04
Mai 09

 Qual o caminho?

 
 

publicado por José Manuel Faria às 12:38

 

 

Nesta sondagem todos os partidos têm que contar: a subida do PSD, a queda vertiginosa do CDS o fraco desgaste do PS, a subida do BE e diminuição preocupante da CDU.

De todos os dados, o mais espectacular é a manutenção do PS acima dos 40%, isto é, ainda com probabilidade de vencer com maioria absoluta. Este resultado só tem uma explicação; Sócrates é o pior candidato a primeiro – ministro à excepção de todos os outros. O eleitor que procura estabilidade política na tentativa que se crie uma entourage no governo, na economia e nas finanças, essencialmente a denominada classe média, vota PS, é a mais interessada na superação da crise, não arrisca Ferreira Leite (sabe que perde), nem nos extremos, (sabe que é voto de protesto). Os problemas económicos e sociais em grande parte fruto das más políticas “socialistas” não abalam esta convicção.

O PSD tende a crescer à custa do CDS, a perda do eleitorado de esquerda do PS para o Bloco é compensada pelo voto centro-direita no PS.

A alternativa a este governo poderia estar numa frente ampla pré-eleitoral de Esquerda: Alegre e sectores da esquerda do PS, PCP, RC e  Bloco de Esquerda. Esta Frente Popular tinha de se assumir como 3ª via para governar o País. Apresentação de um programa mínimo conciliatório entre as três áreas políticas, onde a Economia, Finanças, Saúde, Justiça  e  Educação seriam prioritárias. Apresentação de um nome a Primeiro -  Ministro, consensual das Esquerdas que até poderia  ser do PS, não ligado directamente às políticas de Sócrates. O PCP e o BE recuariam em algumas matérias fracturantes, colocando os interesses do País, (derrotar Sócrates e o seu neoliberalismo) à frente dos seus projectos próprios,  acantonados nas suas trincheiras e,  disparando entre si com o inimigo a bater palmas!

É hora de terminar, com o meu partido é mais socialista que o teu, ou nós somos menos sectários que vocês.

E terminar com conclusões deste tipo:

 ”Reverso da medalha: diminuiu o número de inquiridos que encara o partido como alternativa credível de Governo. Conclusão lógica: o BE funciona bem… desde que se mantenha na Oposição”. Nada nos diz que estes inquirido são eleitores do BE.

Esquerda do PS 15%, BE 12% , CDU 10%, independentes pela unidade 2%.

E o PS perderia as eleições.

Eu sei que a soma em Política pode dar lugar a subtracções, mesmo assim valeria a pena tentar, ou temos Sócrates por mais 4 anos. 

 

publicado por José Manuel Faria às 10:59

03
Mai 09

publicado por José Manuel Faria às 19:45

 Há um conjunto de indicadores que revelam de uma forma indesmentível o baixo nível de formação académica da população portuguesa. Sabe-se que as taxas de abandono da escolaridade obrigatória (16 anos) são elevadas… Mas saber-se-á qual é o verdadeiro nível dos conhecimentos adquiridos por aqueles que a concluem? Não sei se alguém está em condições de nos dar estimativas fiáveis nesse domínio. Mas, entretanto, os Partidos (todos!) com assento na Assembleia da República parecem ter descoberto uma solução: alargue-se a escolaridade obrigatória até ao 12º ano!

 

Não parece ser fácil criticar uma medida tão generosa. Afinal quem não gostaria que todos os portugueses pudessem frequentar a escola até aos 18 anos? O problema reside precisamente aí: o Estado deve facultar a todos essa possibilidade, mas deverá impor essa aos jovens de 16, 17 e 18 anos que não estejam interessados nisso? Pode tentar fazê-lo, mas que resultados se pensa alcançar com isso? Será eventualmente possível obrigar alguém, contra a sua vontade, a ir para a escola… (Há uns anos atrás obrigava-se os mancebos a ir para a tropa.) Mas duvido que se possa obrigar alguém a estudar e a aprender se não o quiser.

 

Prolongar a obrigatoriedade da escolaridade obrigatória para além dos 16 anos pode (e deve) ser visto como uma limitação abusiva da liberdade individual de jovens com idade para serem responsáveis pelas suas escolhas. O José Manuel Faria já o fez aqui. E, de resto, isso nem sequer se traduzirá necessariamente numa maior aquisição de conhecimentos. Na União Europeia, entre 27 países, apenas em 5 foi adoptada uma medida semelhante. Na Áustria, na Dinamarca, na Suécia, na Finlândia ou na Itália, a escolaridade só é obrigatória até aos 16 anos. Na Suiça, também. Devemos considerá-lo como um sintoma do seu “atraso”? E, comparativamente, pudemos considerar mais “avançados” países como o Togo, a Guatemala, a Moldávia ou o Botão, onde a escolaridade obrigatória foi fixada em 12 anos? Ou será que existem problemas que pura e simplesmente não podem ser resolvidos por decretos deste tipo?

