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Ago 08

http://www.paginadoe.com.br/post/imagem/71/bbrt8p/PROSTITUTA-2.jpg

A mais velha profissão do mundo - prostituição - deveria ser legalizada como outra actividade profissional qualquer, a masculina , feminina e variantes.

Esta realidade não tem nada de "amoral" ou de degradante do ser humano. As profissionais (os) optam, têm clientes e floresce a economia paralela.

Muitas(os) enveredam pelo sexo por falta de alternativas no mundo de trabalho ou porque é bem pago.

O Estado deveria legislar sobre este trabalho. Sem preconceitos.

publicado por José Manuel Faria às 11:46

5 comentários:
-Apenas um pormenor, a esmagadora maioria das "profissionais" do sector, não aceitaria pagar impostos sobre os elevados rendimentos que auferem. Estou é claro a referir-me à prostituição de luxo, ou a que é exercida em muito boas condições, já que nem toda pode ser considerada exactamente de "luxo". Boa parte da actividade é exercida por universitárias, pessoas que começam por um part-time, para resolver uma dificuldade financeira, mas que habituam-se depressa, muitas delas com uma vida dupla. Se a actividade estivesse legalizada, muita gente continuaria à margem da lei.
António de Almeida a 24 de Agosto de 2008 às 18:06

Caro António Almeida exceptuando os profissionais da função pública quem são os que não fogem aos impostos?
José Manuel Faria a 24 de Agosto de 2008 às 21:12

Mas a "prostituição reservada", prefiro chamar-lhe assim, porque existem apartamentos de luxo, c/jacuzzi, bar e outras mordomias, e existe a praticada em apartamentos sem nada disso, presumo que destinada a bolsas não direi modestas, mas não tão recheadas como a 1ª situação. Face á efectiva necessidade de sigilo, tenho ouvido e lido (sem ter obviamente qualquer estatistica disponivel), que grande parte dos clientes são casados, alguns com gostos e caprichos bizarros, diria que desde logo o segredo, talvez mesmo o secretismo, seja a "alma do negócio". Só por aí já estou a ver dificuldade na legalização, é que é aí, neste segmento que se concetram (dedução minha), as grandes verbas que o negócio envolve, por vezes recorrendo a tráfico internacional de seres Humanos (que continuaria a ser crime em qualquer circunstância). Se a opção fôr legalizar, sem obrigar à legalização, prescinde-se destas receitas logo à partida, e fica-se com a prostituição de esquina, em Lisboa a que está à vista na zona envolvemte ao Técnico, Belém, Intendente ou Artilharia 1, a masculina passa a ser no parque Eduardo VII. Ora acontece que esta existe em grande medida para sustentar o vício da droga, dificilmente alguma daquelas pessoas pagará impostos. E legalizando a prostituição, seria ainda mais dificil que aquelas pessoas a pudessem praticar, pois teria de existir uma autoridade de saúde, que impediria a prática por estas pessoas. A não ser que se legalizasse, obrigando a prática em bordeis, mas aí inevitavelmente acabarão por surgir lutas pelo controle de zonas, e outros problemas. Enquanto isso as call-girl continuariam sempre na ilegalidade, sem qualquer controlo. Não é uma situação nada fácil esta, legalizar tem prós e contras, manter a ilegalidade, idem. O negócio só é possivel mantendo a privacidade do cliente, sem a qual não há receitas, ou empurra uma fatia de praticantes para fora de legalidade, e na ilegalidade, todos os problemas, desde a falta de segurança à proteção se mantêm.
António de Almeida a 25 de Agosto de 2008 às 15:50

Para declarar o rendimento,não precisa de "declarar" o / os clientes !!!!!
pensoeudeque a 27 de Agosto de 2008 às 00:07

Eu sou a favor da legalização da prostituição e acima de tudo as prostitutas são seres humanos com direito a serem tratadas com dignidade e dignidade essa que passe por ter uma reforma, baixa e eventualmente subsídio de desemprego! As prostitutas têm um enorme papel social, é graças a elas que os tímidos vencem a timidez, os feios têm uma oportunidade, pode funcionar como terapia de casal e realizar algumas fantasias não autorizadas! É 23% de IVA que o Estado levava e essas pessoas sentiam-se socialmente mais protegidas! Na Alemanha é perfeitamente normal, aqui chamamos proxenetas e lá são empresários em que vão a um Centro de Emprego alemão e recrutam mulheres com mais naturalidade que um empresário vai a um Centro de Emprego português pedir para recrutas costureiras, mas com as devidas diferenças que esta é também uma profissão de componente moral e de consciência e na Alemanha há muita gente a perder o subsidio de desemprego porque não aceitam este tipo de ofertas dos centros de emprego (coisa que não acho justo)
Guri a 10 de Julho de 2013 às 14:30

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