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Dez 08

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As movimentações falharam porque os seus participantes concluíram não existirem nesta altura condições para um debate aberto no PS. Os próximos actos eleitorais e a necessidade de o partido os enfrentar o mais unido possível (não acrescentando divisões aquela que Manuel Alegre já protagoniza) irão, ao que tudo indica, transformar o congresso numa plataforma de lançamento da campanha do PS, o que não se conjuga com grandes debates programáticos.

Depois do Congresso do PSD onde apareceram alternativas tanto à liderança como às suas políticas. Tudo “secou” nos partidos parlamentares, exceptuando o Bloco de Esquerda. O PCP “construiu” as suas Teses e o Comité Central fora do Congresso ao longo de meses de discussão interna, a reunião magna foi para explicar/afirmar os resultados do debate. A eleição para a liderança do CDS foi um passeio para Paulo Portas, venceu um adversário invisível por 95%, o Congresso será um palco de afirmação do Querido Líder. O PS partido do governo, e com eleições à porta não quererá discutir novo SG, há receio de “amachucar” Sócrates, e moções alternativas talvez de algum “franco-atirador” para mostrar que usa arma. Resta ao BE mostrar que a democracia interna funciona, que as alternativas existem e as lideranças discutem-se. De “Os Verdes” parece que está tudo como dantes no quartel de Abrantes.

 

publicado por José Manuel Faria às 11:01

2 comentários:
Amigo Faria

Lá está o meu caro a ser sectário.

Tudo se mantém como dantes nos partidos parlamentares, ecepto, pois claro, no BE, que está sempre em constante mudança.

O mais curioso é que, depois, afirma que as conclusões e os órgão do PCP foram consequência de uma discussão interna de meses, confirmados no Congresso.

Bom, pelo menos, como muito bem reconhece, houve discussão profunda ao nível das bases, daquela discussão que nos restantes partidos não acontece, em que as teses são discutidas, às vezes 5 e 6, em três dis de congresso, no meio de muita peixeirada, e resultantes de acordos de bastidores, mais depressa conhecidos através da SIC no que dentro do espaço do congresso.

E não estou a dizer que é assim nos congresso do BE.

Por outro lado, o PCP, no seu congresso, produziu um documento de fundo, orientador da sua actividade a médio longo/prazo, e não se limitou a aprovar um conjuntos de alternativas para o imediato.



João Nuno Sequeira a 18 de Dezembro de 2008 às 14:00

João,

O PCP funciona assim não há nada a fazer. Os delegados intervenientes têm de expressar a opinião da sua organização, caso apresente ideias próprias!

Os tempos de discussão interna e de divergência no PCP, já lá vão.

Em 2000, discutia-se na CP do CC, no CC, nas concelhias e regionais. Esse tempo terminou. O PCP está limpo do "vírus pequeno-burguês " ( Domingos Abrantes). Opções.
José Manuel Faria a 18 de Dezembro de 2008 às 20:27

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