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Out 08

http://www.eleconomista.es/imag/ilustraciones/accionistas.jpg

Um corretor, citado pela agência de notícias France Press, limitou-se a dizer que estes resultados demonstram o clima de «pânico total», vivido esta quinta-feira em Wall Street.

Os bancos a pedirem injecções de fortunas fabulosas do Estado para os salvarem das  falências, isto é, viveram no movimento bolsista e especulativo com os dinheiros das poupanças das pessoas e propagandearam durante anos a facilidade ao crédito. O jogo de casino na procura de ganhos cada vez mais alto endoideceu os accionistas, enriquecer sem produzir traz estes momentos catastróficos. A crise financeira agudizasse e por consequência a económica, aumento de desemprego por destruição das empresas, deixa de haver poder de compra o dinheiro real não circula, a arquitectura social cai. Os tempos que vêem aí são infernais. A salvação está no Estado com injecções fabulosas de activos financeiros que não existiam para a saúde, educação ou salários, mas apareceram para os graúdos irresponsáveis e criadores de riqueza pessoal, nós vamos pagar a avareza e aventureirismo de uns magnatas eleitos do deus dinheiro. Sempre, é sempre as classes baixas a pagar as favas. Esta tropa dos directórios das seguradoras e da banca deveria ser presa por crime económico. As nacionalizações crescem em catadupa. Os liberais amantes do mercado sem regulação escondem-se e pedem Socialismo. Quem diria!

 


 

Governo avança com garantias até 20 mil milhões de euro. Afinal a banca não está segura! Ministro mentiu.

 

publicado por José Manuel Faria às 10:23

6 comentários:
Enfim. Mais uma análise superficial sobre esta grave crise financeira. Se a asneira pagasse imposto...
ADP a 10 de Outubro de 2008 às 13:12

Muito obrigado pelo elogio. E parabéns pela sua profunda análise de um expert na matéia.

Como é tão fácil lançar epítetos no escondidinho do anónimato.

A covardia está ali logo ao virar da esquina.
José Manuel Faria a 10 de Outubro de 2008 às 13:35

Sr. prof, antes demais deixa-me dizer para cagar de cima para certos e determinados comentários... quem comenta, o que quer é que o sr. prof. reaga...

Muito sinceramente ainda não percebi qual é a essência da existência das bolsas, mas independentemente disso acho que, no caso dos EUA deveriam todos fechar as portas. Podíamos sofrer todos agora um bocado, mas o fim do mundo não depende das bolsas...
Márcio a 10 de Outubro de 2008 às 15:04

Eu sei que a estratégia é essa mesmo, lançar a bomba e fugir, caro Márcio. Há momentos que me apetece reagir.


Este anónimo utiliza vários pseudónimos. É conhecido por quase todos os vizelenses. Um dia direi quem é.
José Manuel Faria a 10 de Outubro de 2008 às 16:55

Engana-se. Não é o fim do capitalismos, apenas um assentar de novas bases e uma mudança de estratégia. Estou com Saramago quando diz que é preciso que o povo queira as soluções do socialismo, se é que o socialismo as tem!
Jorge Miranda a 11 de Outubro de 2008 às 00:01

O título é provocatório. O combate ao sistema é difícil, as forças económicas dominam a política . O curioso disto são as nacionalizações para salvar o capital, principalmente da banca.
José Manuel Faria a 11 de Outubro de 2008 às 19:45

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