23
Jun 17

 

publicado por José Manuel Faria às 11:22

22
Jun 17

"Vejo Judite de Sousa com cadáver em fundo e empoleirada num reboque, encostada a um carro incenerado. Não consigo deixar de pensar que, além de a um grande mau gosto, as duas imagens devem quase tudo à cultura da selfie.

Como não entender a senhora, se hoje em dia se tornou normal querer aparecer? Onde antes existiam pedidos de autógrafos,  fotografias normais de alguém aos pés de uma catedral gigante, bilhetes de concerto emoldurados no quarto e frases do estilo “Paulo 17/04/1985” rasuradas com canivete numa árvore, existe hoje a ânsia das fotografias com celebridades, caras enormes à frente de monumentos,  grupos de sorrisos com palco de festival musical lá atrás ou paisagens desfiguradas por alguém a querer dizer “estive aqui”.

Não sei bem o que achar de tudo isto. Sei só que não pratico e que se o fizesse me acharia tonto. Ocorre-me a palavra “Eu” repetida muitas vezes. Os lugares, momentos e pessoas estão hoje submetidos, mediados pelas identidade sélfica, que é, sem dúvida, mesmo muito importante. A vida à volta, aquilo que acontece para além do self, só vale a pena ficar registado, parece, desde que participe e fique registado como ator principal. A memória silenciosa do que se passou ou de onde se esteve não basta. É necessário ser o Mestre de Cerimónias.

Judite de Sousa usou a linguagem social, a irrefletida exposição e os gestos narcísicos banais de hoje, dos nossos dias.

Hesito entre o que é mais intrigante: aquele trabalho jornalístico ou desconfiar que muito boa gente tiraria selfies similares se lá estivesse naquele momento."

Micropaisagem

publicado por José Manuel Faria às 18:16

 

publicado por José Manuel Faria às 18:11

publicado por José Manuel Faria às 12:23

"Ao longo da minha vida sempre valorizei a palavra. Para mim, esta é uma das coisas mais importante que temos e devemos honrar.
Quem me conhece sabe que não sou um “verdadeiro político”, sou um homem de palavra e aceitei ser Presidente da Junta de Santa Eulália para ajudar as pessoas da minha terra, motivo pelo qual escrevo este artigo de opinião, desmentindo as palavras do Sr. Presidente da Câmara Municipal de Vizela, publicadas na edição do Jornal da Rádio Vizela do passado dia 8 de junho. 
O Sr. Dinis Costa afirmou que eu não queria a Loja do Cidadão em Santa Eulália, o que é profundamente falso. Eu e o Executivo da Junta de Freguesia, não só queremos a Loja do Cidadão em Santa Eulália, como já fizemos todas as obras à custa da Junta para que fossem criadas a condições necessárias para receber este serviço. Estas obras já estão prontas há mais de um ano e meio e a pessoa que ficará à frente do serviço concluiu a formação no mês março de 2016. Assim sendo, importa perguntar se a Junta de Freguesia tem tudo pronto para receber o serviço há mais de um ano porque é que este não aparece? Quem é que não quer o serviço?
Enquanto presidente de Junta, quero o melhor para a minha terra, motivo pelo qual fiz tudo para que a Câmara comprasse o terreno e a casa junto ao adro da igreja de Santa Eulália. Contudo, e uma vez mais, a Câmara Municipal de Vizela está a bloquear o crescimento da nossa freguesia. O terreno foi comprado no passado mês de Abril e até hoje nada foi feito. A Junta já se disponibilizou para fazer as obras e o presidente da Câmara não deixa, porquê? Sr. Presidente da Câmara, estamos em lados opostos nestas eleições, mas independentemente de tudo, não deve prejudicar os Eulalenses."

