26
Jun 17

 

 

publicado por José Manuel Faria às 11:45

25
Jun 17

 

publicado por José Manuel Faria às 19:59

 

publicado por José Manuel Faria às 18:52

a) Movimento Vizela Sempre/VHS 2017: 15;

d) Partido Socialista: 14;

c) CDU, PCP/PEV: 12;

d) Coligação PSD/CDS: 12;

e) Bloco Esquerda: 0

ps: exige-se mais actividade (tendo em conta o peso político) ao PSD/CDS e PS.

publicado por José Manuel Faria às 12:47

 

publicado por José Manuel Faria às 10:06

24
Jun 17

 

"O mundo é bem diferente da forma como o vemos. Pelos efeitos das leis da física e da biofísica, a visão é um sentido traiçoeiro. As ilusões óticas sempre foram usadas por mágicos ou falsos Messias. Num processo policromático a visão também nos permite ver muito mais cores que o preto, o branco ou o cinzento. A policromia permite um olhar mais substancial e diverso, talvez por isso as pessoas diferentes na sua tendência usam o arco iris como símbolo. Ver todas as cores é um discernimento e mais-valia quando se olha o mundo que nos rodeia. Mas olhar as formas também depende da apetência de cada um e da capacidade de focar. É estranho parar para pensar e ver que a mesma rua que vemos não é a mesma rua que os outros veem. A forma de ver o mundo está dentro da cabeça de cada um, muda de acordo com as experiências e as ideias de cada um. Podemos não dar conta, mas a sociedade e o meio ambiente estão em transformação diária, e vivendo na época da imagem, a virtualidade pode tomar conta da realidade. Se não soubermos ver, olhar e fazer uma reflexão sobre os dados colhidos não saberemos executar. Se apenas copiamos o que vimos seremos uma réplica, nisso a cultura é determinante, pois se não criarmos a nossa forma de festejar estaremos a fazer as festas dos outros, senão criamos as nossas pinturas estamos a fazer as pinturas dos outros. SE quisermos mudar a história não pegamos nos velhos do restelo e partir para os descobrimentos. Se quisermos ver as distâncias mais curtas, não temos de fazer carreiros porque eles estrangularão com o aumento das nossas necessidades e não há nada pior para andar que carreiros alargados e pior ainda quando são alargados à pressa. Pois fazer o que seja por interesse ou vingança é uma displicente forma de estar na vida ou defender qualquer projeto. Se quisermos embelezar a paisagem não devemos virar as costas para os cursos de água pois foi por causa deles que os ancestrais criaram e se agregaram em povoados. Tanto mais que de costas voltadas nunca tiraremos o seu proveito nem conseguiremos contemplar a sua beleza. Olhar para o futuro é saber ver e conseguir olhar e não permitir que nos vedem os olhos ou nos ceguem da multiplicidade de cores, porque o arco iris só é possível se tiver todas as cores e a agitação exasperante de todas elas no branco ou a falta de cor por ausência de luz no preto  não são credíveis, muito menos a indefinição do cinza. Pensem nisso."

António Veiga

publicado por José Manuel Faria às 18:53

 

Não é por já feito bolas entrar na baliza com o pé esquerdo e direito, com a cabeça e com o peito, com as coxas e até com a mão. Em livres ou em penáltis. É por, no mundo em que estamos e na altura em que o vivemos, não haver pessoa a fazer o que Messi faz.

Mas não são os golos.

É o antes – são os segundos que os precedem. Ele dobra e desdobra o corpo em simulações. Desvia-se em direções opostas, ao sprint.

Parece ter o dom da previsão de um segundo, o suficiente para saber onde e quando os adversários vão esticar o pé. Vai quase sempre para o lado contrário dos outros. E faz os outros humanos parecerem portadores de problemas de coordenação motora, porque tudo o que lhe sai do corpo, sai com a bola a fazer parte dele.

Messi é um felizardo. Dotado. Abençoado.

Tem um jeito que nasceu com ele, que o deixa ser quem mais tempo a sós tem com a bola, sem que alguém o consiga importunar. Já o vimos a ir várias vezes contra o mundo que cabe num campo de futebol e a ultrapassar os oito, nove ou dez tipos que lhe podem aparecer à frente.

Se lhe dessem uma bola no meio do mais lotado festival de música, chegaria até ao palco com ela no pé esquerdo e em condições de a rematar contra o vocalista da banda. O espétaculo de Lionel Messi está aí, mais do que nas cinco Bolas de Ouro, nas quatro Liga dos Campeões, nos oito campeonatos espanhóis ou nas três Super Taças Europeias que já ganhou com o Barcelona.

