aconteceu…

Por exemplo, os sindicatos dos professores, dos enfermeiros e dos médicos não apelaram à greve. As suas Direcções privilegiam as “agendas negociais” particulares em detrimento da acção conjunta.

Esta orientação política decorre do seu “apoio crítico” ao Governo e da tentativa de encaixarem essas agendas particulares na “agenda de fundo” do próprio Governo – aquela que decorre do “respeito de todos os compromissos com os nossos credores”, que este Governo nos recorda todos os dias e que tem levado à manutenção dos cortes nos serviços públicos, prosseguindo a este nível a política do Governo anterior.

E é este posicionamento das Direcções sindicais que permitiu ao ministro das Finanças, Mário Centeno (1), vir reafirmar – após a greve – que, até 2019, não se prevê qualquer actualização das tabelas salariais (dos funcionários públicos) e que “o descongelamento das carreiras será muito faseado”.

No entanto, esta mobilização massiva dos funcionários públicos – em defesa do seu poder de compra – é a expressão de uma resistência que também se começa a fazer sentir

noutros sectores.

Correspondente Portugal

 

publicado por José Manuel Faria às 19:06

29
Mai 17

 

publicado por José Manuel Faria às 21:00

 

publicado por José Manuel Faria às 12:01

O que, como já tive oportunidade de dizer, apenas demonstra o seguinte:

a)- Que ignoram por completo o que são as Leis da Rádio e da Imprensa;

b)- Que não percebem que, com as suas desconfianças infundadas, apenas estão a colocar em causa o brio de uma equipa de Jornalistas, sérios, isentos, independentes e competentes;

c)- Padecem de crónica falta de cultura democrática.

Mas, esperando ser a última vez que o faço, respondendo, por ordem cronológica:

Senhor João Costa. Desengane-se e não subverta as coisas.

Conhece-me suficientemente bem para saber que não lhe permitirei jamais que tente fazer-me o que, no passado recente fez a diversas pessoas, cujos nomes, por respeito e elegância, aqui não vou referir. Pessoas a quem o Senhor, quando e sempre que tal viesse ao encontro dos seus egoísticos interesses, tanto tecia rasgados elogios como, na primeira oportunidade, sendo descartáveis, rebaixava a níveis imerecidos pelos visados.

Pessoas estas que, obviamente, se reduzem ao pequeno leque daqueles, tal como eu próprio, tiveram e têm a coragem de, com frontalidade, cara a cara, olhos nos olhos, mas sempre de forma digna e educada, lhe dizerem o que pensavam, o que pensam e o que lhes ia ou vai na alma.

publicado por José Manuel Faria às 11:44

28
Mai 17

É um jogo, que não podemos jogar, um jogo de que somos os espectadores,  um jogo de desconhecidos jogadores, um jogo a que nunca iremos ganhar. Olha a menina a dançar  tão bela no seu saltitar. Anda a roleta a rodar,  mistérios da sorte e do azar.  Olha a menina a dançar  quem vai com ela ficar?  Anda a roleta a rodar,  mistérios da sorte e do azar. É um jogo feito para nos comandar  um jogo que desconhecemos as regras, xadrez que se retiraram as negras,  um jogo feito para nunca acabar. É a nossa a vida que está em jogo,  é a nossa a vida que outros jogam, que outros jogam.

 

publicado por José Manuel Faria às 19:55

 

publicado por José Manuel Faria às 11:02

 

publicado por José Manuel Faria às 10:50

27
Mai 17

  - Um dos últimos "ultra/ortodoxos" do PCP: tal como Carlos Costa, Domingos Abrantes ou Albano Nunes.