 

Manuel Pedrosa

publicado por José Manuel Faria às 11:57

21
Jun 17

"(...) A grande maioria dos militantes partidários é sempre orientada e submetida às determinações de um “chefe” tribal, cuja autoridade resulta mais do estatuto de divindade laica que encarna magicamente, capaz de exercer o poder de castigo ou recompensa sobre os elementos da turba, do que da sua qualidade intrínseca de líder cujo carisma assente na nobreza de carácter, na convicção sobre os princípios e os valores onde tem raiz a sua mensagem política e humana e, finalmente, na coragem de os colocar em prática. Este padrão repete-se desde a base até ao topo da hierarquia. É a esta degradação interior do corpo partidário que se dá o nome de “pasokização”. É também ela que tem favorecido o aparecimento de organizações políticas externas ao círculo ideológico da democracia, produzindo fenómenos sociais e institucionalizados de racismo, xenofobia e fascismo. Enquanto o guião do House of Cards for a cartilha dos agentes políticos que não tiveram tempo para ler Thomas Hobbes, Bento Espinosa ou Nicolau Maquiavel e, dentro dos partidos, assim como das organizações menos visíveis que lhe dão chão especulativo, se favorecer e premiar a mediocridade, a ignorância, o culto canino e ritual do “chefe”, a retórica boçal, o tráfico de influências, o favorecimento injustificado e a sanguinária competição pelos lugares, nada interromperá esta viagem alucinante da democracia rumo ao caos. Até porque já lá estamos."

Bruno Santos

publicado por José Manuel Faria às 16:47

As listas serão entregues no Tribunal até ao dia 07/08/2017: dos partidos, das coligações e de grupos de cidadãos

http://www.cne.pt/sites/default/files/dl/al2017_mapa-calendario_0.pdf

publicado por José Manuel Faria às 11:43

20
Jun 17

"A todos os jovens, homens e mulheres de esquerda.
Hoje decidi, com o meu sentido critico activo fazer uma pequena analise SW.O.T. (contabilização dos pontes fortes e pontos fracos, constrangimentos e vantagens), das próximas eleições autárquicas.
Todos sabemos que o P.S. tem um património histórico e político invejável, enquanto mobilizador de massas fruto da sua base natural que esta assente no operariado e em meia dúzia de intelectuais. Chegou a representar 35% de eleitorado base.
Porém esta força mobilizadora foi-se desmembrando e desintegrando ao longo dos tempos. Tudo porque nos últimos 20 anos a visão estratégica local do P.S. era a de aniquilar o sentido critico, denegrir, estrangular, ridiculizar e correr a todo o custo com os “opinion makers” e, garantir aos pagadores de cotas a mobilização geral, transformando o partido numa plataforma giratória para garantir a eleição de muitos, chegando ao cumulo de eleger, uns poucos, pequenos ditadores, imberbes e energúmenos. O P.S. valia muito mais que os candidatos.
Entretanto esta aniquilação ideológica, em nome de uma eleição continuou sempre a funcionar como um facto real e um dado adquirido e os aproveitadores foram surgindo de todas as esferas políticas e sociais para garantirem assim a sua eleição.
Esta verdade atingiu os extremos da razoabilidade e levou à implosão do P.S. local visível na debandada geral dos “Últimos Moicanos” que em nome de uma suposta in(depencia) apresentam-se a eleições. A verdade é que em termos partidários a implosão sucedeu devido ao desgaste natural de fracos candidatos e não ao desgaste do partido e, era previsível a curto prazo, como se fosse uma crónica de uma morte anunciada. Sim! Ninguém (esta)va lá em nome da ideologia partidária.
Apesar de tudo as massas do operariado, os pequenos comerciantes e os cidadãos continuam e continuaram a garantir um futuro risonho ao Partido Socialista em qualquer parte do país.
Esgotado, decrépito e levado à quase ausência de militância o Partido Socialista, apresenta pela primeira vez na sua longa história um independente como candidato ao Município, inteligentemente os coveiros do partido resolveram ressuscitar, um pouquinho tarde na minha modesta opinião, um candidato que vale mais que a maquina ferrugenta adormecida pelos próprios. Inteligentemente e perante a debandada geral de militância o P.S. agarra-se com unhas e dentes a uma candidato que garante a continuidade da força do partido.
João Ilídio Costa, vale muito mais que os míseros 23% de eleitorado fixo do Partido Socialista, apenas lhe basta sair a terreiro para capitalizar o eleitorado fixo em vitória.
Sabemos da sua capacidade de trabalho, da sua história de gestor de homem honrado, honesto e de boas contas, a sua visão global de Vizela é enorme e a sua força e energia é inesgotável.
Contra João Ilídio Costa, existe uma máquina jornalística, na verdade, o trabalho deles não é jornalístico. Insere-se nas táticas de *“lawfare”, para manter em permanente exposição negativa a imagem e reputação de João Ilídio Costa. Publicações como as que conhecemos servem apenas para mascarar a falta de qualquer materialidade nas suspeitas que são lançadas sobre o candidato por agentes a soldo de outros interesses que não os de informar, com o único intuito de prejudicar sua atividade política enquanto candidato, a sua imagem enquanto homem, e a sua consequente descredibilização perante a sociedade.
* A palavra "lawfare" é uma combinação (portmanteau) das palavras "law" (lei) e "warfare" (guerra). A tradução literal aproximada para "lawfare" é "guerra jurídica". Trata-se do uso da lei (law) como instrumento de guerra e destruição do outro (warfare), onde não se respeita os procedimentos legais e os direitos do indivíduo que se pretende eliminar. Tal prática é planeada de forma a ter toda uma aparência de legalidade, com a ajuda jornalistas, além dos agentes perpetradores.
Espero ver nas próximas eleições o valor real das pessoas sem a máquina partidária que os elegeu, esperam-se surpresas.
Perante os jovens, homens e mulheres de esquerda apresentam-se apenas duas soluções:
Deixar ganhar a Coligação PSD-CDS ou eleger João Ilídio Costa, a outra solução não existe porque em política quem divide nunca ganha."

Rui Patronilho

 

publicado por José Manuel Faria às 22:12

"Li os jornais, todos. O que li foi o caos, foi exactamente o contrário do que anunciou Marcelo R. de Sousa ao país – tudo correu mal. Se ontem estava convencida que a eterna questão da propriedade é a chave, hoje acho que há outro factor tão ou mais grave. O que está a desenhar-se no horizonte é uma combinação de dois factores explosivos – o eucalipto e a ruptura da protecção civil, a má gestão pública dos recursos humanos especializados, numa palavra, a erosão do Estado Social.

Li o testemunho de uma senhora humilde que foi desviada para a Estrada 236 pela GNR, ela conta-o sem mágoa ou dedo acusatório. Noutro, um inglês, jornalista que ali vive, diz que lhe aconteceu o mesmo, não compreende, foi para ali porque a GNR o desviou naquele sentido. Compreendem a gravidade? A GNR não só não terá cortado as estradas que já ardiam, como alguém desviou para lá as pessoas, é isto que as testemunhas estão a dizer nos jornais hoje publicados. Ninguém em seu juízo perfeito dirá, se isto for verdade, outra coisa que não seja a GNR estava tão desorientada e ignorante do que se passava naquela estrada como os civis. Não havia planos de evacuação, refúgios, conhecimento de ventos. Podia até ser um operacional especializado em trânsito, sem qualquer saber de florestas. Mas o que segue não é melhor. Uma mãe, um bebé de 9 meses e o filho inanimado no chão de 4 anos – o INEM aterra ali por acaso, porque pelas chamas não podia ter ido para onde seria chamado, e o aguardavam também com emergência. A criança foi assim reanimada. Está internada em estado grave, salva, todos esperamos, por um INEM que terá chegado ali por…sorte. Ou azar, dos que não socorreu para onde se dirigia. Há mais, há 135 feridos, para já. Afinal há dezenas de pessoas que estiveram nessa estrada da morte, se queimaram e conseguiram sair com vida. E as que não ficaram feridas e conseguiram escapar entre as chamas e os acidentes – dezenas. Portanto podiam ter sido centenas os mortos nessas estradas. Os testemunhos das pessoas num tanque 8 horas à espera de auxílio. As dezenas de relatos, em que as pessoas dão nome e cara a quem queira escutá-los, em que esperaram por bombeiros e médicos 6, 8, 10 horas; são dezenas de aldeias isoladas – não são idosos que resolveram viver num ermo, são famílias inteiras com tudo destruído, às centenas. As pessoas entraram em pânico e fugiram? Há muitas que dizem isso, fugiram, não sabem para onde e como, outras que dizem que foram para ali orientadas, outras que não fugiram e morreram à espera de ajuda dentro de casa. O que sobra disto é que estavam todos sem saber o que fazer – civis e protecção civil. O desdém com os académicos que nestes dias com coragem se levantaram – silvicultores, arquitectos, urbanistas – em detrimento dos homens que “estão no terreno a sofrer e dar tudo por tudo” não vai ajudar a resolver nada.

