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Mar 07

 

No dia 19 de Março de 1998 a Assembleia da República votou a elevação de Vizela a cidade e a concelho.

Nove anos depois e sem qualquer dúvida podemos afirmar que valeu a pena esta decisão parlamentar. Vizela e o seu concelho estão irreconhecíveis, o crescimento estrutural e social é uma realidade. Não é por acaso que uma vila e uma freguesia vizinhas pretendem a sua inclusão no concelho (pelo menos parte da população), os tempos da castração vimaranense felizmente já lá vão.

É obvio que as prioridades definidas pelo poder político actual poderiam ser outras, mas para isso é que existem as oposições que têm obrigação de apresentarem projectos alternativos.

Viva a liberdade VIZELENSE.  

publicado por José Manuel Faria às 18:27

10 comentários:
Viva Vizela.
Anónimo a 12 de Março de 2007 às 19:05

Vizela em alguns aspectos está melhor. Há cada vez mais mamarrachos, e o rio continua poluido, mas tenho esperança que no futuro o concelho possa estar mais desenvolvido e com sustentabilidade.
Sandra Silva a 12 de Março de 2007 às 19:31

Já lá vão os tempos da castração vimaranense!… e agora? Os vizelenses gozam os tempos da castração vizelense, não é verdade? Hummm… estás mesmo convencido de que os vizelenses podem dar vivas à liberdade?
Miguel Pinto a 12 de Março de 2007 às 22:11

Absolutamente. Bem... uma liberdade vigiada, não estivesse o PS a governar vizela.
José Manuel Faria a 12 de Março de 2007 às 22:18

Há quem tenha lucrado imenso com o concelho, designadamente o seu presidente, até já tem uma rua.
Martinho a 13 de Março de 2007 às 11:32

Viva Vizela
Parabens
guinha a 13 de Março de 2007 às 12:06

O SR. martinho não sabe o que diz, e é maldoso.
António a 13 de Março de 2007 às 17:04

Talvez poela minha idade bastante jovem, na altura em que vizela se "emancipou" eu tinha 10 anos, nunca entendi muito bem o que é que Vizela tinha contra Gmr, no que é que Gmr prejudicava Vizela, etc e tal... No entanto tanto me faz. Percebo é que Vizela recebe agora o dinheiro dos seus habitantes e já não o recebe por parte da autarquia Vimaranense. E percebo que talvez Gmr, na altura em que Vizela era apenas Vila, não investisse em Vizela o que deveria investir. Mas não sei se assim o é. Nem me interessa. Aos Vizelenses, que reconquistaram a sua terra, muitos parabens! (Talvez seja parecido com o que se passa entre Gmr e Braga... Nós por cá somos mesmo bairristas!)

Muito sucesso para Vizela e para os vizelenses. Por um Minho como região europeia!
[spicka] ocio.pt.vu a 13 de Março de 2007 às 22:48

caro spika o seu comentário foi pertinente. Contudo acrescento que a luta pela emancipação concelhia foi longa e muito difícil, guimarães tinha muito poder político em Lisboa. Foram anos e anos de luta politica e nas ruas, e a seguir à decepção de julho de 97, veio a alegria de março de 98. Valeu a pena.
José Manuel Faria a 14 de Março de 2007 às 13:31

Sou vimaranense. Não fanático, mas bairrista. Lembro-me bem dos excessos vizelenses sempre que viam negados os seus ensejos. Muitos desses excessos deploráveis e anti-democráticos.
Também me lembro da intransigência ignorante do restante concelho, que criticava os independentistas Vizelenses sem sequer os ouvir ou tentar compreender.
Foram anos de fanatismo de parte a parte. O bom senso era raridade em ambos os lados da barricada.
Por mim, nunca me opus à autonomia, não só porque o atraso estrutural de Vizela era evidente, mas porque não é democrático impôr vontades a uma maioria aparentemente tão significativa (aparentemente, porque não me recordo de nenhum referendo em Vizela para sufragar o desejo autonómico). Por outro lado, também era notório que esse desejo era sobretudo exacerbado por uma facção do PS vizelense frustrada com a sua inabilidade em conquistar investimento e influência junto da sede do município Vimaranense.
Enfim. Tempos idos. Sim, tempos idos. Que eu não guardo nenhum rancôr pelo sucedido (e até António Nagalhães está por se demitir, como havia prometido que faria caso a autonomia se concretizasse).
Não estou habilitado para avaliar se Vizela ganhou com a autonomia administrativa, até porque ainda reconheço hoje a mesma Vizela de há 20 anos atrás. Mas o progresso também é visível, e, nos últimos anos, em boa parte pelo impacto da renovação da linha férrea - graças a Guimarães, que recebeu o EURO 2004.
Talvez toda a matéria em volta deste assunto não venha nunca a ser consensual para a nossa geração, mas acho que a expressão "castração vimaranense" é imprópria e injusta. Se existia, era a nível político, não a nível social. Nunca me achei superior aos Vizelenses, aos Taipenses, aos Torcatenses, aos Pevidenses, e às demais Vilas do concelho de Guimarães.
Concordo plenamente que os investimentos autárquicos são mal repartidos por todo o concelho, e que há situações inadmissíveis como a falta de saneamento básico e distribuição de água a uma elevada franja das populações, fruto de uma política repetidamente sufragada e legitimada nas urnas.
Mas a realidade das desigualdades estruturais entre sedes de concelho e zonas rurais ou periféricas, situação comum
por este Portugal fora, parece-me mais um problema de consciência política, e não o de subjugação civil ou social das populações beneficiárias de boas condições sobre as populações carenciadas.

nelo a 18 de Março de 2007 às 00:24

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