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Jun 19

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23
Jun 19

publicado por José Manuel Faria às 10:23

publicado por José Manuel Faria às 10:21

O caso Berardo é apenas mais um exemplo daquilo que acontece quando o capitalismo, na sua versão mais selvagem, anda a solta, sem travão, manobrado por parasitas com os bolsos cheios de políticos corruptos. Não existe regulação (ou não funciona), à partida ninguém é responsável, todos têm excelentes alibis e uma série de saídas de emergência legais (cortesia da proveitosa e duradoura parceria público-privada entre indivíduos que de manhã legislam no parlamento e à tarde ajustam directo num qualquer escritório fancy de Lisboa) e nem dívidas têm, como muito bem explicou Joe Berardo, que, tal como os seus pares que se envolvem neste tipo de artimanha financeira, não têm dívidas nem património. É tudo da fundação. Ou da empresa. Um indivíduo destes tem no máximo uma mota de água e a roupa que traz no corpo. [Read more…]

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publicado por José Manuel Faria às 10:16

22
Jun 19

publicado por José Manuel Faria às 12:53

publicado por José Manuel Faria às 11:38

21
Jun 19

publicado por José Manuel Faria às 18:32

 

Em finais de maio, a turma C do 12.º ano de Línguas e Humanidades, da Escola Básica e Secundária de Infias, deslocou-se ao Tribunal Judicial de Guimarães para concretizar a simulação de um Julgamento, um caso de «Homicídio», inserido no projeto «Justiça para tod@s», na presença da Juíza de Direito do Juízo Local Criminal.

O julgamento foi planificado e ensaiado nas aulas de Geografia C, ao longo do 3.º período, sob orientação da professora Sandra Silva e a colaboração da advogada Carla Queirós. Os diversos papéis foram distribuídos pelos alunos, que tiveram a tarefa de construir a sua personagem e apresentá-la em Tribunal.

A atividade decorreu como o planificado. Os alunos mostraram-se muito interessados e cooperantes, tendo estado muito atentos às informações veiculadas e colocando questões relacionadas com o projeto. Mostraram-se muito criativos e empenhados na construção das diversas personagens e consultaram artigos do código penal.

Foram, também, os alunos a estabelecerem parceria com a advogada Carla Queirós e, no dia da simulação do julgamento, foi notória a enorme satisfação pela experiência que lhes foi proporcionada, ajudando mesmo alguns alunos a consolidar a sua vontade em seguir o ramo do Direito. Nas suas palavras, descritas num relatório que a docente lhes pediu, “(…) o “Justiça para tod@s” revelou ser um excelente exercício, do agrado de todos os alunos. (…) uma aprendizagem para futuros estudantes de direito» (Ana, Rita João e Luís); “Foi uma atividade diferente de todas as que já realizamos e que nos trouxe um conhecimento mais aprofundado sobre a Justiça e para alguns trouxe certezas do que querem para o futuro” (Margarida e Vânia Sousa); “Aconselhamos a quem estiver no nosso lugar, no próximo ano letivo, a abraçarem este projeto”. (Joana e Cristina)”. 

RV

publicado por José Manuel Faria às 18:24

20
Jun 19

publicado por José Manuel Faria às 10:19

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publicado por José Manuel Faria às 09:58

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19
Jun 19

publicado por José Manuel Faria às 12:40

 

 

 

 

“Era, pois, em 1851, aos 15 de Junho, nas Caldas de Vizela.”

 

Seria deveras interessante, passados cento e sessenta e oito anos, observar Camilo “entre os salgueiros que enverdecem uma ilheta acima da ponte que hoje chamam «velha»”. 
É neste sinceiral que se dá o começo da novela Gracejos que Matam. Entre quais personagens se daria hoje o duelo, quem seria capaz de melhor esgrimir os argumentos, ferindo de morte o adversário? O mais certo seria Camilo concluir que o ar sulfúrico de Vizela continua a fazer vítimas.  
Camilo Castelo Branco procurou em Vizela a cura para as suas maleitas. 
As temporadas passadas nas termas fizeram eco na sua literatura, sendo a narrativa de Gracejos que Matam o exemplo mais flagrante desse facto. Aqui travou conhecimento com as mais diversas personagens, alimentando a trama nos meandros das margens do Vizela. A leitura da referida novela permite-nos fazer essa travessia, com uma distância temporal de vinte anos. 
O narrador faz questão de nos elucidar para pormenores do antes e depois, as transformações ocorridas durante esse período, como, por exemplo, nos demonstra a seguinte passagem: “Ao repontar da manhã, atravessámos o Vizela por umas alpondras sobre as quais se encurvam hoje os arcos da Ponte Nova.” A vida de Camilo talvez tenha sido um contínuo duelo consigo mesmo, ao qual decidiu pôr termo com uma bala na cabeça. Deixou-nos uma obra inigualável, em quantidade e qualidade. Ser parte desse murmúrio que percorre a corrente das páginas devia ser um privilégio para nós, enquanto vizelenses. 
Certamente, o nosso olhar readquiria uma nova forma de olhar vários elementos que fazem parte da nossa cultura e património.  “Estava eu a entalhar um M na casca de um amieiro. Era a inicial de uma das cinco Marias que eu amava.”
Hélder Magalhães

publicado por José Manuel Faria às 12:04

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