
SINDICATOS DE PROFESSORES
Fim da prova de ingresso, pelo menos para os professores já em exercício nas escolas.
Carreiras sem barreiras administrativas, ainda que em ritmos diferenciados face ao mérito.
"Bons" com garantia de chegada ao topo em tempo útil, de preferência até aos 36 anos de serviço.
Avaliação diferenciadora, mas com reforço do carácter formativo.
Quotas para as duas classificações mais altas eliminadas.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
Prova de ingresso obrigatória e para a passagem de contratados aos quadros
Carreiras sem divisão (titulares) mas com limites de vagas no acesso ao 3.º, 5.º e 7.º escalões.
"Bons" não tinham garantido o acesso ao topo da carreira antes da idade de reforma.
Avaliação diferenciadora no ritmo de progressão na carreira.
Quotas para o muito bom e excelente até 25% por escola.
O QUE RESULTOU DO ACORDO
Prova de ingresso passa a ser exigida apenas a quem ingressa a partir de agora na profissão. Ou seja: contratados que ainda não tiveram pelo menos uma avaliação de "bom". (Ministério cede) mantêm limitações de vagas no acesso ao 5.º e 7.º escalões salariais, mas estão garantidos até 2013 pelo menos 50% de lugares para o primeiro e 33% para o segundo. (Sindicatos cedem)
"Bons" com bonificação de 0, 5 pontos na avaliação por cada ano sem lugar no 5.º e 7.º escalões. Assim, não ficam mais de três anos "parados" e atingem topo até aos 40 anos de serviço. (Ministério cede)
Avaliação diferenciadora, com promessas de reforço da vertente formativa, do papel do conselho pedagógico e da formação dos avaliadores. Sindicatos esperam mais mudanças. (Compromisso)
Quotas para as avaliações de muito bom e excelente mantêm-se, apesar de os efeitos serem mitigados pelo facto de serem criadas melhores condições de progressão dos bons. (Sindicatos cede)
- Foi aprovado o Documento que o Governo vai usar, sempre, quando os professores reivindicarem. O essencial do que o PS queria está no papel.
- