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Mai 08


Os contratos a termo na Função Pública não poderão exceder os três anos, incluindo renovações. Esta é uma das alterações que consta dos acordos ontem assinado entre o Ministério das Finanças e os dois sindicatos da Função Pública afectos à UGT (Fesap e STE). A Frente Comum recusou assinar os documentos que estavam em cima da mesa e que praticamente concluem a reforma da Administração Pública.

 

A unicidade sindical não deve existir porque a liberdade sindical deve ser tanta como a liberdade política.

 

A Central UGT tão crítica com as opções da reforma da Administração pública cedeu mais uma vez, e a precariedade dos trabalhadores vai aumentar.

 

É assim, há sempre alguém a fazer o frete ao governo. E brindam com champanhe como nos tempos de Torres Couto.

 

Os trabalhadores devem abrir os olhos a quem os representa.

 

Reparem no símbolo da UGT!

publicado por José Manuel Faria às 10:40

comentário:
concordo com a primeira ideia
abc a 28 de Maio de 2008 às 11:50

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