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Set 08
http://galizacig.org/imxact/2004/07/emigrantes_nova_york.jpg

O PS não pára com as más novidades, agora é o fim do voto dos emigrantes por correspondência , um disparate.

Os círculos eleitorais da Europa e fora da Europa elegem , dois deputados cada um. Em eleições anteriores estes são divididos entre o PSD e PS, o PSD quase sempre a "vencer", 3 a 1.

Os portuguese no mundo devem ter opinião sobre a composição da Assembleia da República, e futuro governo, do Presidente ( não há voto por correspodência, mas deveria haver)  e do parlamento europeu. São milhões em todos os cantos do planeta  e algumas centenas de milhar ( arredondado para cima) recenceados.

A obrigatoriedade do voto presencial é cara e difícil de concretizar em países sul-americanos, aficanos e em muitos europeus. São emigrantes longe dos consulados ou sem representação oficial de Portugal. Corta-se a oportunidade da participação civíca de alguém que leva o nome de Portugal tão longe,  e as economias para a pátria Lusa.

O PS chama "chapelada" tipo eleições distritais socialistas, hoje. Ontem nunca abordaram o tema. É verdade que o boletim de voto em carta pode ser condicionado pelo amigo(a) ou família, igualmente como o presencial. Estão a fazer dos emigrantes, ignorantes, analfabetos e sem vontade própria.

O PS quer é uma participação reduzida de eleitores, "pensando" que assim o favorece, pode precisamente acontecer o contrário.

O PS, nota-se preocupado com a dificuldade em obter maioria absoluta e todos os expedientes servem. Sócrates não sabe governar com outros (coligação), a todo o custo quer a solidão da sua decisão.

É claro que 4 deputados podem fazer a diferença mas o PM sabe que o PSD sempre foi forte nos círculos do estrangeiro e que não é com esta artimanha que o disco virará.

Aquelas "cabeças" de aprendizes maquiavélicos por vezes transformam-se em  espertos, chicos.

 

 

adenda: A abstenção do BE na proposta do PS é incongruente com as suas eleições internas: Concelhias, distritais e eleição de delegados à Convenção pode ser realizada por correspodência. Os emigrantes são menos confiáveis?

 

adenda (actual):As alterações que o PS fez à lei que põe fim ao voto por correspondência dos emigrantes nas eleições legislativas e europeias (e o torna presencial) continuam a ter a oposição do PSD. Os sociais-democratas consideram «inaceitável» a lei e antevêem novo veto

político por parte do Presidente da República.

 

in sol

publicado por José Manuel Faria às 10:33

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