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Jan 08

Correia de Campos vai ser substituido por Ana Jorge que já ocupou vários cargos no ministério da saúde, designadamente a liderança da Administração Regional de Saúde de Lisboa.

O jurista José António Pinto Ribeiro vai para a pasta da Cultura, para o lugar que até agora tinha sido ocupado por Isabel Pires de Lima.

Correia de Campos e Isabel Pires de Lima já estiveram em S. Bento a falar com José Sócrates.

A remodelação abrange ainda o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, João Amaral Tomás, que manifestou intenção em sair do Governo e vai ser substituido por Carlos Baptista Lobo.

O Primeiro-ministro já solicitou ao Presidente da República a exoneração de Correia de Campos e Isabel Pires de Lima.

 

Lusa

 

O PM só agora viu o que os portugueses observam há muito tempo. A desgraça das políticas de saúde e andou o homem de canal de TV e rádio a explicar-se para isto (ele deve estar de rastos).

E as políticas serão diferentes, penso que não. Sócrates é arrogante demais para ceder.

 

Vital Moreira preocupado:O afastamento do Ministro da Saúde na esperada remodelação governamental constitui uma clara vitória da rua, do aparelho do PS e da oposição. Decididamente é impossível fazer reformas contra os interesses estabelecidos, contra as visões localistas e contra o clamor demagógico dos média. Resta esperar que a reforma do SNS que Correia de Campos concebeu e iniciou - absolutamente necessária para a sua sobrevivência - não fique pelo caminho, para gáudio dos que apostam sobretudo na sua insustentabilidade.

publicado por José Manuel Faria às 16:35

3 comentários:
Acho muito bem.
boa música
Sr. Jorge a 29 de Janeiro de 2008 às 19:28

Só vão mudar as moscas...a merda continua.
Mª do Resgate a 29 de Janeiro de 2008 às 20:05

O Ministro da Sáude não é homem com perfil para altos cargos de liderança, pelo menos sujeitos a pressões públicas. Não sabe lidar com o povo, falta-lhe elegância, para não dizer outras coisas.

Mas uma coisa é certa, a política do Ministério da Sáude, não é certamente política do ministro, mas antes do Governo, ou se calhar do Primeiro Ministro, pelo que vai mudar a cara mas o essêncial será o mesmo.

Por isso a incógnita é se os portugueses serão ao não conquistados pelo novo modelo de emergência médica e pelo aumento da qualidade dos actos de saúde.

A Saúde é uma casa demasiadamente desarrumada, que começa no governo e termina nos profissionais de saúde (sem ferir todos os bons exemplos).

"Porque é que o mesmo médico num consultório privado utiliza o estetoscópio e no serviço público não o retira do pescoço?" Já agora, já tiveram a experiência de usar o livro de reclamações de um hospital? E como foi a resposta? Lacónica!
Jorge Miranda a 30 de Janeiro de 2008 às 00:17

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