30
Nov 17

"Não sei quem disse – mas disse bem – que, quem nasce, não escapa a duas fatalidades: à morte e aos impostos. Em Portugal então . . . o Estado chega a cobrar a um contribuinte, até 70% do que ganha, com imposto directos e indirectos. São impostos sobre a remuneração do seu trabalho, sobre os seus rendimentos, o seu património, no que consome e, até, impostos sobre os impostos que paga. Ora, se todos os portugueses sentem o peso da lei fiscal, há regalias que só alguns sentem.
Uma classe da função pública que as tem, que quer ter mais, e que vai tê-las, está a provocar um terramoto de descontentamento entre os funcionários, que, embora ganhem em média, mais 500 euros por mês que os trabalhadores do privado, fazem barulho sem olharem para trás. Fazem, e conseguem o que pretendem. É ver a recente luta dos professores para que o tempo de congelamento conte para o futuro. Viu-se que a força sindical dos professores é enorme, tão grande, que o Governo depressa percebeu que não tinha nas mãos uma “batata quente”, mas sim, um “barril de pólvora”. Teve medo, e cedeu.
Agora, todos os sindicatos da Função Pública estão em “pé de guerra”. São médicos, enfermeiros, militares, GNR, PSP, inspectores do SEF, guardas prisionais, juízes e funcionários judiciais, que estão no rasto da luta dos professores. Uns, exigem que o que for encontrado para eles, terá que ser para todos, e outros ameaçam: “não pode ser só para quem faz greve. É que se for, também fazemos”.
Os professores, que são a profissão mais numerosa da Função Pública, têm uma carreira melhor do que a de outras profissões: entram com salários mais altos, têm os maiores saltos salariais – de quatro em quatro anos – e têm uma carreira plana em que há escalões mas não há categorias. E têm, também, uma representação desigual, com os mais velhos no quadro e os mais novos a contrato. Aos olhos de todos, os professores são privilegiados face à maioria dos outros funcionários públicos que já aprontam greves para num futuro próximo, reclamarem o que os professores conseguirem.
Por ser grande o descontentamento no seio sindical da Função Pública, ouvem-se acusações e exigências dos sindicatos. O independente dos médicos, disse que o “Governo pretende sonegar anos de avaliação dos médicos”, afectando cerca de 90% dos 15 mil clínicos, e o sindicato dos técnicos superiores de diagnósticos e terapêutica (10 mil), disse que é tempo de por termo ao congelamento das suas carreiras, que já dura há 18 anos. O congelamento das dos professores tem metade do tempo - 9 anos – mas como se sabe, já houve entendimento entre os sindicatos e o Governo, e, de tanto agrado para os professores, que eles já esfregam as mãos por terem a certeza que quem beneficiar dos anos do congelamento, conseguirá aumentos significativos. Tão significativos, que o salário bruto de um professor no 8º escalão que é de 2.790 euros (há cerca de 10 mil neste patamar), ao passar para o 9º escalão, salta para os 3.092 euros, mais 300 euros brutos, (mais, muito mais, que a mísera reforma de muitos portugueses que mourejaram tanto pela vida. Uma vida sempre negra e atrapalhada, como a que têm hoje) e, quem chegar ao 10º escalão, passa a ganhar 3.365 euros brutos.
Como a carreira dos professores é plana, isto é, sem divisões de categorias, pode acontecer que no limite, todos os professores cheguem ao topo. Esta possibilidade levou a que um deputado do Partido Socialista tenha dito que esta estrutura de carreiras, é insustentável no futuro. Seja ou não agora é considerada um insulto a quem tem reformas de 183 euros, 300 ou 400, e um vexame, quando o aumento delas, são 5, 7 ou 10 euros."

Domingos Pedrosa

 - Há milhares no desemprego;

 - Há milhares a centenas de kms de casa;

 - Há milhares de fora dos quadros;

 - Há docentes com centenas de alunos...

ps: verificar vencimentos líquidos.

publicado por José Manuel Faria às 18:37

 

publicado por José Manuel Faria às 18:06

 Em Vizela, o clima é quente e temperado. O inverno tem muito mais pluviosidade que o verão. Segundo a Köppen e Geiger o clima é classificado como Csb. 14.4 °C é a temperatura média em Vizela. A pluviosidade média anual é 1180 mm. Existe uma diferença de 145 mm entre a precipitação do mês mais seco e do mês mais chuvoso. As temperaturas médias têm uma variação de 12.3 °C durante o ano. No mês de Julho, o mês mais quente do ano, a temperatura média é de 20.7 °C. Com uma temperatura média de 8.4 °C, Janeiro é o mês com a mais baixa temperatura ao longo do ano. O mês mais seco é Julho com 14 mm. Com uma média de 159 mm o mês de Janeiro é o mês de maior precipitação.

