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 Caso em investigação 

Jornalista do "Notícias de Vizela" diz que foi agredido por funcionário da Câmara

07 Mai (Lusa/TVS) - O Ministério Público de Guimarães está a investigar uma dupla agressão a um jornalista do “Notícias de Vizela”, uma das vezes alegadamente feita por um funcionário da Câmara Municipal local, que abriu um inquérito ao caso.

 

 

“Recebemos as duas queixas e o processo está agora no Ministério Público de Guimarães”, disse à Agência Lusa fonte da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Vizela.

 

 

O jornalista Sérgio Vinagre, editor-chefe do jornal “Notícias de Vizela”, diz que foi agredido duas vezes em menos de um mês.

 

 

“No dia 16 de Abril, fui agredido quando passava num jardim de Vizela por um funcionário da Câmara, em horário laboral, que está devidamente identificado. No dia 4 de Maio, dois homens, que não consegui identificar, esperaram por mim e agrediram-me à porta das instalações do jornal”, referiu à Agência Lusa o jornalista.

 

 

Sérgio Vinagre já foi sujeito a perícias médicas e apresentou queixa na GNR local, identificando o alegado autor da primeira agressão.

 

 

A direcção do jornal enviou uma carta à Entidade Reguladora para a Comunicação Social a relatar as agressões e a pedir a intervenção daquele organismo.

 

 

“Estou bastante apreensivo por viver em Vizela e tenho medo que aconteça algo à minha família”, frisou o jornalista.

 

 

A primeira agressão ocorreu depois do semanário em que trabalha Sérgio Vinagre ter publicado uma notícia em que dava conta de alegadas irregularidades cometidas num licenciamento camarário, referiu o jornalista.

 

 

“A Câmara de Vizela não manda bater em ninguém”, disse à Lusa Francisco Ferreira, o socialista que preside ao município desde a criação do concelho vizelense.

 

 

“Como o alegado agressor é funcionário da Câmara e estava em horário laboral, os serviços jurídicos da autarquia estão a proceder a um processo de inquérito interno para apurar o que se passou”, explicou o autarca.

 

 

Enquanto o inquérito interno não estiver concluído, o funcionário em causa “continuará ao serviço da Câmara”, referiu Francisco Ferreira.

 

 

“Em Vizela nunca nenhum jornalista foi agredido. Se este senhor foi, então que veja lá o que anda a fazer para o merecer”, finalizou o presidente da Câmara Municipal.

 

 

O “Notícias de Vizela”, fundado em 1947, foi uma das publicações que mais se destacou na luta pela criação do concelho de Vizela.

 

 

“O jornal é incómodo para muita gente, sobretudo para a Câmara e para certos interesses instalados”, referiu Susana Ribeiro, directora do semanário.

 

 

A directora do jornal avançou mesmo que o presidente da Câmara já a “expulsou” de uma reunião na autarquia e disse que o município “não faz publicidade no Notícias de Vizela”.

 

 

“Em terras pequenas é muito difícil ser jornalista”, frisou Susana Ribeiro.

 

 

O presidente da concelhia de Vizela do PSD, Miguel Lopes, manifestou a intenção de apresentar na próxima reunião do executivo camarário uma “moção de repúdio” pelas agressões ao jornalista.

 

in: http://www.clubedejornalistas.pt/?p=2969

in: http://sol.sapo.pt/forums/thread/1206388.aspx

in: http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=6630

in: http://jornal.publico.clix.pt/magoo/noticias.asp?a=2009&m=05&d=08&uid=&id=305599&sid=58572

in: http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=134304

in: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=9&id_news=386764

in: http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000092-0000-0000-0000-000000000092&contentid=F741888A-90CC-46B6-AF11-5154240BFCE4

 

publicado por José Manuel Faria às 17:54

 

Uma Sondagem para as Autárquicas em Vizela dá 60% de Indecisos! Está tudo em Aberto. A 5 Meses das Eleições.