"O MAIOR JORNALISTA DO NOSSO TEMPO
A propósito dele não ouviremos dizer "o jornalismo português ficou mais pobre". Ainda bem: ele odiava lugares comuns, a pior das muletas a que os jornalistas medíocres recorrem, como ensinou. Ele também odiava a mediocridade, por isso o vigor e a qualidade da obra vasta que nos deixa estão submersos no silêncio destes tempos em que ela reina, no jornalismo e no resto.
Mas o jornalismo português ficou mais pobre, perdoa-me Miguel, o maior dos vários e bons mestres que tive - Rodolfo Iriarte, Mário Alexandre, Manuel Batoréo, Daniel Ricardo e Cáceres Monteiro, Adelino Tavares da Silva, Miguel Serrano e Armando Pereira da Silva, Carlos Pinhão, Alberto Villaverde Cabral.
Como Miguel Urbano Rodrigues, porém, não houve nenhum. Tive a sorte de percorrer grande parte do caminho nesta profissão, tão exaltante como ultrajada, sob a batuta do maior jornalista português do nosso tempo, sem qualquer dúvida uma referência a nível mundial se as avaliações se fizessem em função da qualidade e amor pelo desempenho do ofício e não a propósito das subserviências e vénias ao odioso "main stream".
Miguel Urbano Rodrigues foi um jornalista, o jornalismo. Culto, investigador, inquieto, comprometido com o ser humano e a realidade, solidário até ao limite com os mais desfavorecidos, internacionalista e também comunista, opção de vida que fez com que todos os inesgotáveis atributos com que exerceu a profissão fossem desprezados, até escarnecidos. Ataques que apenas o motivavam para continuar igual a ele próprio, vertical, mestre e amigo simultaneamente, crítico e justo. Teimoso, chamavam-lhe os incapazes de o aceitar como era. Os pobres de espírito confundiam respeito pelos princípios de vida e da profissão com teimosia, coitados deles que, por isso, jamais o entenderam nem foram nada na profissão, embora muitos tenham chegado longe. Apenas porque este é um tempo óptimo para os pobres de espírito.
o diário foi um dos grandes projectos de vida do Miguel Urbano, um saudoso jornal diário que fez história na imprensa portuguesa, na qual hoje se faz tudo para renegar a própria história. Miguel Urbano dirigiu o diário como o jornal que incarnou verdadeiramente o espírito antifascista e da revolução de 25 de Abril; o jornal que levou os ideais dessa revolução o mais longe que conseguiu, até ser cilindrado pelo novembrismo acolitado pela traição "europeísta".
o diário foi uma escola de jornalistas e Miguel Urbano Rodrigues o seu mestre. A história da vida e da liquidação deste jornal será contada um dia e uma das resultantes desse trabalho será a de fazer justiça ao maior jornalista português do nosso tempo e que Portugal, significativamente, não conhece. O Portugal, ressalvo, que nem se conhece a si próprio.
Porque há muitos, muitos portugueses mesmo, que não esquecem nem esquecerão Miguel Urbano Rodrigues, tal como não esquecem o diário a que deu corpo, os livros que escreveu, a sabedoria que emanava dos seus colóquios e conferências, a militância política ideologicamente fundamentada e vivida com dedicação e desapego.
Miguel Urbano amava a vida como poucos.
Miguel Urbano viveu. Partiu com essa certeza, não tenho qualquer dúvida.
Para muitos, entre os quais tenho a ventura de me contar, continua e continuará a viver.
Honra, Miguel, à tua memória, que era na verdade inesgotável, outro dos enormes atributos que os pobres de espírito não te perdoam, por temerem o seu poder fulminante e o confronto com a insignificância e a ignorância.
Até sempre, Miguel! Desculpa o lugar comum, mas é o último deste escrito redigido com a pressão de uma edição a fechar, o que não passa de um pretexto envergonhado para esconder o desgosto - também poderei chamar-lhe orfandade.
Porque tu sabes que os homens choram; e os jornalistas que se orgulham de o ser, também, mesmo conhecendo a inevitabilidade da chegada da notícia que jamais desejariam dar."

