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Mai 07

Os números de adesão à greve geral avançados pelo governo são baixos, mas penso que falseados, por outro lado a CGTP não avançou com números totais mas parciais.

Creio que a adesão ficou um pouco longe das espectativas, pois a insatisfação com as políticas do governo eram elevadas.

Há quem coloque dúvidas sobre a necessidade da greve e a sua oportunidade. Eu julgo que era este o momento de dizer NÃO. Foi uma oportunidade única  para os trabalhadores em massa terem aderido à greve, compreendo as dificuldades, as imposições e os medos à adesão. Mas valeu apena.

O grande obreiro e líder da CGTP, Carvalho da Silva é um grande sindicalista e um futuro candidato presidencial.

publicado por José Manuel Faria às 18:16

5 comentários:
Mais do que nunca a vida não está para brincadeira… está-se a tornar cada vez mais complicado uma pessoa organizar a sua vida! E posto isto, é natural que a adesão não tenha sido, provavelmente, a esperada. Mas, apesar de tudo, vale sempre a pena lutar por aquilo que se tem direito.
Houve muita gente (ex: enfermeiros) que “assinaram” como estando a favor da greve, mas que foram “obrigados” a trabalhar, pois tiveram que assegurar os cuidados mínimos obrigatórios.
“Futuro candidato presidencial”??? Humm… não sei não, isto claro… ainda se está muito longe das eleições presidenciais, mas também não vejo o Cavaco Silva a voltar a recandidatar-se é certo. É um palpite a ter em conta…
.:mÁrCiO:. a 31 de Maio de 2007 às 20:09

É uma hipótese.
Sandra Silva a 31 de Maio de 2007 às 21:51

Ouvi e vi o Carvalho da Silva na SIC na noite da greve.

Enquanto o ouvia, perguntava-me pk diabo davam antena a um anormal daqueles, que nada dizia, nem do que sabia, nem do que desconhecia.

Mas são opiniões, né?
Sindicalista a 1 de Junho de 2007 às 13:40

Um sindicalista irónico!
José Manuel Faria a 1 de Junho de 2007 às 18:11

Embora só tenha visto este post já fora do tempo, é curioso mesmo assim notar que não foi esta a visão da Convenção do BE. Apraz-me registar que nem todos no BE alinham no discurso da UGT e do PS que quizeram transformar a greve geral numa ofensiva contra o PCP. Afinal também pelo BE existe quem tenha lucidez para saber que a luta desenvolve-se no tempo que é necessário e não quando a oportunidade aparece. E que o que deve ser combatido é a política neoliberal deste governo que está a transformar a vida dos trabalhadores e do povo num inferno e não abrir guerras à esquerda.
Cumprimentos
vermelho vivo a 9 de Junho de 2007 às 20:57

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