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Essas condições envolvem dois compromissos fundamentais:

a) em primeiro lugar, um compromisso entre o Presidente da República, o Governo e os principais partidos, para garantir a capacidade de execução de um plano de ação imediato, que permita assegurar a credibilidade externa e o regular financiamento da economia, evitando perturbações adicionais numa campanha eleitoral que deve contribuir para uma escolha serena, livre e informada; este compromisso imediato deve permitir que o Governo possa assumir plenamente as suas responsabilidades para assegurar o bem público e assumir inadiáveis compromissos externos em nome do Estado.

b) em segundo lugar, um compromisso entre os principais partidos, com o apoio do Presidente da República, no sentido de assegurar que o próximo Governo será suportado por uma maioria inequívoca, indispensável na construção do consenso mínimo para responder à crise sem a perturbação e incerteza de um processo de negociação permanente, como tem acontecido no passado recente; numa perspetiva de curto prazo, esse consenso mínimo deverá formar-se sobre o processo de consolidação orçamental e a trajetória de ajustamento para os próximos três anos prevista na última versão do Programa de Estabilidade e Crescimento; e, numa perspetiva de médio/longo prazo, sobre as seguintes grandes questões nacionais, relacionadas com a adaptação estrutural exigida à economia e à sociedade: a governabilidade, o controlo da dívida externa, a criação de emprego, a melhor distribuição da riqueza, as orientações fundamentais do investimento público, a configuração e sustentabilidade do Estado Social e a organização dos sistemas de Justiça, Educação e Saúde."

 

 

 - A Esquerda deveria ripostar: "Compromisso Portugal: Em Nome dos Trabalhadores"

publicado por José Manuel Faria às 10:29

comentário:
Sejamos honestos um manifesto elaborado por merceeiros , banqueiros, e políticos mais ou menos reformados , ligados todos ao Bloco Central, não é o melhor cartão de visita para um manifesto galvanizador.

Com todo o respeito por todos os pequenos merceeiros de bairro.

Já agora passem pelo Pingo Doce , cujo dono é um dos subscritores, e vejam de onde vêm os produtos que lá se vendem, a maioria são estrangeiros, se é assim que se defende Portugal e a produção Nacional, estamos conversados.


Só me entristece ler, que o Júlio Pomar, o Eduardo Lourenço e sobretudo o Siza Vieira, estejam metidos em semelhante salada.
a.pacheco a 9 de Abril de 2011 às 14:07

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