
Não há racismo camuflado. Há racismo às claras. Na democracia portuguesa vive dentro dela uma ditadura com vontade em se tornar um novo ovo Salazarento.

Não há racismo camuflado. Há racismo às claras. Na democracia portuguesa vive dentro dela uma ditadura com vontade em se tornar um novo ovo Salazarento.



O Outono começa hoje quando forem 16h44 em Portugal continental.
ESTE INFERNO DE AMAR - Folhas Caídas de Almeida Garrett
Este inferno de amar – como eu amo! –
Quem mo pôs aqui n'alma... quem foi?
Esta chama que alenta e consome,
Que é a vida – e que a vida destrói –
Como é que se veio a atear,
Quando – ai quando se há-de ela apagar?
Eu não sei, não me lembra: o passado,
A outra vida que dantes vivi
Era um sonho talvez... – foi um sonho –
Em que paz tão serena a dormi!
Oh! que doce era aquele sonhar...
Quem me veio, ai de mim! despertar?
Só me lembra que um dia formoso
Eu passei... dava o sol tanta luz!
E os meus olhos, que vagos giravam,
Em seus olhos ardentes os pus.
Que fez ela? eu que fiz? – Não no sei;
Mas nessa hora a viver comecei...
O País parava para "curtir" os Marretas, bons tempos televisivos. Agora!