Sabem porque gastamos milhões de euros a construir uma via nas autoestradas que não é usada? – a via de paragem. Para um acidente. Uma excepção. Imobilizamos capital para um azar, “desperdiçamos” tempo e dinheiro em algo que raramente é usado, mas que salva vidas. É por isso que temos que ter guardas florestais que parte do ano vão caçar perdizes. Porque temos médicos de prevenção no INEM parados parte do tempo, a namorar, à espera de uma chamada e a escrever poemas. Porque temos bombeiros especializados em fogos que parte do ano jogam à bisca no café. Porque nem tudo é rentável na vida, a vida aliás não tem a rentabilidade de um eucalipto, a eficiência de um gestor público nem a rotatividade dos juros. A vida é um direito. Tudo correu mal, Senhor Presidente."

Raquel Varela

publicado por José Manuel Faria às 21:26

 

publicado por José Manuel Faria às 10:54

 

publicado por José Manuel Faria às 09:51

19
Jun 17

A verdade sobre o que aconteceu em Pedrógão é insuportável. É esse o motivo pelo qual os agentes políticos e os seus porta-vozes evitam, a todo o custo, falar em responsabilidades. Foi conhecendo já a verdade insuportável que o Presidente da República se apressou a dizer que “fez-se o máximo que se podia ter feito”. Mas não fez. E a própria declaração apressada do Presidente foi o primeiro sinal de que uma gravíssima negligência tinha ocorrido e que a estratégia de protecção mútua dos responsáveis políticos tinha começado.

Enquanto os bombeiros apagam o fogo e as televisões facturam, por detrás da cortina há reuniões permanentes de gabinetes, encontros assessorados por empresas especializadas na gestão da comunicação em ocasiões de crise, há snipers anónimos espalhados pelas redes sociais, cooptados nas juventudes ou entre dirigentes partidários arruaceiros contumazes, mais propensos à cacetada e ao vernáculo de taberna, cuja missão é insultar quem questione a palavra de ordem: é preciso proteger a imagem do governo. É preciso evitar que se fale em responsáveis. Daqui a uma semana já ninguém se lembra disto.

 

Agora é o tempo do bom e velho espírito Jonet. É tempo dos peditórios, das contas solidárias abertas na CGD para cobrir uma despesa que cabe ao Estado, das chamadas telefónicas de valor acrescentado, dos pacotes de leite e dos sacos de fruta entregues nos quartéis, como se aos quartéis não pertencesse o dever de os ter aprovisionados para ocasiões como esta e tivessem que sujeitar-se, de cada vez que há uma tragédia, ao ritual miserável da esmola, da velha caridade salazarenta, da procissão redentora dos víveres e das mantas. Agora é o tempo da consternação fingida e das lágrimas de crocodilo, da “solidariedade” que até aqui não houve e cuja falta está na origem da catástrofe que todos os anos se anuncia e que desta vez aconteceu. É tempo do ritual do luto solene e oficial, das condolências tão protocolares quanto falsas, das fotografias trabalhadas para a primeira página, dos abraços mil vezes ensaiados, da rosa negra na foto de perfil, colocada à pressa depois da festarola de São João onde se fez campanha eleitoral enquanto o país ardia.

