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Jun 17

Numa conferência de imprensa, realizada hoje ao final da tarde, o candidato socialista vincou que “os vizelenses não se reveem nas comunicações de baixo teor, como as que o Dr. Francisco Ferreira utilizou”. Para João Ilídio Costa, Francisco Ferreira, antigo presidente da CMV, “semeou sempre o conflito e a discórdia entre os vizelenses”.

João Ilídio Costa apelidou de “absurda” a comunicação de Francisco Ferreira, falou da questão que envolveu a sede do Callidas Club, salientou que nunca foi candidato em 2013 e que o candidato era Francisco Ferreira, acompanhado por Victor Hugo Salgado. João Ilídio Costa disse também que não aceita o desafio de debate de Francisco Ferreira, porque “não é o candidato do Movimento Vizela Sempre” e porque não está disponível “para fazer chicana pessoal e política”.

João Ilídio Costa afirmou ainda que, “como candidato do PS” tem em mãos dois dossiês importantes, nomeadamente a saída do PAEL e as medidas do PAF e o plano de investimentos possível a concretizar nos próximos anos. A este respeito enalteceu a defesa da sustentabilidade e a defesa do meio ambiente.

João Ilídio Costa garantiu ainda que se for eleito presidente, nas eleições de outubro, vai abdicar o vencimento a que teria direito.

rádio vizela

publicado por José Manuel Faria às 21:09

 

publicado por José Manuel Faria às 18:57

"Uma cabeça cortada é uma cabeça cortada. Os tempos de hoje nem nos permitem julgar que uma decapitação é só representações artísticas. Pintura de Cranach ou ópera de Richard Strauss, com Salomé a dançar com a cabeça de São João Batista em bandeja de prata. O horror do ato, o facto, já nos entrou em casa - cabeças cortadas em notícias contemporâneas. Já vimos homens de joelhos, sabendo, cada um deles, que há outro homem atrás dele com uma faca afiada. À espera da execução e a saber que ela vai ser feita com demora, porque as facas nunca são tão afiadas assim... E eis que uma humorista decidiu brincar com uma cabeça sanguinolenta de Donald Trump. Como se uma decapitação pudesse representar um ato de afirmação para alguém mais do que para os bárbaros do Estado Islâmico. A humorista Kathy Griffin, é certo, não cortou uma cabeça real - como, nunca é demais repetir, há quem o faça no mundo e agora. Ela só mimou, só expôs uma falsa cabeça cortada. Mas, também é verdade, ninguém a condenou à pena que merecem os degoladores islâmicos. A CNN, a empresa que contratara Griffin como humorista, só a despediu, e bem, por ela ter feito um imbecil erro profissional. E essa seria toda a moral da história, não fosse Griffin insistir em dar-nos outras. Ela diz que o repúdio de que é alvo é por ser mulher. Ela faz o erro e, apanhada, ela esconde-se sob o guarda-chuva de uma causa justa. Com inimigos destes, para que precisa Trump de amigos?"

Ferreira Fernandes

publicado por José Manuel Faria às 11:51

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