
A um ano, sensivelmente, das autárquicas, os projectos de alteração da lei eleitoral e da reforma administrativa estão longe da sua publicação em Diário da República: este atraso provoca incertezas na definição de estratégias por parte dos independentes e partidos interessados no processo eleitoral. Ao contrário do que o governo quer – atrasar o mais possível-, o PSD e CDS, principalmente nas autarquias pequenas, contam com um calendário célere pois há mais dificuldade em encontrar candidatos disponíveis. Saber quantas Juntas de Freguesia implodirão e a metodologia para eleger Vereadores e membros Municipais não são niquices, antes pelo contrário. Curioso, é assistir à passividade de todos os grupos parlamentares. Qual o motivo (s)?