Há oito anos que é o remetente de mais de 35 golos por época. Ou de 50 se contarmos a partir apenas de 2011. Ele chegou a marcar 73 em 2011/12 e 88 num ano civil. A forma mais fácil de acrescentar parágrafos a um texto seria engordá-lo, naturalmente, com os recordes e números de Messi.

 

publicado por José Manuel Faria às 12:12

 

Candidato à Assembleia Distrital de Lisboa concorre contra lista de Passos Coelho. Tem Pedro Roseta e Manuela Ferreira Leite como apoiantes.

publicado por José Manuel Faria às 11:21

23
Jun 17

 

publicado por José Manuel Faria às 18:56

 

 

 

Olá José Manuel,

O Verão está a chegar mas o Sistema ainda não está de férias. Está a ser preparada a cimeira do G20 em Hamburgo, que decorrerá dia 7 e 8 de Julho. Nós também nos estamos a preparar.

O Sistema está a tentar excluir-nos – ativistas e manisfestantes – da cimeira de Hamburgo. Não basta a cidade ser ocupada por forças paramilitares e drones Predator a esvoaçar a 5 km de altura , os manifestantes estão também a receber ameaças de morte do senador de Hamburgo para o Interior (o mesmo responsável que prometeu que a cimeira será um “festival de democracia”).

Dia 9 de Junho as autoridades de Hamburgo emitiram uma ordem de proibição de ajuntamentos na área de 38 km2 à volta do G20. As manifestações planeadas não podem decorrer como previsto e o acampamento anti-G20, para 10.000 ativistas no Parque Central de Hamburgo, é agora ilegal. Estas ações constituem uma suspensão da liberdade de ajuntamento prevista como direito na Constituição alemã.

Para piorar, o único evento que não está afectado por este “cordão de segurança” é uma manifestação organizada....pelo Senado de Hamburgo!

Nós no DIEM25 protestámos estas medidas sob a forma de uma Carta Aberta dirigida ao senado de Hamburgo.  Acreditamos que não é suficiente protestar, dizer “não”, criticar ou desobedecer. Para confrontar o Sistema  e alcançar a Europa Progressiva que é urgentemente necessária, temos de praticar “Desobediência Construtiva”. Significa aliar desobediência pacífica com contrapropostas, apresentando políticas alterativas bem detalhadas aos que não concordam conosco.

É neste contexto que, na noite de 7 de Julho, o DIEM25 convida todos os progressistas, todos os ativistas e a todos os que se quiserem juntar a nós no maior auditório de Hamburgo para uma noite de “Desobediência Construtiva”. Com Renata Avila, Aral Balkan, Sreko Horvat, Angela Richter, Thomas Seibert, Aleksandra Savanovi, Yanis Varoufakis (via vídeo), Elisa Stowe, Sören Altstaedt, Vedran Horvat e muitos outros.

E como ponto alto, no nosso evento de dia 7 contaremos  com uma sessão com o Julian Assange.

(Para um mapa detalhado dos eventos e das várias “zonas de segurança”  colocadas pelas autoridades de Hamburgo para o G20, clica aqui.)

Junta-te a nós!

Carpe G20,

 

Sören Altstaedt, DSC Hamburg

Sreko Horvat, DiEM25 CC

 
 

 

publicado por José Manuel Faria às 17:43

 

publicado por José Manuel Faria às 17:10

 

publicado por José Manuel Faria às 16:49

 

publicado por José Manuel Faria às 11:22

22
Jun 17

"Vejo Judite de Sousa com cadáver em fundo e empoleirada num reboque, encostada a um carro incenerado. Não consigo deixar de pensar que, além de a um grande mau gosto, as duas imagens devem quase tudo à cultura da selfie.

Como não entender a senhora, se hoje em dia se tornou normal querer aparecer? Onde antes existiam pedidos de autógrafos,  fotografias normais de alguém aos pés de uma catedral gigante, bilhetes de concerto emoldurados no quarto e frases do estilo “Paulo 17/04/1985” rasuradas com canivete numa árvore, existe hoje a ânsia das fotografias com celebridades, caras enormes à frente de monumentos,  grupos de sorrisos com palco de festival musical lá atrás ou paisagens desfiguradas por alguém a querer dizer “estive aqui”.