Mas a verdade é insuportável.

Os mortos e os feridos são uma estatística. São danos colaterais que ocupam uma estreita coluna na folha de cálculo onde se contabilizam os lucros do desordenamento do território. Enquanto uns choram, outros vendem lenços. Que nem por um minuto se duvide disto: a preocupação principal desta gente são as próximas eleições autárquicas e o eventual desgaste político resultante da tragédia. Antes do próximo Inverno haverá sobreviventes de Pedrógão Grande a receber notificações das Finanças para pagar um imposto qualquer sobre algo que

publicado por José Manuel Faria às 21:21

 

publicado por José Manuel Faria às 20:17

 

publicado por José Manuel Faria às 12:26

 

publicado por José Manuel Faria às 11:33

18
Jun 17

 

publicado por José Manuel Faria às 19:14

  • 39 - Grupos de cidadãos
     
  • O grupo de cidadãos tem direito ao uso de um símbolo?

    Sim, à semelhança dos partidos políticos e coligações de partidos.

    No entanto, caso o grupo de cidadãos não apresente símbolo, ou se este vier a ser julgado definitivamente inadmissível pelo tribunal, é-lhe atribuído um número romano, de I a XX, sorteado pelo juiz competente, no dia seguinte ao termo do prazo de apresentação das candidaturas.

  • 40 - Grupos de cidadãos
     
     
    O símbolo do grupo de cidadãos deve obedecer a alguma regra?

     

    O símbolo do grupo de cidadãos não pode confundir-se ou ter relação gráfica ou fonética com símbolos institucionais, heráldica ou emblemas nacionais ou locais, com símbolos de partidos políticos ou coligações ou de outros grupos de cidadãos eleitores, nem com imagens ou símbolos religiosos.

  • 41 - Grupos de cidadãos
    Quais são os elementos que identificam o grupo de cidadãos no boletim de voto?

     

    Denominação, sigla e símbolo (escolhidos pelo grupo e aceites pelo tribunal).

     

    CNE

 

publicado por José Manuel Faria às 18:29

 O Presidente da República deixou hoje uma palavra de ânimo e conforto aos que continuam a combater o incêndio de Pedrógão Grande, que provocou 57 mortos, e disse que "o que se fez foi o máximo que se podia fazer".

publicado por José Manuel Faria às 11:54

17
Jun 17

"Coligação “Vizela é para Todos” deu hoje o pontapé de saída de uma nova fase da campanha eleitoral, tendo em vistas as Eleições Autárquicas, que se encontram marcadas para o dia 01 de outubro.

No Jardim Manuel Faria, a coligação que une as concelhias do PSD e CDS/PP apresentou os candidatos às cinco Juntas de Freguesia do concelho. São eles os seguintes: Cidália Faria (S.Miguel/S. João); Nuno Azevedo (Santa Eulália); Carlos Magalhães (Santo Adrião); Manuel Freitas (Tagilde/S. Paio) e Francisco Correia (Infias).

Na presença dos representantes das Distritais do PSD e do CDS/PP, Ricardo Rio e Altino Bessa, respetivamente, foram ainda dados a conhecer o mandatário da lista - Belmiro Martins - e o diretor financeiro - António Azevedo. O diretor de campanha é José Abreu.(...)"

publicado por José Manuel Faria às 22:56

16
Jun 17

 

publicado por José Manuel Faria às 19:04

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