Apesar da renitência das colegas em tomar da palavra, uma das funcionárias decidiu dar o seu testemunho, assumindo-se, com o apoio das restantes, como porta-voz das trabalhadoras da “PoleryCosta”. “Estamos aqui por causa de nos proibirem de ir à casa-de-banho. Temos um horário de utilização”. Aqui
- Norma vergonhosa, e atentatória dos Direitos Humanos numa empresa de Vizela. Envergonha todos os Vizelenses. Há hora certa para fazer xixi!
Espera-se a breve prazo tomadas de posição da autarquia e dos responsáveis dos partidos políticos, não o fazendo, serão coniventes com esta direcção fabril.
acho uma vergonha.Com a antiga direcção nada disto acontecia, este empresário não parece ir muito longe
De Paiva a 12 de Novembro de 2009 às 00:55
A tomada de posição da autarquia e dos responsáveis dos partidos políticos será, quanto muito, opinativa.
Qual será a sua relevância em termos de obrigar a empresa Polery & Costa a alterar a sua posição? - Nenhuma.
Agora, lá para os lados da dita empresa, até a “bexiga” vai ter que cumprir um horário de trabalho. O que não ficou esclarecido é se será remunerado.
De a 12 de Novembro de 2009 às 02:57
Aproveitam-se da crise para humilharem as empregadas.. que gente é esta que para mostrar "poder" gera sofrimento nos outros... Sadismo?? Que raio de filosofia criativa que em vez de motivarem os trabalhadores para o trabalho, desmotivam-nos com probições e castigos...a prescrição do medo a quem tem de trabalhar 8 horas por dia para ganhar uns míseros 426 euros/mês.. É simplesmente ridícula esta imposição horária para satisfação das necessidades primárias.... Quem raio são estes senhores que se jukgam donos dos funcionários... Caras funcionárias, no vosso lugar é de lutar até às ultimas consequências, também há o tribunal dos direitos humanos para reclamarem... se não obtiverem resolução satisfatória com os tribunais daqui.. Patrões... Patrões... eu nunca os chamaria de empresários... É assim que Portugal vai para a frente??? Estamos a caminhar em direcção a um terceiro mundismo que só prejudica a nossa economia e a nossa postura como cidadões Europeus.. É este o modelo de gestores que cá temos , mas, como estes há mais, tudo do género...infelizmente..
De a 12 de Novembro de 2009 às 10:24
PARECE-ME BEM A CAMARA DE VIZELA TER NOMEADO ALGUÉM PARA ESTAR ATENTO AO RUPTURA E DAR RESPOSTAS DEVIDAS NESTE BLOG. DEVE SER DIFICIL COMBATER O TÉDIO NUMA AUTARQUICA COM PESSOAL A MAIS E TRABALHO A MENOS. NÓS PAGAMOS.
Caro Paiva, a tomada de posição firme da autarquia e das concelhias dos partidos, dava azo a um interesse particular da situação, obrigando o Ministério do Trabalho a reagir ( inspecções), e a ser assunto no parlamento, assim como na TV e Jornais. Há muitos modos de intervir na denuncia e protesto. Creio que nada ficaria na mesma.
De Um Vizelense a 12 de Novembro de 2009 às 11:32
Será que o dito cujo patrão, também impôs um horário a si próprio para ir a casa de banho? Será que pretende voltar ao início da revolução industrial, onde a jornada de trabalho ultrapassava as 12 horas? Por acaso não sabe que trabalhador satisfeito produz mais 30 a 40% que um insatisfeito e a qualidade do seu trabalho melhora? O que andam a fazer as inspecções de trabalho a estes atropelos dos direitos e garantias dos trabalhadores. À imagem do governo o patrão esta no quero posso e mando e as inspecções telefone antes de vir.
De a 12 de Novembro de 2009 às 11:32
A Câmara a intervir? Se isto fosse nas Termas!
De a 12 de Novembro de 2009 às 17:09
As pessoas deveriam ler o comunicado antes de comentar, já andei nestes ambientes de confecção e o que se diz não é o que se lê e o que se fala não é o que se faz. O desespero dos patrões para obterem produtividade muitas vezes não são as mais correctas, porque eles também são explorados por clientes. Desejo boa sorte aos trabalhadores e ao patrão, pois ambos são vítimas do sistema.
De a 12 de Novembro de 2009 às 22:00
A ganância é tão grande que não se olham a meios para atingir os fins, é uma vergonha, para além de serem-mos explorados com os míseros salários, ainda há regras para se poder fazer uma necessidade fisiológica. É triste. Quando chega o socialismo?