22
Mai 09

 

 

MMG armadilhou o terreno e Marinho Pinto matou-se. Disse o que Sócrates gostaria de dizer, mas não pode.

 

Votem em: http://olhardomiguel.wordpress.com/2009/05/22/tvi/

publicado por José Manuel Faria às 22:33

 A propósito disto:

 

 

publicado por José Manuel Faria às 19:08

 

João Pedro Bénard da Costa (Lisboa, 7 de Fevereiro de 1935 - 21 de Maio de 2009), professor e historiador português.

 

 

 

Faleceu o Homem que mais sabia de Cinema em Portugal. As Crónicas ( Filmes da minha Vida), de João Bernard eram imperdíveis no Independente. Escrevia, e descrevia pormenores e falas dos filmes de tal modo espectaculares que no fim, era-nos dado cinema naquelas páginas.

O melhor filme para  Bérnard  era  Johnny Guitar" de Nicholas Ray de 1954.

Vi o filme duas vezes, e achei-o muito bom, mas longe, muito longe do melhor filme de sempre, subjectividades, claro.

 

 

Um vulto da Cultura, absolutamente inesquecível.

 

Um Exemplo no Público: http://static.publico.clix.pt/docs/cultura/EricRohmer.pdf

 

 

publicado por José Manuel Faria às 11:52

 


A eleição do novo provedor de Justiça não deverá ficar resolvida hoje, já que os quatro nomes não reúnem consenso. Jorge Miranda, Maria da Glória Garcia, Gulherme Fonseca e Brochado Coelho vão a votos.


 

 

Lei n.º 9/91, de 9 de Abril
(alterada pela Lei nº 30/96, de 14 de Agosto
e pela Lei n.º 52-A/2005, de 10 de Outubro)

 

Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 164.º, alínea d), 167.º, alínea, l), 168.º, n.º 1, alínea b), e 169.º, n.º 3, da Constituição, o seguinte:

CAPÍTULO I 
Princípios gerais

Artigo 1.º 
Funções

1 - O provedor de Justiça é, nos termos da Constituição, um órgão do Estado eleito pela Assembleia da República, que tem por função principal a defesa e promoção dos direitos, liberdades, garantias e interesses legítimos dos cidadãos, assegurando, através de meios informais, a justiça e a legalidade do exercício dos poderes públicos.

2 - O provedor de Justiça goza de total independência no exercício das suas funções.

Artigo 2.º 
Âmbito de actuação

1. As acções do provedor de Justiça exercem-se, nomeadamente, no âmbito da actividade dos serviços da administração pública central, regional e local, das Forças Armadas, dos institutos públicos, das empresas públicas ou de capitais maioritariamente públicos ou concessionárias de serviços públicos ou de exploração de bens do domínio público.

2. O âmbito de actuação do Provedor de Justiça pode ainda incidir em relações entre particulares que impliquem uma especial relação de domínio, no âmbito da protecção de direitos, liberdades e garantias.

Artigo 3.º 
Direito de queixa

Os cidadãos podem apresentar queixas por acções ou omissões dos poderes públicos ao provedor de Justiça, que as aprecia sem poder decisório, dirigindo aos órgãos competentes as recomendações necessárias para prevenir e reparar injustiças.

 


Este Órgão é uma treta, tanto barulho e candidatos, para nada. Até a Câmara de Vizela vira-lhe as costas, e faz de conta que o Senhor não existe!

publicado por José Manuel Faria às 10:10

 

Aqueles países da Europa que apostaram tudo numa política de aumento das exportações à custa da restrição do mercado interno e de uma política fiscal “benevolente”, são os que mais duramente sentem hoje os efeitos da crise. É o caso da Irlanda e dos países da Europa de Leste. Aí, para atrair capitais estrangeiros e para favorecer as exportações nacionais, a cartilha neoliberal foi aplicada sem reservas: mão-de-obra barata, benesses sem fim para o investimento directo estrangeiro, descida de impostos e desinvestimento na Segurança Social. Ainda há pouco tempo, todos os economistas e jornalistas “do regime”, que dominavam e continuam a dominar as colunas de opinião dos jornais e os comentários televisivos, nos ofereciam a Irlanda como um exemplo a seguir… Agora, a retracção dos mercados internacionais atingiram esses países em cheio. Sucederam-se os encerramentos de empresas com consequências sociais agravadas pelo desarmamento da Segurança Social.

 

A este propósito recomendo o artigo de Carlos Santos no Le Monde Diplomatique (edição portuguesa) de Maio de 2009. Em Portugal, apesar dos bons conselhos da imprensa especializada, não se terá ido, felizmente, tão longe. Ainda assim, a situação está longe de nos ser completamente estranha.

 

A Volkswagen recebeu do Estado português, para instalar a sua fábrica em Palmela, regalias extraordinárias. Apesar da crise, sabemos que a Autoeuropa continua a ser uma empresa altamente lucrativa, tendo facturado 1.553 mil milhões de euros em 2008. A sua administração sabe que tem na sua mão a vida de 3000 trabalhadores directos e a de cerca de 40000 pessoas que trabalham em empresas subsidiárias. Mas sabe também que, hoje, todos eles temem acima de tudo o desemprego. E, portanto, não se coíbe de lhes propor a revisão dos acordos assinados para vigorar até 2010, sob pena de proceder ao despedimento de 250 trabalhadores contratados. E mais: deixa que fique no ar a ameaça velada de encerramento. Em troca, o que lhes propõe, na prática, é uma descida de salários.

 

A isto chama-se chantagem. Será que nos devemos surpreender? Deveremos contar com a afirmação de princípios éticos para prevenir estas situações? Ou será que o único princípio válido numa economia capitalista é o princípio do lucro máximo?

António Cruz Mendes

publicado por José Manuel Faria às 09:59

 Bruxelas diz que «Magalhães» é ilegal


O "abono de família" do Governo PS, a "arma secreta" de Sócrates para tentar a maioria absoluta, a "bomba", é ilegal!


Bem, este naipe de Ministros capitaneados por Pinto de Sousa devem ser os Campeões das ilegalidades e "trafulhices" desde o 25 de Abril. Urge Alternativas.

publicado por José Manuel Faria às 09:46

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