Climograma Vizela

publicado por José Manuel Faria às 12:34

“Não fui candidato por causa deste processo, senão ganhávamos. Prejudicou-me pessoal, familiar e profissionalmente”.

publicado por José Manuel Faria às 12:05

 

 

publicado por José Manuel Faria às 11:55

29
Nov 17

A televisão norte-coreana KCTV anunciou, esta quarta-feira, que o projétil lançado pelo regime de Pyongyang é um novo modelo de um míssil balístico intercontinental, batizado de Hwasong-15, capaz de alcançar "todo o território dos Estados Unidos".

publicado por José Manuel Faria às 12:42

 

publicado por José Manuel Faria às 12:09

28
Nov 17

 

 

Isto é uma merda. A Mariana Mortágua esfrega o chão, faz o comer, trata dos filhos, passa a roupa do Costa a ferro, dobra-lhe as camisolas interiores, arruma-lhe os peúgos brancos na gaveta de baixo da mesa de cabeceira. E depois, o gajo anda na rambóia com a EDP. A Mortágua esbraceja, grita, ameaça, diz que faz e acontece. Mas no dia seguinte lá está outra vez com a esfregona na mão ou a coser-lhe as trusses enquanto o fulano vai ter com a outra. Na rua, a Mortágua anda com a cabeça muito direita, caminha muito digna. Mas todo o bairro vê o que se passa. O bardina sabe que é bonito e aproveita-se da fraqueza dela.

 

Rui Rocha

publicado por José Manuel Faria às 19:27

 

 

 

A Ilha de Man comunicou a Portugal os saldos de 1.172 contas de residentes em Portugal, em 2017, totalizando cerca de 4.000 milhões de euros naquele território, que o parlamento quer repor na lista de "paraísos fiscais".

publicado por José Manuel Faria às 12:09

 

 - Ferro Rodrigues mandou arrumar a tenda!

publicado por José Manuel Faria às 12:01

27
Nov 17

Bloco de Esquerda marca encerramento do debate do Orçamento do Estado para 2018 zangado com o Governo. Mariana Mortágua frisou a "deslealdade" e acusou Executivo de "rasgar compromisso com o BE.

A crise entre o Governo e o Bloco de Esquerda está oficialmente aberta. Mariana Mortágua, deputada bloquista, marcou o encerramento do debate sobre o Orçamento do Estado para 2018 acusando o Executivo de não ter “honrado a palavra dada”, de “deslealdade” e de ter “rasgado o compromisso com o Bloco” para se amarrar aos setores que têm sido sempre protegidos. Em causa está o chumbo de uma proposta dos bloquistas, num volte-face de última hora, que previa uma taxa extraordinária para as empresas produtoras de energias renováveis, que renderia aos cofres do Estado mais de 250 milhões de euros.

publicado por José Manuel Faria às 18:39

 

Anna Gabriel

publicado por José Manuel Faria às 12:32

 

publicado por José Manuel Faria às 12:04

 

publicado por José Manuel Faria às 11:47

26
Nov 17

 

publicado por José Manuel Faria às 21:30

 

publicado por José Manuel Faria às 11:08

 O anúncio do fim do acordo com BE e PCP. Que siga o capitalismo, ideologia PS.

publicado por José Manuel Faria às 10:20

25
Nov 17

 

publicado por José Manuel Faria às 11:17

As câmaras vão deixar de decidir a quem concedem isenções do IMI e do IMT, no âmbito da política municipal de reabilitação urbana, apesar de ambos os impostos serem uma receita exclusiva das autarquias. O Governo socialista deu-lhes essa faculdade, mas volta a retirá-la no próximo ano. A revogação desse direito está inscrita na proposta de Orçamento do Estado (OE) e o município do Porto é o primeiro a contestá-la.

Governo com política centralista.

publicado por José Manuel Faria às 11:03

24
Nov 17

 

publicado por José Manuel Faria às 18:48

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Anónimo a 12 de Janeiro de 2018 às 11:11Se fosse a...
Um orçamento com mais de 3 milhões de lucro e não ...
Recorde prof. que a redução do IMI a pagar 2018 f...
O resto do entulho, sim, porque o entulho já foi a...
Podia ter aproveitado para mandar alguns no meio d...
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