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Fev 07

Se, na noite de domingo se concluir que a maioria dos portugueses, repetindo 1998, decidiu alhear-se do referendo sobre o aborto, há uma consequência evidente: ganhe o "sim" ou ganhe o "não", os referendos acabam em Portugal. A regionalização será feita por portas travessas (de maneira a contornar a obrigação constitucional de a referendar) e sobre o Tratado Constitucional europeu nem é bom falar. É o referendo que vai a referendo. Tanto como a despenalização do aborto, está em causa o direito à decisão popular fora das eleições. Se o povo não quer decidir, ninguém mais se vai lembrar de lhe perguntar nada nos próximos anos.
(...)

Ana Sá Lopes DN

Se este referendo não for vinculativo, os decisores políticos muito dificilmente convocarão outro.

Não houve referendo à nossa entrada na CEE, aos vários tratados europeus e à moeda única por exemplo. Há muitos políticos que não gostam de referendos, e a partir de agora têm uma grande razão. O Povo não participa, não se realiza, o que é uma pena.

publicado por José Manuel Faria às 18:33

Fevereiro 2007
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