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Mai 17

"(...)Seria pouco natural, a poucos meses antes das eleições autárquicas, que nada dissesse, enquanto candidato a Presidente da Câmara Municipal de Vizela, ladeado, para já, por outros dois candidatos, um da parte do Movimento e outro do PS. Para que não restem dúvidas, a Coligação continua calma e recetiva, como sempre o esteve, no que concerne à apresentação de outros candidatos. É assim em Democracia. Está assim expresso na Constituição, dando total liberdade a que forças partidárias ou/e independentes se possam apresentar a sufrágio. É desta forma que a Coligação perfará o seu percurso, sem atropelos, sem histerismos desesperados, como se os direitos só fossem apanágio de uns quantos. Ainda bem que assim não é. Da nossa parte, respeitaremos todos os nossos adversários políticos e deixaremos que os Vizelenses, sem pressões ou promessas desvairadas, possam usar o seu direito de voto, como bem quiserem e entenderem. São eles que terão de escolher os seus governantes. E aqui, os Vizelenses não se deixam levar por inexequíveis promessas de quem já mostrou não saber gerir os dinheiros públicos. Será que descobriu, a poucos meses das eleições, a poção mágica de encontrar financiamento, onde nunca o conseguira antes?
As declarações, no mínimo infelizes, do responsável pelo Movimento Vizela Sempre, no decorrer da conferência realizada a 9 de maio, abordando o tema do candidato escolhido pelo PS, é bem o paradigma da falta de ética, do vale tudo… Se não , lembremos …”O senhor João Ilídio Costa foi um dos impulsionadores da minha candidatura e garantiu-me que apoiaria esta minha caminhada…..” O senhor João Ilídio Costa criticou pública e veementemente, ao longo dos últimos anos o atual Presidente da CMV”….Escusa de ligar aos elementos que fazem parte da estrutura do MVS, porque irá receber sempre a mesma resposta que recebeu nos telefonemas que fez ao longo dos últimos dias… “…o Senhor João Ilídio Costa já deu provas…que é incapaz de fazer pontes, a não ser que a sua vontade seja a vontade conseguida…” 
Palavras para quê? Quando não se consegue separar o domínio público do privado, só resta a Victor Hugo Salgado agarrar-se às tão propaladas sondagens (por onde andará a ficha técnica?), que lhe dão todas as vitórias e mais algumas. Porquê, então, tanta preocupação?
A Coligação, como disse antes, respeita e continuará a respeitar os seus adversários políticos, dentro de um quadro de cultura democrática, como é, aliás, a sua marca. 
Parabéns sinceros aos nossos bravos bombeiros!!"

Jorge Pedrosa

publicado por José Manuel Faria às 17:32

Conferência de imprensa

 

JOÃO ILÍDIO COSTA, candidato do Partido Socialista de Vizela, às próximas Autárquicas, quebra o silêncio na sua primeira conferência de imprensa, a realizar na próxima sexta-feira, dia 19, às 19h00, na sede do Partido, sita na Praça da República, para mobilizar os Vizelenses rumo à vitória.

publicado por José Manuel Faria às 12:21

 

A Candidatura CDU à Câmara e Assembleia Municipal sairão destes nomes (palpites):

 

 - António Veiga;

- Joaquim Pacheco;

- Luís Veiga;

- António Monteiro.

publicado por José Manuel Faria às 11:39

Assunção Cristas assinou no domingo um acordo de coligação com o MPT e o PPM para a candidatura autárquica a Lisboa.
O vice-presidente do PPM, Gonçalo da Câmara Pereira, aproveitou o acto para fazer declarações e, de uma assentada, deu expressão a um aforismo da sabedoria popular, muito em uso lá para as beiras: onde quer que vandes, mostrandes o que sandes. De rajada, GCP despejou a sua concepção bafienta e retrógrada sobre o papel e a condição da mulher: que «para trabalhar se usa saia larga ou, se necessário, calças»; que «[Cristas] é uma mulher casada que provou como a maioria das portuguesas pode casar e ter filhos», já que «não descurou o trabalho e não descurou a casa»; «como mulher, a dr.ª Assunção Cristas sabe bem que, para se trabalhar, não se pode usar espartilho nem a saia travada, a saia tem de ser larga e, se necessário, vestir calças, calças que ultimamente não se sabe onde andam, custam a ver».
Cristas não se fez rogada e, tomando por elogio as apalavras de GCP, declarou que «tem calçado botas e calças de ganga muitas vezes, para estar nos bairros sociais junto das pessoas que não conhecem visitas por parte do executivo camarário, exceptuando da polícia quando é para os pôr fora das suas casas».
Quanto às declarações de GCP, é caso para dizer que não conseguem disfarçar o seu incontido saudosismo pelos «bons velhos tempos da outra senhora», que também usava saias largas. Quanto a Cristas, claro que as mulheres desses bairros sociais terão ficado perplexas e a pensar como consegue este «modelo de mulher» o «milagre» de tomar conta da casa, ter filhos, trabalhar, vestir adequadamente e ter um ar tão despreocupado, quando elas se matam a trabalhar para garantir a sua subsistência e da sua família, não tendo tempo nem para si, nem para participar.
E ao reparar nas calças de ganga de Cristas terão ficado a pensar: que calças terá ela usado quando apresentou e votou a lei do arrendamento urbano que é causa dos despejos que motivam as "visitas" da polícia?

Manuel Rodrigues

 

publicado por José Manuel Faria às 11:00

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