
A revolta no PS é o corolário de uma divisão interna há muito definida: “Seguristas” e “anti/seguristas” (várias facções) – motivos são vários: falta de carisma, reactivo, neutro, vazio de ideias, indefinição ideológica, ultra/moderado e rodeado de “fracos” socialistas (excepção, João Galamba) - tendo em conta a ultrapassagem pela direita do memorando “troikista” por Passos Coelho, o PS ficou com tudo (estratégia/medidas/propostas) para encetar uma forte oposição – a iniciar-se com o voto contra o Orçamento/2012 (generalidade) – Seguro preferiu as “migalhas” , agora a sua única hipótese para não ser humilhado é “piar” de mansinho e entregar o poder em 2013 a um sucessor que saiba “gritar” que o rei vai nu.