 

PS apresentou Candidatura a 19 de Novembro de 2008.

 

PSD/CDS apresentou Candidatura a 16 de Março de 2009.

 

CDU apresentou Candidatura a 25 de Abril de 2009

publicado por José Manuel Faria às 17:12

 Sócrates perdeu no Tribunal. Sindicalistas Vimaranenses ( Margarida, Francisco, Adão e Cunha ) da CGTP absolvidos. Juiz com juízo.

publicado por José Manuel Faria às 16:45

 Financiamento dos partidos, uma história mal contada

Mai 5, 2009 | publicado por Miguel Portas

 

euro bank notesO que saiu cá para fora, com a chancela, entre outros, de Marcelo Rebelo de Sousa, foi que os partidos decidiram fazer “regressar as malas de dinheiro vivo”. Verdade?
Comecemos pelo óbvio: será que os partidos são suficientemente loucos para se meterem nessa quando têm 3 eleições à porta? Será que o faria o bloco, uma força que tem direccionado grande parte da sua actividade política para o combate à corrupção? Não parece razoável, pois não?
Então o que se passa na realidade?

1. Há uns anos o parlamento acabou com o “dinheiro vivo” e instaurou o critério do financiamento público dos partidos. O financiamento por empresas foi proibido - e bem; o financiamento por particulares passou a ter que ser feito por movimento bancário e foi limitado a 25 salários mínimos - muito bem. Ambas as medidas se mantêm. Não há qualquer alteração neste domínio, salvo a conversão de salários mínimos em IAS (o indexante de apoio social), o que não altera substancialmente, nem o montante (pelo contrário, baixa-o), nem os critérios.

2. Então porquê o “bruá”? Porque a lei alarga substancialmente o limite para as entradas de “dinheiro vivo” em iniciativas e realizações partidárias, estritamente contra a venda de bens e serviços e até 100 euros por pessoa. Aplica-se um critério similar ao do pagamento de quotas em dinheiro - até 1 IAS.
Errado? Certo. Os partidos de esquerda nunca defenderam o financiamento exclusivo dos partidos pelo Estado porque isso os “funcionaliza”. Sempre defenderam - e bem - que um partido deve realizar iniciativas e promover a recolha de fundos entre os cidadãos - porque disso também vive a democracia.
Uma pessoa vai à festa do Avante! e tem que pagar a sua cervejola com cartão? Tenham juízo os “anti-corruptores”. O bloco organiza um jantar com dois preços - um a 10 euros, outro a 20, de apoio - e todos os convivas têm que pagar de cartão bancário a sua inscrição na mesa dos pagamentos? Por favor…

3. Muito bem, mas à pála das pequenas contribuições não se está a abrir uma “caixa de pandora”? Não, não está. As condições em que este “dinheiro vivo” pode entrar são claras e não vagas. Por outro lado, isto não dispensa os partidos de apresentarem contas das despesas e receitas das iniciativas e a “recolha de fundos com bandeira” continua a ser interdita (não ha contribuições anónimas sem contrapartida em bens e serviços documentados).

4. Não me passa pela cabeça penalizar as forças de esquerda pelas qualidades que têm - de motivação para uma cidadania activa - em nome dos perigos de corrupção nos partidos centrais. Hoje, a fiscalização dos partidos é muito mais severa - e ainda bem. Isso limita a corrupção em favor dos partidos, embora não evite a corrupção dirigida aos seus dirigentes ou autarcas ou, ou… mas isso não é a lei do financiamento dos partidos que resolve, mas o levantamento dos segredo bancário, o registo dos movimentos de capitais e o fim dos paraísos fiscais.

