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" “Nesta altura, a minha preocupação é ter o balneário parado, um encargo financeiro tremendo. Se o Município não encontrar uma solução, eu terei de me “mexer” e tomar uma decisão. Não há de facto quem, verdadeiramente, queira tomar conta daquilo. É dificil encontrar quem queira investir”, sublinha o empresário, que vê como improvável o regresso do grupo espanhol “Tesal” às negociações. No entanto, ressalva: “Se vieram, cá estamos para conversar”.

Vizela já não é ponto de paragem para Carlos Coutinho. “Custa-me imenso ir a Vizela e ver tudo isso morto”, confessa. Contudo, o accionista nem coloca sobre a mesa, pelo menos este ano, a possibilidade de vir a abrir o balneário, nem que por períodos sazonais: “Teríamos de enfrentar dificuldades ao nível do pessoal, pois os antigos trabalhadores teriam de prescindir de parte das suas indemnizações”."

publicado por José Manuel Faria às 19:39

Abril 2011
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