José Goulão

publicado por José Manuel Faria às 21:03

publicado por José Manuel Faria às 17:32

 . António Monteiro; CDU - 12;

 - Fátima Andrade/José Abreu: PSD/CDS - 12;

 - João Poleri: PS - 14;

 - João Paulo Monteiro - BE - 11:

 - Agostinho Freitas: Vizela Sempre - 13.

publicado por José Manuel Faria às 12:48

 

 

Há possibilidade do BE coligar-se com o PS às autárquicas em Vizela.

publicado por José Manuel Faria às 11:20

 

publicado por José Manuel Faria às 11:13

26
Mai 17

 

"Oh Mestre de,,,,Avintes.
O senhor só diz asneiras. Será sua convicção o que escreve ? Nesse caso é um caso Psiquiátrico tal é a diferença do que narra e a realidade.
Quando Vizela foi conselho a D.G.A.L.( Direção Geral das Autarquias Locais) teve com a Trofa e Vizela o mesmo comportamento que tinha com qualquer câmara que quisesse remodelar os serviços Camarários ou construir de raíz --uma verba de 500.000€ para construir ou remodelar. Foi só isso. Como Vê não teve qualquer tratamento diferenciado. Agora fala em Juros? Vizela nunca pagou ou foi beneficiada em juros.
O que a Trofa e Vizela teve foi o seu quinhão na Amave proporcionalmente ao seu peso, no caso de Vizela com Guimarães e com Santo Tirso no caso da Trofa. Mais nada!!!!
Existiam 3 verbas que eram geridas pela Amave a saber: Reestruturação Urbanística ; Acessibilidades e Ambiente( água e saneamento).
Este último passou para a Vimágua, aquando da sua constituição. As outras duas a Camara de Vizela utilizou-as na sua plenitude. Estamos a falar de verbas de 3.000.0000€ com comparticipação de 20% da Camara de Vizela
Ó Mestre de Avintes, disto não percebe nada porque não foi achado nem consultado neste dossier. Nem a Camara atual sabe disto, que fará o Mestre de....mentiras.
E já agora não fala dos 20 milhões de euros de fundos Comunitários que o atual presidente de Vizela diz que vinham? Com essa massa toda, o anterior executivo( antes de 2009) até jardins suspensos tipo Babilónia construiria.
Só um executivo como o atual é que não construiu nada do que diz ( que são necessários)porque gastão a massa toda( em 4 anos 13 milhões de Euros) e não fez nada do que reclama....e bem.
Com 4 milhões de Euros teríamos obras de 20 milhões de euros.
O D.C. merece uma estátua a dizer.....Este é que definhou Vizela!!!!!
E óh Mestre de ..Avintes, quando quiser falar faça como eu, que andei muitos, mas muitos anos na escola,( mas não reprovei nenhum ano), que quando não souber, ou pergunte ao professor( neste caso a mim) ou estude( leia)
De resto, o senhor não deve ser de Vizela porque só diz asneiras mas...se for de Vizela....passa-lhe tudo ao lado, tal é a discrepância entre a realidade e o que tem como narrativa( para invocar o Eng Sócrates)"

Anónimo

publicado por José Manuel Faria às 18:04

"Já há sondagens e são para todos os gosto, mas todos sabem que só agora estão fechados os candidatos, por isso temos de avaliar todos os programas e candidatos e depois tomar uma decisão, no entanto acho que neste momento estão todos ao mesmo nível, independentemente das festas à grande e grandes outdoor, se pensam que todos os que estão presentes vão votar nos independentes estão enganados, pois muitos vão só para o comes e bebes e bailarico...enfim, será que é pela barriga que se ganha votos? ou será pela competência dos candidatos e seus programas? ou será para os candidatos que não tem qualquer responsabilidade pelo estado em que se encontra o município? Os Vizelenses terão de analisar o que será melhor para Vizela, a continuidade dos atuais PS, os Ex. PS ou dar a oportunidade à Coligação para governar sem vícios e dependente de interesses instalados...As sondagens a partir daqui serão outras.....é necessário uma nova esperança...."