5. Finalmente, a nova lei resolve dois problemas que a anterior criara: as segundas voltas das presidenciais não tinham mecanismo de financiamento previsto; as listas de cidadãos, idem idem, o que as coloca numa posição de concorrência agravada face às listas partidárias (Helena Roseta que o diga…)

Não é a minha lei - porque continua a manter escandalosamente altos os montantes máximos que os partidos podem apresentar nas disputas eleitorais - mas é uma lei que põe fim a uma discriminação indecente e que valoriza a participação dos cidadãos “de baixo” na vida política.

publicado por José Manuel Faria às 16:27

  

Há mais uma voz contra as alterações à lei do financiamento partidário, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa,

 

António Costa.

Costa quer mostrar-se um "puro" e a  reboque de António J Seguro e Cravinho. Toma posição contrária a Sócrates.


O nº2 do PS nada sabia da Lei? Sabia. Vale tudo para angariar votos!

publicado por José Manuel Faria às 10:52

 

 

http://siddamb.apambiente.pt/publico/documentoPublico.asp?documento=22114&versao=2

 

Artigo 73.º

Apoio aos membros da câmara

1 - Os presidentes das câmaras municipais podem constituir um gabinete de apoio pessoal, com a seguinte composição:

a) Nos municípios com mais de 100 000 eleitores, um chefe do gabinete, dois adjuntos e dois secretários;

b) Nos municípios com um número de eleitores entre os 50 000 e 100 000, um chefe de gabinete, um adjunto e dois secretários;

c) Nos restantes municípios, um chefe de gabinete, um adjunto e um secretário.

2 - Os vereadores em regime de tempo inteiro podem igualmente constituir um gabinete de apoio pessoal, com a seguinte composição:

a) Nos municípios com mais de 100 000 eleitores, um adjunto e um secretário;

b) Nos restantes municípios, um secretário.

3 - Para efeitos do disposto no número anterior, dois vereadores em regime de meio tempo correspondem a um vereador em regime de tempo inteiro.

4 - Os presidentes de câmara e os vereadores podem delegar a prática de actos de administração ordinária nos chefes do gabinete e adjuntos dos respectivos gabinetes de apoio pessoal.

5 - Os presidentes das câmaras devem disponibilizar a todos os vereadores o espaço físico, meios e apoio pessoal necessários ao exercício do respectivo mandato, através dos serviços que considere adequados.

Artigo 58.º


Vereadores a tempo inteiro e a meio tempo

1 - Compete ao presidente da câmara municipal decidir sobre a existência de vereadores em regime de tempo inteiro e meio tempo e fixar o seu número, até aos limites seguintes:

a) Quatro, em Lisboa e no Porto;

b) Três, nos municípios com 100 000 ou mais eleitores;

c) Dois, nos municípios com mais de 20 000 e menos de 100 000 eleitores;

d) Um, nos municípios com 20 000 ou menos eleitores.

2 - Compete à câmara municipal, sob proposta do respectivo presidente, fixar o número de vereadores em regime de tempo inteiro e meio tempo que exceda os limites previstos no número anterior.

3 - O presidente da câmara municipal, com respeito pelo disposto nos números anteriores, pode optar pela existência de vereadores a tempo inteiro e a meio tempo, neste caso correspondendo dois vereadores a um vereador a tempo inteiro.

4 - Cabe ao presidente da câmara escolher os vereadores a tempo inteiro e a meio tempo, fixar as suas funções e determinar o regime do respectivo exercício.


Em caso de vitória do Bloco de Esquerda (opinião pessoal). O Pessoal político na CMV será o mínimo de Lei, Uma Organização funciona sempre melhor com um menor nº de Pessoal, obrigando-os a tomarem as decisões certas e não co-responsabilizando outros, ficando todos a desculparem-se do erro. Sem apuramento da Verdade. Os melhores saberão assumir o erro,  e Corrigi-lo-ão. Os medíocres encolhem os ombros, e afirmam que todos são iguais.

Numa Câmara BE, o Princípio de Peter não tem Lugar. 

publicado por José Manuel Faria às 10:09

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