08
Mai 08

Grito Negro

Eu sou carvão!

E tu arrancas-me brutalmente do chão
e fazes-me tua mina, patrão.

Eu sou carvão!

E tu acendes-me, patrão,
para te servir eternamente como força motriz
mas eternamente não, patrão.

Eu sou carvão
e tenho que arder sim;
queimar tudo com a força da minha combustão.

Eu sou carvão;
tenho que arder na exploração
arder até às cinzas da maldição
arder vivo como alcatrão, meu irmão,
até não ser mais a tua mina, patrão.

Eu sou carvão.

Tenho que arder

Queimar tudo com o fogo da minha combustão.

Sim!

Eu sou o teu carvão, patrão.

publicado por José Manuel Faria às 10:59

comentário:
E quem é o patrão?
Eduardo dos Santos?
mcds a 8 de Maio de 2008 às 14:56

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