Sondagens

publicado por José Manuel Faria às 17:56

A realidade sócio/política Vizelense actual mostra tal variedade de propostas e protagonistas de difícil probabilidade para a criação de maioria absoluta,: a distribuição dos sete mandatos devem ficar nas "três" grandes listas: PS, Vizela Sempre e PSD/CDS - quem atingir os três Vereadores, ganha. O PS, ou a candidatura Independente será a vencedora, qualquer uma terá de negociar.

publicado por José Manuel Faria às 12:32

 

publicado por José Manuel Faria às 12:07

25
Mai 17

 

publicado por José Manuel Faria às 12:01

 (imagem internet)

Duas alunas da Escola Secundária de Vagos, em Aveiro, foram chamadas à direção depois de se terem beijado naquele estabelecimento. O incidente ocorreu na segunda-feira e está a gerar polémica nas redes sociais, onde estão a ser partilhadas imagens de um protesto contra a homofobia, nesta quarta-feira, em que participaram dezenas de estudantes. Também o Bloco de Esquerda já pediu explicações ao Ministério da Educação.

O caso gerou indignação entre os alunos, que rapidamente se mobilizaram e manifestaram o seu repúdio pela decisão da escola. De acordo com o que a TVI24 apurou, as duas alunas terão sido vistas a beijarem-se por uma funcionária e depois chamadas à direção da escola, onde terão sido informadas que não se podem beijar em público porque isso "incomoda pessoas

publicado por José Manuel Faria às 11:33

24
Mai 17

"Oh snr Mestre de Avis.Escolheu mal o pseudónimo. Deveria usar Mestre de ...Avintes.Sim, pela similitude da brôa de Avintes...dura e negra.É muito lampaneiro. O snr é pior que um cego. Tem olhos e não vê. Vê tudo escuro....tal como a brôa de Avintes.Conhecia Vizela em 1998 e em 2009?. Parece invisual.Vizela ficou totalmente diferente quer nas acessibilidades, na educação, na saúde e nas instituições sociais.Conhecia o S.Bento em 1998? E em 2009?. Foi a Câmara de Vizela que pagou 1.500.000€. para terrmos um S.Bento como hoje. O Centro de saúde foi antes de 2009.A escola EB2/3 de Infias; o Colégio de Vizela; os pré-escolares, todas as escolas intervencionadas, Etc, etc.E as acessibilidades? A diferença é redundante.É por isso, Mestre de Avintes que a gestão, o desenvolvimento e a qualidade de vida antes de 2009 e após 2009 não se pode meter tudo no mesmo saco.E a dívida?Consulte o Site da Câmara e verá as contas em 2008 e 2012.Se a Cãmara de Vizela não tivesse pago o S.Bento e 1.200 000€ que pagou ao F.C.V. para o uso e fruto do pavilhão ficar na Camara de Vizela, a dívida corrente da Camara de Vizela era ZERO. Já não falando em 1.200.000€ que a Câmara de Vizela pagou pelo terreno e os arranjos exteriores da escola EB 2/3 de infias.Por isso, Mestre de Avintes, pior do que ser cego, é ter olhos e não querer ver. Mas o senhor é um obstinado. É como o JIC. Eu é que mando, eu é que sei( até mete os outros num bolso), os outros são iletrados, labregos, ignorantes, etcPresunção e água benta cada um toma a que quer. Mas o senhor abusa!!!Vou dar-lhe um conselho: a humildade não é palavra vã. Deve ser prática. Aconselho-o a tirar um curso intensivo pois o senhor tem os mesmos tiques do J.I.C. É por isso que quem tem um Ego tão grande vai ter muitos dissabores. Prepare o lenço, mas não um de bolso, prepare antes daqueles que antigamente as mulheres usavam quando entravam na igreja."

Anónimo.

publicado por José Manuel Faria às 22:39

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