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Ago 08

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O Comício das Esquerdas ( BE, ala esquerda do PS, renovação comunista) -  o PCP não foi convidado, caso o fosse não entraria nesta mistura entre sociais - democratas e esquerda caviar - Valeu pela oportunidade de agrupar pensamentos divergentes e tentar criar alternativas ao governo e PS Socrático.

 

Poucos meses após esta feliz ideia, Sócrates "namora" Alegre, cativa-o para 2009, promete-lhe um lugar de deputado e talvez novamente a vice-presidencia da Assembleia da República. Alegre dá troco ao PM.

 

Alegre e os Alegrista parecem ser assim por natureza, muita critica para dentro uns "uivos" para fora. A fidelidade interesseira pelo lugar soa sempre mais alto que a ruptura com o mainstream.  Cada vez mais cabe tudo no PS ( liberais, conservadores, sociaias-democratas de direita e socialistas).

Esta "gente" não é confiável. Abrir os olhos.

publicado por José Manuel Faria às 12:02

7 comentários:
"Cada vez mais cabe tudo no PS ( liberais, conservadores, sociaias-democratas de direita e socialistas).Esta "gente" não é confiável. Abrir os olhos."

Concordo a 100%! Cabe tudo MESMO! O PS é uma máscara.
Ana Bárbara Pedrosa a 21 de Agosto de 2008 às 14:52

Uma máscara, sim.

No carnaval os mascarados, desmascaram-se de mascarados. Insistem neste dia.

E os jotas fazem o frete de idiotas úteis parecendo de esquerda.
José Manuel Faria a 21 de Agosto de 2008 às 17:48

Manuel Alegre é desde há muito a face do socialismo-aristocrata português. O papel do Bloco de Esquerda é unicamente, estabelecer a rede de diálogo para que surja por si mesma, a diferença entre o socialismo da moralidade aristocrata de MA, com o socialismo feito com os cidadãos e para os cidadãos, que o BE sempre defendeu.
Na minha perspectiva pessoal, pouco podemos esperar de um acomodado, mas devemos manter a abertura necessária que sempre foi uma das caracteristicas chave do BE como partido político.
Gustavo Marques a 22 de Agosto de 2008 às 01:36

O socialismo vai ser construido a partir das lutas e da resistência dos trabalhadores, porque é nessas lutas que os explorados se começam a aperceber da necessidade de confrontar o capitalismo com a alternativa socialista (foi assim que eu aprendi).
Vejo muitos camaradas, que eu estimo, perderem muito tempo com as chamadas personalidades, estilo Manuel Alegre, Sá Fernandes, Helena Roseta.
Não sou contra a política de alianças dos revolucionários com outros sectores,mas fazer desta política de alianças o eixo da sua táctica é meio caminho andado para o oportunismo.
Chamo a atenção que há trabalhadores em luta desesperada contra o encerramento das empresas, pelo pagamento de salários e subsídios em atraso e que essas lutas estão a ser silenciadas pelos orgãos de informação burgueses. Tenho, como membro do jornal Mudar de Vida,acompanhado uma luta, a dos trabalhadores da Multivending, sediada na Abóboda-Cascais, que ocupam as instalações da empresa para que lhe sejam pagos os salários e subsídios. em atraso. Estes trabalhadores estão abandonados,embora resistam horoicamente. Onde param os deputados eleitos com os votos dos trabalhadores?

Manuel Monteiro
Manuel Monteiro a 22 de Agosto de 2008 às 12:52

Boa pergunta Manuel Monteiro.

Era importante os trabalhadores saberem optar, terem consciência de classe.

Insistem maioritariamente no PS e PSD!
José Manuel Faria a 22 de Agosto de 2008 às 14:13

JMF
Como bem sabe, os trabalhadores não ganharão consciência de classe enquanto se deixarem dominar pelas telenovelas, por Fátima,pelo Futebol. Mas também não ganharão essa consciência se estiverem à espera das propostas de lei que o BE ou o PC possam apresentar no parlamento. A posição correcta de um deputado revolucionário- e foi isso que eu fiz enquanto fui deputado e autarca- é apresentar projectos de leis, mas convocar os trabalhadores para serem eles, através da luta, a desmascarar os partidos burgueses, quando estes se oponham a leis que favoreçam os anseios populares.

Manuel Monteiro
Anónimo a 23 de Agosto de 2008 às 19:41

Caro MM, o problema dos 3 Fs não é só dos trabalhadores. Dá para perceber o esquerdismo, digamos radical do amigo. Entenda que hoje nesta sociedade de mercado/consumo, as mudanças na sociedade têm de ser compreendidas há luz dos tempos do sec:XXI . A fraseologia radical esquerdista não colhe e dificilmente arranja adeptos. Os trabalhadores querem condições de trabalho, melhorias de salários muito mais rapidamente do que tomar nas suas mãos as fábricas dos patróes.

Com um discurso ultra, os trabalhadores fogem, e dão de frente com o PS que os acolhe de braços abertos.
José Manuel Faria a 23 de Agosto de 2008 às 21:40

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