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Jan 10

 

 

"Há uma verdade que deve ser dita: Portugal gasta em cada ano muito mais do quroduz.

 

O caminho é estreito, mas existe. E está ao nosso alcance.

Para ele tenho insistentemente chamado a atenção.

O reforço da capacidade competitiva das nossas empresas a nível internacional e o investimento nos sectores vocacionados para a exportação têm de ser uma prioridade estratégica da política nacional.

Sem isso, é pura ilusão imaginar que haverá verdadeiro progresso económico e social, criação duradoura de emprego e melhoria do poder de compra dos salários.

Sem isso, não conseguiremos pôr fim ao crescimento explosivo da dívida externa.

As ilusões pagam-se caras.

Por outro lado, temos de reduzir a ineficiência e a dependência do exterior em matéria de energia.

Assim como temos de alterar a estrutura da produção nacional, no sentido de mais qualidade, inovação e conteúdo tecnológico.

Os dinheiros públicos têm de ser utilizados com rigor e eficiência.

Há que prestar uma atenção acrescida à relação custo-benefício dos serviços e investimentos públicos.

 

As dificuldades que o País enfrenta exigem que os agentes políticos deixem de lado as querelas que em nada contribuem para melhorar a vida dos que perderam o emprego, dos que não conseguem suportar os encargos da prestação das suas casas ou da educação dos seus filhos, daqueles que são obrigados a pedir ajuda para as necessidades básicas da família.

Não é com conflitos desnecessários que se resolvem os problemas das pessoas."

 - Cavaco Silva leu o seu programa de Governo! O PR não ultrapassou as suas competências?

 

 

publicado por José Manuel Faria às 21:44

Concerto memorável no Infante de Sagres: 1980/1981

publicado por José Manuel Faria às 10:36

 A apresentação, discussão e votação do documento – Plano e Orçamento -, é quase sempre o momento de maior responsabilidade dos membros da Assembleia de Freguesia. Ele, tem de ser bem “esmiuçado”: observar medidas prioritárias, comparar com o programa do vencedor, verificar custos, estudar as receitas e confiar ou não na boa vontade da Câmara, relativamente a obras da sua responsabilidade. Este intróito, tem como objectivo, tentar perceber quais foram as razões técnicas, mas principalmente políticas, que levaram as oposições em várias assembleias de Vizela  a votarem em uníssono com o poder. Não esquecer que essa aprovação pode condicionar, e muito, o trabalho político durante um ano da oposição. A Junta pode sempre alegar esse apoio como resposta a críticas futuras, esse sinal de total confiança no executivo dá-lhe capacidade de abraçar e por vezes cavalgar sobre a oposição encostando-a às cordas, e em política quase sempre, o que parece, é. Aposto que esse documento não terá unanimidade nem na Câmara, nem na Assembleia Municipal, sim, são “mundos” diferentes, mas os sinais políticos são idênticos.

publicado por José Manuel Faria às 10:13

Janeiro 2010
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