 

A democratização do Ensino é um ponto de honra de qualquer pessoa de Esquerda. Mas isso só pode significar que o Estado deve oferecer a todos aqueles que querem estudar condições efectivas para o poderem fazer. O que, ao nível do Ensino Secundário, significa a concessão de bolsas de estudo aos estudantes das famílias com menos recursos, bem como o alargamento e valorização dos subsídios concedidos para alimentação, livros e transportes. Deixar tudo isso tal como está e, depois, exigir a todos que frequentem a escola durante 12 anos é tentar impôr o impraticável.

 

O caminho que defendo para uma verdadeira democratização do ensino não é o da obrigatoriedade, mas o de uma efectiva gratuitidade.

António Cruz Mendes

publicado por José Manuel Faria às 19:25

 


 

O artigo de José Saramago no DN a defender a expulsão dos militantes agressores de  Vital Moreira, implicando uma apurada investigação do SIS, PJ ou de um Comité interno especialista em procurar militantes arruaceiros não lembra a Jerónimo nem à Direcção do PCP, Bernardino na SICn, ontem, esteve a léguas desta tese.

Saramago foi contra a regionalização, afasta-se, e ainda bem, do endeusamento do regime Castrista quer António Costa na Presidência de Câmara de Lisboa, está portanto do lado dos Renegados (Renovação) Comunistas, Paulo Fidalgo, Carlos Brito ou Cipriano Justo e não lhe acontece nada: reprimenda, inquérito interno, retirada de confiança política ou chamado a explicações na Soeiro Gomes. Saramago é uma prima-dona do PCP, um intocável como Urbano Tavares Rodrigues, os únicos militantes que não obedecem ao centralismo democrático. Por menos, centenas de militantes foram chamados ao funcionário a justificar posições. É o Estatuto!

publicado por José Manuel Faria às 13:39

 Há 22 horas atrás os candidatos da CDU à Câmara e Assembleia Municipal de Vizela foram entrevistados na Rádio Vizela. As suas ideias/ posições/projectos/ambições eleitorais poderiam ser interpretadas ou comentadas por mim ou por outro cidadão qualquer, obviamente.

 

A única que tenho o dever de comentar, é a frase sobre a atitude e comportamento dos Deputados Municipais.

 

António Monteiro disse: “ Não quero teatro na AMV e por isso não falo”.

 

1 – A Assembleia Municipal está longe de ser um Órgão perfeito;

2 – Há populismo, demagogia, ataques e contra-ataques como em todo o lado;

3 – O Presidente de Assembleia por vezes deixa-se ultrapassar pelos acontecimentos, é verdade, só não acontece a quem não joga;

4 – Há 27 Deputados e uma Deputada;

5 – Dos 28 Deputados, há 5 que intervêm: João Polery ( faz falta ) e Vítor Hugo Salgado pelo PS; Francisco Ribeiro e José Abreu pela Coligação PSD/PS, e o do BE, por vezes, João Ilídio Costa, Alcides Campelos e Joaquim Ferreira do PS entram em debate;

6 – Na Assembleia Municipal não há fantoches, há pessoas comuns com as suas virtudes e defeitos;

7 – Os Deputados não são actores de nenhuma peça de Teatro, trata-se de pura realidade e não encenação;

8 – Os Deputados do PCP e do BE têm 2,5 minutos por cada ponto da Ordem de trabalhos. Caso a sessão tenha 6 pontos, isto dá no mínimo 15 minutos;

9 – Caso usem todas as figuras regimentais podem chegar aos 30 minutos (média);

10 – São 5 sessões por ano, por isso 20 por mandato, isto dá 10 horas!

11 – Quem diz que não fala porque só tem 10 horas de tempo!!!

12 – Curiosamente quem afirma que não entra em teatralidades e falta-lhe tempo, concorre novamente ao Órgão;

13 – Há coisas que não lembra ao Diabo!

publicado por José Manuel Faria às 11:05

02
Mai 09

 

 

 O nosso conhecido Sindicalista Adão Mendes anda a desperdiçar vinho:  " atirou  um copo de vinho para cima de uma comitiva socialista que integrava José Sócrates e Vital Moreira", em Melgaço! 

publicado por José Manuel Faria às 22:34

 Por Gabriel Silva

Carvalho da Silva já pediu desculpas.  Embora fosse verdade que «A CGTP não pode responsabilizar-se em pleno pelos actos condenáveis de certas pessoas, porque não foi uma coisa organizada da CGTP», nem assim deixou de assumir que algo correu mal.

