A ruptura/fer, ex: corrente do Bloco de Esquerda no dia 10 de Março em Lisboa dará o primeiro passo para a constituição de um novo partido de esquerda – esta vontade creio, não originará nada de novo: a sua base militante é a do antigo Prt/Lst/Fer organizações ligadas a uma secção da IV internacional com algum enraizamento no movimento estudantil secundário/universitário e nos sindicatos bancários. A trincheira e o sectarismo (centralismo democrático) serão as suas principais estratégias na tentativa de forçar a notoriedade social e política: os trabalhadores dificilmente darão pela sua existência.