
A esquerda grega tem semelhanças neste caso negativas com a portuguesa. Em Portugal nunca foi testada uma “frente eleitoral”: PCP, BE outras esquerdas de programa de governo mínimo em que centenas de milhares de trabalhadores pudessem rever-se – a 3ª via - no sentido da conquista do poder.
Na Grécia uma grande coligação Syriza + KKE facilmente venceriam as eleições, mas a luta intra/esquerda sobre quem é mais radical leva a estratégias políticas tontas.
Resultado, a ND mais o Pasok distribuirão entre si as pastas de orientação alemã e o povo cada vez pior: provavelmente isso até pouco interessará, pois o “caldo revolucionário” ainda não está pronto a servir.