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Abr 08

Heloísa Apolónia explica porque o PEV não se candidata solitariamente a legislativas ou autárquicas: o sistema está "bipolarizado" e por isso "afunilado", pelo que seria "muito difícil" que o partido se conseguisse afirmar

 

in dn

Está explicado, há coligação, porque sózinhos não elegiam ninguém. Oportunismo do melhor!

publicado por José Manuel Faria às 11:07

9 comentários:
verdes, melancias.
anónimo a 21 de Abril de 2008 às 16:44

JMF,

Alguns comentários que faz revelam um pobreza intelectual gritante.
E é pena. Sabe porquê?
Porque é capaz de muito melhor, não fosse essa veia anti comunista, a toldar-lhe a mente.

Enfim! É a vida.

ribeiro a 21 de Abril de 2008 às 21:15

Caro Ribeirio, os Verdes são comunistas? É a Heloísa que quer a coligaçãso para ter 2 deputados que sózinhos não conseguiriam!

Era militante do PCP e fui, e sempre defendi o fim da coligação com os Verdes. Disse-o dezenas de vezes dentro do colectivo.

Num plenário em Guimarães confrontei esta posição a Henrique de Sousa ( 1998) e ele por e simplesmente fez de conta que não ouviu.

Não venha com essa k7 do anti-comunismo.

Octávio Teixeira disse à dias que gostaria de votar no PCP ( com foice e martelo, só).
José Manuel Faria a 21 de Abril de 2008 às 21:54

Caro JMF,

Por acaso tem algum comentário escrito ou falado sobre o Mário Tomé?
Permita-me que me antecipe e lhe diga que não. Certo?
O Mário Tomé foi deputado na AR à boleia de quem?
Pois é!
A UDP a partir de determinada altura só teve representatividade parlamentar com acordos eleitorais com o PCP.
Isto é oportunismo político? Não meu amigo, é objectividade.
O PSR, Política XXI, UDP , juntaram-se e criaram o BE.
Isto é oportunismo? Não meu amigo, é objectividade.
Confundir incapacidade, no sentido de se alcançar determinado objectivo político, com oportunismo, preocupa-me bastante.
Quando essa incapacidade só é imputada a alguns, e denegrida, naturalmente que a leitura política será necessariamente limitada aos incluídos, deixando os outros, temporariamente de fora.
Este comentário que fez sobre os Verdes, aparentemente não terá nada a ver directamente com os comunistas.
Mas esta conclusão é politicamente correcta ou como se costuma dizer, deixa andar.
Este comentário que faço tem a ver também com o seu post sobre a Odete Santos.
Como diz o outro, isto está tudo ligado!

Cumprimentos
ribeiro a 21 de Abril de 2008 às 23:04

Caro Ribeiro

O seu comentário diz quase tudo a respeito deste assunto.
Falta só chamar a atenção para a natureza antagónica das organizações que se fundiram no bloco, apenas como o sentido prático e pragmático de obter representatividae parlamentar, só assim se explica a união da Política XXI (ex-MDP/CDE), PSR (Trotskista), UDP (Marxista Leninista), PCP(R) (ML/Maoista) fora o resto.
Isto não é oportunismo, é apenas sentido ... prático.
feira de castro a 22 de Abril de 2008 às 08:38

Os amigos: Ribeiro e Feira de Castro, estão a confundir e sabem disso.

1- Os Verdes nunca foram a votos, e a sua dirigente assume que teriam dificuldades eleitorais;

2 - Os partidos referidos foram a votos sózinhos, até o PCP(R) que não entrou no Bloco, já não existia;

3- O Bloco não é a soma desses partidos, é muito mais. O objectivo foi a refundação e renovação dessas organizações num novo Movimento/ partido com muitos independentes. Tornaram-se associações políticas umas outras não tem actividade própria. Há correntes opinião e direito de tendência no BE.

4 - O BE tem tido sucesso político e eleitoral pelo que faz e não pela soma das suas partes. Se somar os votos que esses partidos conseguiam sózinhos estão muito longe dos resultados do BE, actualmente.

5- O Mário Tomé não foi em coligação, sim como independente na CDU. Se ele foi oportunista, o PCP não o deveria intergrar nas listas.

Por favor, eu sei que voçes sabem que os Verdes não tem nada que ver com a constituição do BE.

Quando houve uma cisão nos Verdes isso foi muito bem explicado.

Cumprimentos.
José Manuel Faria a 22 de Abril de 2008 às 11:05

Boa noite

Amigo Faria

Ninguém está aqui para confundir ninguém.

De facto o PCP(R) já não existia, embora se encontrasse inscrito no TC até 2001.
De qualquer forma, pelo menos enquanto grupo, não estiveram no embrião do BE.
Quem estev foi a FER - Frente de Esquerda Revolucionária.
Mas também esteve, e está, o grande educador Fernando Rosas, saído directamente do MRPP para o BE.
O que se estranha é encontrar no mesmo bloco pessoas que vão desde a direita do PCP, até à extrema esquerda, passando pelo MRPP que não se sabe muito bem qual é o seu papel no período revolucionário e a simulitude de símbolo com o do PCP.
Estranha-se também o critério que defende de que tem legitimidade para se coligar quem já foi a votos, não tem quem não foi. Não percebo qual o fundamento.
e note que eu até acho, embora não faça cavalo de batalha disso, que o PCP deve ir a votos sózinho, não pelo facto de achar que se está a esconder, mas para evitar a situação desastrosa que se verificou com a saída de Luisa Mesquita, em que a quarta força em votos passa a terceira em termo de mandatos.
Portanto, como vê não há aqui nada de mais.
Não se entende é a brotoeja que os Verdes, que todos consideram inóquos causa ao BE.
feira de castro a 22 de Abril de 2008 às 22:43

Caro Feira de Castro, o Bloco não é uma cioligação.

Eu apenas peguei nas palavras de Heloísa Apolónia!
José Manuel Faria a 23 de Abril de 2008 às 12:52

Cara JMFaria

De facto, formalmente, o Bloco não é uma coligação. Mas apenas porque escolheu outra via, porque coexistiu paulatinamente com os paridos e organizações muito depois da sua criação.

A UDP passou a Associação Política em Abril de 2005, o PSR em 1 de Abril de 2008, a FER continua a existir autonomamente.

Portanto, em bom rigor, o BE é, na sua essência, uma coligação não eleitoral de diversas associações políticas, derivações de partidos políticos.

Apesar de tudo, continua a ser estranho esta uunião de pessoas, mairoritariamente trotskistas, stalinistas e maoistas. Afinal, se virmos bem as coisas, Stalin não era o melhor amigo de Mao, e até mandou entregar uma picareta a Trotsky ... directamente nas costas, literalmente falando, deste último.

Aqui não se trata de confundir. Trata-se de dizer a verdade dos factos.
feira de castro a 23 de Abril de 2008 às 17:31

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