05
Set 08

http://www.paginadoe.com.br/post/imagem/375/bbrt8p/gays.bmp?1213388008

Seria mais uma tarde igual a tantas outras, no Cais Rocha Conde de Óbidos, se não fosse a acostagem do primeiro cuzeiro gay em Lisboa. O navio chegou pouco depois da hora do almoço e, durante a tarde, eram mais os "mirones" alfacinhas junto à zona de desembarque e distribuidores de panfletos publicitários de discotecas gays na capital, do que os passageiros que se aventuravam pela cidade.

 

A orientação sexual diz respeito a qualquer um e niguém deveria ter nada com isso. Em Portugal as minorias sexuais ( LGBT) organizam-se para terem maior  visibilidade e reivindicação do poder legislativo com intuito claro de promoverem a igualdade.

 

No nosso País a "saída do armário" é dolorosa, estigmatizante, e pode dar perda de emprego. A "clandestinidade" é compreensível. Dinas ou Carlos Castro são dos poucos exemplos.

 

Por outro lado os Cruzeiros, os hoteis, as praias, os bares ou discotecas "especializadas" dão um ar de  promiscuidade mesmo que os seus intentos não o sejam. Daí a atracção e notícia do Cruzeiro Gay e Lésbico nos media e nos mirones. A integração deveria ser tal que um "acontecimento " destes por e simplesmente  não existiria. Esta Comunidade sexual insistindo nstes "programas", creio não ajudar em nada a sua Luta. Acentuando o folclore.

publicado por José Manuel Faria às 11:02

11 comentários:
Extravagâncias? O ser ou não ser… São este tipo de atitudes que me fazem perguntar, afinal que ideologias são estas? Podem dizer o que quiserem, mas é quase como se eu agora começasse a andar cheios de brincos, piercings, cabelo pintado e espetado. Afinal o que eles querem? Dar show off?
Não tenho nada contra... cada um sabe de si, mas se querem ser iguais, porque fazem tudo e de tudo para ser diferentes?
Márcio a 5 de Setembro de 2008 às 11:24

A maioria dos homosexuais deveriam ter vergonha. Não o digo por serem como são mas porque são aberrações da natureza. Explicando, com um exemplo, se dizem ter nascido mulheres num corpo de homem, porque não se portam como uma mulher normal e insistem em portar-se como uma p...? Roupas falcoloricas, cabelos exageradamente empruados e posturas insinuantezissimas. Enfim, claro que a excepção nao faz a regra.
Eu sou GAJO a 5 de Setembro de 2008 às 14:03

«A maioria dos homossexuais deveriam ter vergonha » simplesmente por serem «aberrações da natureza» ? Só por isso. Em que se baseia para fundamentar? Provavelmente, num preconceito infundado e retrógrado.


A postura e a indumentária de alguns não pode, nem deve ser considerado como 'regra'. Saberá muito bem disso, tal como o afirma no fim da sua opinião.

Contudo, verá que este tipo de comportamento e atitude é bem mais vulgar e banal nos heterossexuais (por serem a maioria 'sexual').

Meu caro, não deixe o preconceito o tapar. Tente respeitar as diferenças perante quem é diferente. Uma regra elementar e essencial para se viver numa sociedade civilizada.
Marco Gomes a 5 de Setembro de 2008 às 19:43

Não vejo o problema dos brincos, dos piercings e do cabelo pintado e espetado. Conheço muitos homossexuais e são pessoas completamente normais. A única coisa anormal é a homofobia.
Vergonha? Vergonha deviam ter os indivíduos que se dizem contra os homossexuais. Deixem mas é as pessoas viverem à vontade e inventem uma vida. "Aberrações da natureza"? E se o meu amigo ganhasse vida própria e deixasse as PESSOAS em PAZ? Só um frustrado sexualmente é que se pode dizer contra outra tendências sexuais.
Meus amigos, a homofobia é uma mariquice desgraçada.
Ana Bárbara Pedrosa a 5 de Setembro de 2008 às 19:44

PS Não faço mais comentários em relação ao segundo comentário aqui escrito, porque, com tantos erros ortográficos, temo não ter percebido tudo.
Homofobia revela falta de cultura, mente tapada e incapacidade de pensar. Ninguém me ensinou a não ser homofóbica. Devo ter nascido com mais de meio neurónio...
Ana Bárbara Pedrosa a 5 de Setembro de 2008 às 19:47

Não vejo o problema dos brincos, dos piercings e do cabelo pintado e espetado. Conheço muitos homossexuais e são pessoas completamente normais. A única coisa anormal é a homofobia.
Vergonha? Vergonha deviam ter os indivíduos que se dizem contra os homossexuais. Deixem mas é as pessoas viver à vontade e inventem uma vida. "Aberrações da natureza"? E se o meu amigo ganhasse vida própria e deixasse as PESSOAS em PAZ? Só um frustrado sexualmente é que se pode dizer contra outras tendências sexuais.
Meus amigos, a homofobia é uma mariquice desgraçada.
Ana Bárbara Pedrosa a 5 de Setembro de 2008 às 20:02

Concordo com a Ana e o Marco e em parte com o Márcio.

A homofobia existe e até posso compreender os" auto guetos " das minorias sexuais.

Agora custa-me aceitar os bares só para homens ou só para mulheres, tipo "especialidade da casa". Estes lugares podem não querer parecer, mas tornam-se áreas de engate levando os homofóbicos a apontar o dedo.

A sua luta pela igualdade deveria passar pelo confronto directo nos lugares "normais" e aqueles com estatuto social darem o exemplo . Como fez Jodie Foster ou Ellen DeGeneres .
José Manuel Faria a 5 de Setembro de 2008 às 21:47

Discordo. Nos bares e discotecas comuns, um casal homossexual seria olhado, gozado e criticado. E iria sentir que estava a fazer algo de errado e que aquele não era o seu lugar. Em locais onde o comportamento dominante é o hetero, e vivendo num país predominantemente homofóbico, um casal homossexual nunca estaria à vontade. Os bares para gays não são "guetos". São apenas um lugar onde as pessoas que têm essa tendência sexual podem estar à vontade. Se os considerarmos "locais de engate gay", então os restantes bares e discotecas são "locais de engate hetero".
Nos bares gay, um casal heterossexual sente-se exactamente como nos restantes bares. Que algo está errado. Que algo não bate certo. É capaz de ser uma experiência com algum interesse.
Já ouvi testemunhos, haha.

PS: Eu ODEIO bares e discotecas. Lugarezinhos mais chatos!
Ana Bárbara Pedrosa a 5 de Setembro de 2008 às 23:21

"um casal heterossexual sente-se exactamente como nos restantes bares"

Eu queria dizer - sente-se exacatamente como um casal gay nos restantes bares!
Ana Bárbara Pedrosa a 6 de Setembro de 2008 às 00:13

Ana Barbara, é boa a divergência. Insisto se os Homossexuais dessem a cara nos lugares "normais" sem se importarem com o gozo ou proibição dos donos, fazendo continuas queixas ao poder judicial. Não seria necessário muito tempo para as mentalidades mudarem. Estes lugares gay próprios servem também como uma luva para não se assumirem tornando a sua luta pela igualdade mais difícil.

No País vizinho, principalmente na noite é normalíssimo encontrar dois homens ou mulheres nos lugares "normais" a beijarem-se ou de mão dada.
José Manuel Faria a 6 de Setembro de 2008 às 12:03

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