Não sei bem o que achar de tudo isto. Sei só que não pratico e que se o fizesse me acharia tonto. Ocorre-me a palavra “Eu” repetida muitas vezes. Os lugares, momentos e pessoas estão hoje submetidos, mediados pelas identidade sélfica, que é, sem dúvida, mesmo muito importante. A vida à volta, aquilo que acontece para além do self, só vale a pena ficar registado, parece, desde que participe e fique registado como ator principal. A memória silenciosa do que se passou ou de onde se esteve não basta. É necessário ser o Mestre de Cerimónias.

Judite de Sousa usou a linguagem social, a irrefletida exposição e os gestos narcísicos banais de hoje, dos nossos dias.

Hesito entre o que é mais intrigante: aquele trabalho jornalístico ou desconfiar que muito boa gente tiraria selfies similares se lá estivesse naquele momento."

Micropaisagem

publicado por José Manuel Faria às 18:16

 

publicado por José Manuel Faria às 18:11

publicado por José Manuel Faria às 12:23

"Ao longo da minha vida sempre valorizei a palavra. Para mim, esta é uma das coisas mais importante que temos e devemos honrar.
Quem me conhece sabe que não sou um “verdadeiro político”, sou um homem de palavra e aceitei ser Presidente da Junta de Santa Eulália para ajudar as pessoas da minha terra, motivo pelo qual escrevo este artigo de opinião, desmentindo as palavras do Sr. Presidente da Câmara Municipal de Vizela, publicadas na edição do Jornal da Rádio Vizela do passado dia 8 de junho. 
O Sr. Dinis Costa afirmou que eu não queria a Loja do Cidadão em Santa Eulália, o que é profundamente falso. Eu e o Executivo da Junta de Freguesia, não só queremos a Loja do Cidadão em Santa Eulália, como já fizemos todas as obras à custa da Junta para que fossem criadas a condições necessárias para receber este serviço. Estas obras já estão prontas há mais de um ano e meio e a pessoa que ficará à frente do serviço concluiu a formação no mês março de 2016. Assim sendo, importa perguntar se a Junta de Freguesia tem tudo pronto para receber o serviço há mais de um ano porque é que este não aparece? Quem é que não quer o serviço?
Enquanto presidente de Junta, quero o melhor para a minha terra, motivo pelo qual fiz tudo para que a Câmara comprasse o terreno e a casa junto ao adro da igreja de Santa Eulália. Contudo, e uma vez mais, a Câmara Municipal de Vizela está a bloquear o crescimento da nossa freguesia. O terreno foi comprado no passado mês de Abril e até hoje nada foi feito. A Junta já se disponibilizou para fazer as obras e o presidente da Câmara não deixa, porquê? Sr. Presidente da Câmara, estamos em lados opostos nestas eleições, mas independentemente de tudo, não deve prejudicar os Eulalenses."

 

Manuel Pedrosa

publicado por José Manuel Faria às 11:57

21
Jun 17

"(...) A grande maioria dos militantes partidários é sempre orientada e submetida às determinações de um “chefe” tribal, cuja autoridade resulta mais do estatuto de divindade laica que encarna magicamente, capaz de exercer o poder de castigo ou recompensa sobre os elementos da turba, do que da sua qualidade intrínseca de líder cujo carisma assente na nobreza de carácter, na convicção sobre os princípios e os valores onde tem raiz a sua mensagem política e humana e, finalmente, na coragem de os colocar em prática. Este padrão repete-se desde a base até ao topo da hierarquia. É a esta degradação interior do corpo partidário que se dá o nome de “pasokização”. É também ela que tem favorecido o aparecimento de organizações políticas externas ao círculo ideológico da democracia, produzindo fenómenos sociais e institucionalizados de racismo, xenofobia e fascismo. Enquanto o guião do House of Cards for a cartilha dos agentes políticos que não tiveram tempo para ler Thomas Hobbes, Bento Espinosa ou Nicolau Maquiavel e, dentro dos partidos, assim como das organizações menos visíveis que lhe dão chão especulativo, se favorecer e premiar a mediocridade, a ignorância, o culto canino e ritual do “chefe”, a retórica boçal, o tráfico de influências, o favorecimento injustificado e a sanguinária competição pelos lugares, nada interromperá esta viagem alucinante da democracia rumo ao caos. Até porque já lá estamos."

