
O PS não pára com as más novidades, agora é o fim do voto dos emigrantes por correspondência , um disparate.
Os círculos eleitorais da Europa e fora da Europa elegem , dois deputados cada um. Em eleições anteriores estes são divididos entre o PSD e PS, o PSD quase sempre a "vencer", 3 a 1.
Os portuguese no mundo devem ter opinião sobre a composição da Assembleia da República, e futuro governo, do Presidente ( não há voto por correspodência, mas deveria haver) e do parlamento europeu. São milhões em todos os cantos do planeta e algumas centenas de milhar ( arredondado para cima) recenceados.
A obrigatoriedade do voto presencial é cara e difícil de concretizar em países sul-americanos, aficanos e em muitos europeus. São emigrantes longe dos consulados ou sem representação oficial de Portugal. Corta-se a oportunidade da participação civíca de alguém que leva o nome de Portugal tão longe, e as economias para a pátria Lusa.
O PS chama "chapelada" tipo eleições distritais socialistas, hoje. Ontem nunca abordaram o tema. É verdade que o boletim de voto em carta pode ser condicionado pelo amigo(a) ou família, igualmente como o presencial. Estão a fazer dos emigrantes, ignorantes, analfabetos e sem vontade própria.
O PS quer é uma participação reduzida de eleitores, "pensando" que assim o favorece, pode precisamente acontecer o contrário.
O PS, nota-se preocupado com a dificuldade em obter maioria absoluta e todos os expedientes servem. Sócrates não sabe governar com outros (coligação), a todo o custo quer a solidão da sua decisão.
É claro que 4 deputados podem fazer a diferença mas o PM sabe que o PSD sempre foi forte nos círculos do estrangeiro e que não é com esta artimanha que o disco virará.
Aquelas "cabeças" de aprendizes maquiavélicos por vezes transformam-se em espertos, chicos.
adenda: A abstenção do BE na proposta do PS é incongruente com as suas eleições internas: Concelhias, distritais e eleição de delegados à Convenção pode ser realizada por correspodência. Os emigrantes são menos confiáveis?
adenda (actual):As alterações que o PS fez à lei que põe fim ao voto por correspondência dos emigrantes nas eleições legislativas e europeias (e o torna presencial) continuam a ter a oposição do PSD. Os sociais-democratas consideram «inaceitável» a lei e antevêem novo veto
político por parte do Presidente da República.
in sol