02
Fev 09

 

 

Milk é um filme  sobre Harvey Milk, o primeiro activista assumidamente homossexual a ser eleito, em 1977, para um cargo público nos Estados Unidos. Um ano mais tarde seria assassinado.


Sean Penn encarna bem o seu personagem, é credível. É o único actor do filme. Milk desilude pelo excesso de vazio para além Penn. Há pouca ou nenhuma procura de contextualizar a história do activista gay, parece que à volta tudo é montado e artificial. Não é Cinema, mas sim um filme.

publicado por José Manuel Faria às 12:19

publicado por José Manuel Faria às 11:15


Ainda a missa não tinha acabado no mosteiro de Pedroso, em Gaia, e já o presidente da Câmara, Luís Filipe Menezes, se apoderava no púlpito prometendo obras no templo, assim como noutras freguesias. E os fiéis aplaudiram, entusiasmados.

 

 

Contrariamente ao que muitos pensam -  o mundo mafioso, corrupto, facilitista na entrada de funcionários, criação de terrenos urbanizáveis, intermediários na compra e venda de imóveis, obras municipais entregues sempre aos mesmos ou  empréstimos contraídos ao banco do costume. Fazem dos executivos num 1º mandato senhores(as) de classe média, no 2º, donos de  3 apartamentos e carros topos de gama e no 3º um imperador a ombrear com o capitalista do concelho – está essencialmente no poder autárquico, com a malta a ganhar 40 mil euros/ano, do que no poder central. Nas autarquias é mais dificil seguir o rasto da corrupção, há menos fiscalização.

 

E por vezes o púlpito da Igreja serve para anunciar a Boa Nova.

 

publicado por José Manuel Faria às 10:19

01
Fev 09

publicado por José Manuel Faria às 12:06

 

 

 

 

 O presidente dos Autarcas Social-Democratas (ASD) defendeu hoje em declarações à Agência Lusa que «a regionalização é precisa mais do que nunca no nosso país».

 

 O PSD foi o principal partido anti-regionalista em Portugal, e que exigiu um referendo com os resultados conhecidos. Um dos argumentos anti-regiões era a quebra da unidade nacional, acompanhado de outros: excesso de regiões  e aumento exagerado de despesas, assim como a proliferação de tachos.

 

Dez anos depois, o que mudou? Quase nada, apenas a diminuição das regiões (base de trabalho, as regiões plano). Registar portanto as falácias das razões do combate exacerbado às regiões administrativas em Portugal Continental.

 

Antes dos ASDs e PSD avançarem na defesa das regiões que assumem as culpas da vitória do Não, e das mentiras avançadas no debate da campanha referendária, iludindo principalmente os nortenhos levando-os no engodo de o melhor seria deixar como está.

 

Os activistas pelo SIM ainda não esqueceram a vergonhosa campanha orquestrada por certos líderes políticos de maioria CDS/PSD que ainda pairam ou exercem por aí. 

 

 

publicado por José Manuel Faria às 11:59

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