No mesmo sentido, faltará que João Proença, o dirigente socialista da UGT faça também o seu mea culpa, tanto mais que nesse caso (que certamente merecerá também «censura de todos os democratas»), estiveram envolvidos não populares, ou cidadãos de passagem, mas um «secretário nacional» da própria organização que se arrogou no direito de decretar «áreas de influência» para subtrair ilicitamente propaganda política.

publicado por José Manuel Faria às 21:35


Este pedido de desculpas ao PS, não chega, querem um Vital crucificado!

publicado por José Manuel Faria às 10:57

 Ainda há dias, e aqui, lembrei o episódio - volto ao exemplo porque os protagonistas são os mesmos: bestas. Então, dizia o juiz, desculpando os violadores e pondo a culpa na turista de minissaia: "Ela foi naqueles preparos para a coutada do macho latino, estava a pedi-las..." Assim foi com Vital Moreira: foi com óculos para uma festa de martelo e bigorna. "Onde é que o senhor andou?", perguntou-lhe um legítimo proprietário do trabalho. Eu, por acaso - por razões de idade e vida -, até sei por onde Vital Moreira andou, ainda quando o 1 de Maio não era para indignações folclóricas. Isto quanto aos factos. Quanto à interpretação dos factos, os filhotes do juiz insinuam que Vital criou "um momento à Marinha Grande" (o da bofetada de um também "indignado trabalhador" a Mário Soares), para ganhar eleições. Tão longe não foi o juiz, nunca insinuou que a turista levou um orgasmo como prémio.


publicado por José Manuel Faria às 10:03

01
Mai 09

 Sondagem: PS mais próximo da vitória nas Europeias


Sondagem da Católica

publicado por José Manuel Faria às 23:45

 

 

Até ao momento nem a CGTP-IN nem o PCP apresentaram qualquer pedido de desculpas a Vital Moreira ou ao PS, o que acentua a nossa indignação e a veemência com que rejeitamos este acto de atropelo dos mais elementares princípios democráticos, declarou o porta-voz socialista, Vitalino Canas.

 

Vitalino  e o PS estão a exagerar o acontecimento no intuito de aproveitar ao máximo a normal indignação de um acto deste tipo,  tentando capitalizar o maior número de votos possíveis. O PCP não pode nem deve pedir desculpas, porque simplesmente não sabe se os agressores são seus militantes. E se forem Alegristas? Anarquistas? Bloquistas? MRPpistas? Fica mal a vitimização a Vital. Ou quer tornar-se um novo Calimero.

publicado por José Manuel Faria às 21:59

 

Hoje, Vital Moreira receberá o epíteto de Mártir e, com isso, colherá uns bons milhares de votos. Esta malta não se lembra da estalada a Mário Soares na Marinha Grande! A indiferença é sempre a melhor táctica política. Não estratégia, isso são outros quinhentos.

publicado por José Manuel Faria às 18:09

 

O que é a pobreza? Defino pobreza como uma situação de carência por falta de recursos. Significa isto que sigo adopto a definição de Alfredo Bruto da Costa[1] e que, portanto, não considero “pobres” aqueles que, possuindo recursos que lhes permitiriam viver dignamente, são carenciados porque não sabem administrar o seu dinheiro, gastando-o onde não devem para depois sentirem a sua falta para o necessário.

 

Quantos pobres existem em Portugal? Cerca de 18% da população portuguesa vive mergulhada na pobreza. A maioria são pessoas que nascem, vivem e morrem na pobreza. Mas, segundo Alfredo Bruto da Costa, que estudou os anos que vão de 1905 a 2001, verifica-se que, nesse período, quase metade da população portuguesa foi pobre durante pelo menos um ano.

 

Quem são as pessoas mais afectadas pela pobreza? Embora a pobreza atinja todas as idades, aqueles que são mais vulneráveis em situações de pobreza são as crianças e os jovens (73%) e os idosos (70%). Grande parte das pensões de reforma são tão baixas que colocam quem as recebe em situação de dependência económica. Se não existem laços de solidariedade familiar ou de vizinhança, estes reformados são facilmente atirados para situações de miséria. Nas mesmas condições, encontram-se as crianças nascidas no quadro de famílias sem recursos ou disfuncionais. São casos de pobreza persistente cuja existência não se encontra necessariamente relacionada com a actual crise económica.

 

Em que medida a crise económica está a contribuir para agravar e alargar situações de pobreza? A crise manifesta-se, antes de mais, no crescimento exponencial do número de desempregados. 8,5% dos trabalhadores portugueses estão inscritos nos Centros de Emprego, mas muitos outros  (sobretudo os desempregados de longa duração) desistiram já de os procurar. No conjunto, é possível que mais de meio milhão de pessoas estejam actualmente desempregadas.

