Nasceu em 1951.

Havia os que defendiam os jogos Olímpicos de Pequim porque obrigaria, diziam, a mudanças positivas no regime, pois este estaria sobre controle internacional, e os que condenavam a realização por se tratar de um acto de propaganda de uma ditadura que assim tentava limpar os seus "podres": falta de liberdade politica, de reunião, de associação sindical uma mistura de regime "comunista" com o pior do capitalismo selvagem. Eu defendia a segunda posição. A China sem mudanças radicais sociais, económicas e políticas ( a vergonha do caso Tibete) não merecia a importância de uns Jogos Olímpicos, a maioria apoiava a primeira, também com o argumento da não mistura entre política e desporto.
O Desporto é demasiadamente importante para ser deixado só aos desportistas.