Bruno Santos

publicado por José Manuel Faria às 16:47

As listas serão entregues no Tribunal até ao dia 07/08/2017: dos partidos, das coligações e de grupos de cidadãos

http://www.cne.pt/sites/default/files/dl/al2017_mapa-calendario_0.pdf

publicado por José Manuel Faria às 11:43

20
Jun 17

"A todos os jovens, homens e mulheres de esquerda.
Hoje decidi, com o meu sentido critico activo fazer uma pequena analise SW.O.T. (contabilização dos pontes fortes e pontos fracos, constrangimentos e vantagens), das próximas eleições autárquicas.
Todos sabemos que o P.S. tem um património histórico e político invejável, enquanto mobilizador de massas fruto da sua base natural que esta assente no operariado e em meia dúzia de intelectuais. Chegou a representar 35% de eleitorado base.
Porém esta força mobilizadora foi-se desmembrando e desintegrando ao longo dos tempos. Tudo porque nos últimos 20 anos a visão estratégica local do P.S. era a de aniquilar o sentido critico, denegrir, estrangular, ridiculizar e correr a todo o custo com os “opinion makers” e, garantir aos pagadores de cotas a mobilização geral, transformando o partido numa plataforma giratória para garantir a eleição de muitos, chegando ao cumulo de eleger, uns poucos, pequenos ditadores, imberbes e energúmenos. O P.S. valia muito mais que os candidatos.
Entretanto esta aniquilação ideológica, em nome de uma eleição continuou sempre a funcionar como um facto real e um dado adquirido e os aproveitadores foram surgindo de todas as esferas políticas e sociais para garantirem assim a sua eleição.
Esta verdade atingiu os extremos da razoabilidade e levou à implosão do P.S. local visível na debandada geral dos “Últimos Moicanos” que em nome de uma suposta in(depencia) apresentam-se a eleições. A verdade é que em termos partidários a implosão sucedeu devido ao desgaste natural de fracos candidatos e não ao desgaste do partido e, era previsível a curto prazo, como se fosse uma crónica de uma morte anunciada. Sim! Ninguém (esta)va lá em nome da ideologia partidária.
Apesar de tudo as massas do operariado, os pequenos comerciantes e os cidadãos continuam e continuaram a garantir um futuro risonho ao Partido Socialista em qualquer parte do país.
Esgotado, decrépito e levado à quase ausência de militância o Partido Socialista, apresenta pela primeira vez na sua longa história um independente como candidato ao Município, inteligentemente os coveiros do partido resolveram ressuscitar, um pouquinho tarde na minha modesta opinião, um candidato que vale mais que a maquina ferrugenta adormecida pelos próprios. Inteligentemente e perante a debandada geral de militância o P.S. agarra-se com unhas e dentes a uma candidato que garante a continuidade da força do partido.
João Ilídio Costa, vale muito mais que os míseros 23% de eleitorado fixo do Partido Socialista, apenas lhe basta sair a terreiro para capitalizar o eleitorado fixo em vitória.
Sabemos da sua capacidade de trabalho, da sua história de gestor de homem honrado, honesto e de boas contas, a sua visão global de Vizela é enorme e a sua força e energia é inesgotável.
Contra João Ilídio Costa, existe uma máquina jornalística, na verdade, o trabalho deles não é jornalístico. Insere-se nas táticas de *“lawfare”, para manter em permanente exposição negativa a imagem e reputação de João Ilídio Costa. Publicações como as que conhecemos servem apenas para mascarar a falta de qualquer materialidade nas suspeitas que são lançadas sobre o candidato por agentes a soldo de outros interesses que não os de informar, com o único intuito de prejudicar sua atividade política enquanto candidato, a sua imagem enquanto homem, e a sua consequente descredibilização perante a sociedade.
* A palavra "lawfare" é uma combinação (portmanteau) das palavras "law" (lei) e "warfare" (guerra). A tradução literal aproximada para "lawfare" é "guerra jurídica". Trata-se do uso da lei (law) como instrumento de guerra e destruição do outro (warfare), onde não se respeita os procedimentos legais e os direitos do indivíduo que se pretende eliminar. Tal prática é planeada de forma a ter toda uma aparência de legalidade, com a ajuda jornalistas, além dos agentes perpetradores.
Espero ver nas próximas eleições o valor real das pessoas sem a máquina partidária que os elegeu, esperam-se surpresas.
Perante os jovens, homens e mulheres de esquerda apresentam-se apenas duas soluções:
Deixar ganhar a Coligação PSD-CDS ou eleger João Ilídio Costa, a outra solução não existe porque em política quem divide nunca ganha."

Rui Patronilho

 

publicado por José Manuel Faria às 22:12

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