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Mai 09

Como outras forças sociais-democratas, o BE vive das instituições que existem e do eleitoralismo. O problema é que, para disputar votos à esquerda, tem que afirmar-se a favor de outras instituições, melhores, com mais «cidadania», mais «sociais e populares», com menos emissões de CO2, etc, etc.

Por debaixo do discurso eleitoral, mantêm-se teimosas realidades. Só há, infelizmente para o BE, um federalismo europeu, o actual, o que está em curso, à revelia dos povos. Este mesmo, neoliberal e militarista. Bem pode o BE apelar à saída de Portugal da NATO, à dissolução desta aliança, ao fim das bases estrangeiras em território europeu. O federalismo europeu, goste ou não o BE, é o da Europa pilar europeu da NATO"

 

Quem Escreve Isto?

publicado por José Manuel Faria às 19:06

publicado por José Manuel Faria às 18:36

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

v Assunto:

Alta Prioridade constituição das mesas para o parlamento europeu- muito urgente

De: jmvfaria@iol.pt Data: Ter, 19 Maio 2009 22:31:39 Para:

cne@cne.pt


 

 

 

 

 

 

 

 Artigo 47º Designação dos membros da mesa

1. Até ao 17º dia anterior ao designado para a eleição devem os delegados reunir-se na 
sede da junta de freguesia, a convocação do respectivo presidente, para proceder à 
escolha dos membros da mesa das assembleias ou secções de voto, devendo essa escolha ser 
imediatamente comunicada ao presidente da câmara municipal. Quando a assembleia de voto 
haja sido desdobrada, está presente à reunião apenas um delegado de cada lista de entre 
os que houverem sido propostos pelos candidatos ou pelos mandatários das diferentes 
listas.
2. Na falta de acordo, o delegado de cada lista propõe por escrito, no 16º ou 15º dias 
anteriores ao designado para as eleições, ao presidente da câmara municipal ou da 
comissão administrativa municipal dois cidadãos por cada lugar ainda por preencher para 
que entre eles se faça a escolha, no prazo de vinte e quatro horas, através de sorteio 
efectuado no edifício da câmara municipal ou da administração de bairro e na presença dos 
delegados das listas concorrentes à eleição, na secção de voto em causa. Nos casos em que 
não tenham sido propostos cidadãos pelos delegados das listas, compete ao presidente da 
câmara municipal ou da comissão administrativa municipal nomear os membros da mesa cujos 
lugares estejam por preencher.

A leitura deste artigo provoca dúvidas:

1 - É o Presidente de Junta que Dirige a Reunião?
2 - Um membro da Junta ( Presidente ou vogais) podem ser Delegados de um Partido?
3 - O preenchimento de todos os lugares da mesa compete aos Delegados dos partidos, ou 
não?
4 - Só entram bolseiros se os Delegados dos partidos não completarem as mesas, ou não?
5 - Todos os Delegados dos partidos estão em igualdade?
6 - No caso de 2 ou mais partidos pretenderem o mesmo lugar, ex: presidente da mesa nº1. 
Deve haver sorteio, ou não?

Com os melhores Cumprimentos,

José Manuel Vieira Faria, Deputado Municipal de Vizela do Bloco de Esquerda.

Gostava de uma resposta Urgente.

 


Em Vizela há muita confusão! Eu não tenho, mas queria confirmar.

_______________________________________________________________

Resposta

 

 

José Manuel Faria

 

Em resposta ao pedido de esclarecimento de V. Exa. e com referência às questões suscitadas, informo o seguinte:

 

1) Sobre o papel a desempenhar pelo presidente da Junta de Freguesia na reunião destinada à designação dos membros de mesa, a Comissão Nacional de Eleições tem o seguinte entendimento: 

A actuação do presidente da junta de freguesia deve limitar-se:

- A receber os representantes dos partidos na sede da junta de freguesia e a criar as condições necessárias para a realização da reunião;

- A assistir à reunião, não podendo pronunciar-se sobre a constituição das mesas;

- Comunicar a existência ou não de acordo ao presidente da câmara e, havendo acordo, afixar à porta da sede da junta de freguesia o edital que lhe é remetido pela câmara com os nomes dos membros a mesa escolhidos.

Entende a CNE que, no decurso da reunião, o presidente da junta de freguesia não tem qualquer poder de intervenção, nem sequer como moderador, já que a sua actuação é, apenas, a de mera assistência (Deliberação constante do Caderno de Apoio da eleição do Parlamento Europeu).

 

2) O Presidente da Junta de Freguesia ou quem o substitua não podem participar na reunião de escolha dos membros de mesa, atendendo às funções que lhe estão cometidas nesse âmbito, descritas no número anterior.

No que se refere aos restantes membros da Junta, afigura-se que não existe impedimento na sua participação como delegado na reunião de escolha dos membros das mesas.

 

3) A escolha dos membros das mesas na referida reunião cabe, em exclusivo, aos delegados dos partidos. Só nos casos em que não tenham sido propostos cidadãos pelos delegados das listas para a composição das assembleias ou secções de voto, compete ao presidente da câmara municipal nomear os membros da mesa cujos lugares estejam ainda por preencher (nº 2 do artigo 47º). A actuação supletiva do presidente da câmara, quer nos termos do n.º 2, segunda parte, quer nos termos do n.º 3 do referido preceito legal deve pautar-se por critérios de equidade, equilíbrio e pluralismo político.

 

4) Na fase em que Presidente da Câmara intervém (anteriormente descrita), pode recorrer-se à Bolsa de Agentes Eleitorais, nos termos da Lei nº 22/99, de 21 de Abril.

 

5) Os delegados dos partidos políticos participam na referida reunião em condições de igualdade.

 

6) No caso de não haver acordo entre os delegados, na reunião mencionada, aplica-se o disposto no nº do artigo 47º, devendo os delegados das listas propor, por escrito, ao presidente da câmara municipal dois cidadãos eleitores por cada lugar ainda por preencher, para que entre eles se faça a escolha, no prazo de 24 horas, através de sorteio efectuado no edifício da câmara municipal e na presença dos delegados das listas concorrentes à eleição, na secção de voto em causa.

 

Com os melhores cumprimentos

O Gabinete Jurídico

Ilda Rodrigues

 

(Ref: 1.7/01352/20052009)

 

Conclusão: A Reunião para a Constituição das Mesas em Tagilde foi Ilegal: Domingos Lima, representou o PS. O BE não apresenta reclamação. Domingos Lima não tem culpa, esta é da Responsabilidade da Comissão Concelhia do PS/Vizela.

 

Adenda: E que tal um Pedido de Desculpas de todas as Juntas de Freguesia, à excepção  de Infias. Ficava bem, ou Não?

 

AdendaII: Quantidade não quer dizer qualidade. Tempo não quer dizer sabedoria. E Poder não deveria querer dizer arrogância.


Adenda III -  Este mail (resposta) deveria ser enviado para todas as Juntas de Freguesia do Concelho de Vizela. Esperemos que em Setembro se cumpra a Lei.


Adenda IV - O senhor, Presidente de S.João, disse ao Intervalo " Essa senhora disse-me que o presidente da Junta não tinha nada a ver com o assunto, por isso delego nos outros partidos quaisquer explicações." De resto, "Sempre meti bolseiros porque os partidos não apareciam" 


1 - Essa "senhora" tinha razão; O BE espera reacção dos outros partidos.

2 -   Esse senhor queria meter bolseiros, mesmo com a presença dos partidos! Claro, tinha prometido 70 euros a cada um! " E agora o que digo aos bolseiros", repetia o senhor, muito preocupado!

publicado por José Manuel Faria às 09:46

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