 

Qual é o perfil do desempregado? Na sua maioria, são pessoas com um baixo nível de qualificações académicas e profissionais, mas o desemprego atinge já muitos outros, inclusive jovens licenciados e profissionais qualificados. Verifica-se também que as mulheres são mais atingidas que os homens e que os trabalhadores com mais de 59 anos têm mais dificuldade em conseguir emprego que os mais jovens.

 

Quais são as consequências do desemprego? Para além das consequências de ordem psicológica (perda de auto-estima, angústia em face do futuro), traz consequências económicas evidentes. Recorde-se que cerca de 50% dos desempregados portugueses não são apoiados pelo subsídio de desemprego.

 

Mas há pobres a trabalhar? Sem dúvida. O salário mínimo fica-se pelos 450 euros. Em famílias numerosas, principalmente nos casos onde um dos cônjuges não trabalha, isso pode revelar-se insuficiente, sobretudo se a família está endividada. Recorde-se, ainda, o crescimento rapidíssimo do trabalho precário, afectando sobretudo os mais jovens, que ficam cada vez até mais tarde presos a situações de dependência familiar.

 

A pobreza deve ser considerada como uma violação dos direitos humanos? Uma pessoa com fome não é livre e o Banco Alimentar contra a Fome revelou já que o número de pessoas que tem recorrido aos seus serviços tem vindo a aumentar consideravelmente nos últimos tempos. Mas mesmo quando não somos confrontados com situações de fome, a pobreza condiciona direitos fundamentais. Por exemplo, o estudo de Alfredo Bruto da Costa que citamos revela que a quase totalidade dos pobres portugueses não têm qualquer forma de aquecimento, que quase 40% não possui banheira ou chuveiro e que quase 30% não tem retrete em casa.

 

Podemos falar de um círculo vicioso da pobreza? Sim, porque sabe-se que situações de pobreza estão muitas vezes na origem do insucesso escolar e jovens menos instruídos têm mais dificuldade em encontrar emprego e emprego qualificado. Além disso, casas frias e húmidas, com más condições sanitárias ou uma alimentação menos rica e saudável podem estar na origem de doenças que podem provocar faltas ao emprego ou mesmo a dificuldade em encontrá-lo. Enfim, a falta de dinheiro obriga muitas famílias a poupar nos cuidados de saúde (compra de medicamentos, etc.) o que agrava as circunstâncias económicas decorrentes da doença. A pobreza tende a reproduzir-se. A igualdade de oportunidades é um mito numa sociedade que, à partida, é extraordinariamente desigual.

 

A pobreza é mais grave do que no tempo do Fascismo? A pobreza então era mais persistente e afectava um maior número de pessoas. Reflectia-se de uma forma evidente numa elevadíssima taxa de mortalidade infantil, nos altos índices de analfabetismo, em condições de habitabilidade péssimas (povoações inteiras estavam privadas de electricidade, água e saneamento), a falta de cuidados de saúde atingia largos sectores da população… Uma grande parte da população portuguesa vivia em regiões rurais particularmente deprimidas. E os muito pobres dependiam quase exclusivamente da caridade pública. Em todos estes parâmetros a situação melhorou consideravelmente, mas a pobreza continua longe de ter sido vencida. E acentuaram-se situações de precariedade e de incerteza que podem conduzir famílias que desfrutavam de um relativo bem-estar a resvalar a qualquer momento para situações de dependência e carência. Além disso, as exigências e expectativas actuais em termos de qualidade de vida são legitimamente maiores.

publicado por José Manuel Faria às 17:41

 Ourivesaria Ferreira assaltada por dois encapuzados


 

A onda de criminalidade em Vizela continua: ourivesarias, juntas de freguesia, Capelas, Igrejas, instalações desportivas, Câmara Municipal, habitações e população na rua.

 

A GNR tem poucos efectivos e resguarda-se no Quartel.

 

A Polícia de Segurança Pública ( força de segurança armada) e Polícia Municipal ( força desarmada ), mas com efeitos dissuasores são imprescindíveis para manter o Concelho mais seguro.

 

A Câmara não pressiona o Poder Central. 

publicado por José Manuel Faria às 11:38

 

 As duas centrais sindicais comemoram hoje o Dia do Trabalhador, um pouco por todo o país, em ambiente de festa e de protesto, sob o lema da defesa do emprego ( Lusa).


 - UGT - Em Lisboa http://www.ugt.pt/


 - CGTP - Em Lisboa e http://www.cgtp.pt/images/stories/imagens/2009/04/1demaiode2009.pdf


É difícil perceber. A CGTP é do PCP ( 9%),dizem,  um pequeno partido, e consegue organizar 50 concentrações/manifestações de trabalhadores. A UGT, do PSD/PS ( 70%), e não sai de Lisboa!


Os trabalhadores têm de "abrir os olhos" e observarem quem os defende.

publicado por José Manuel Faria às 10:36

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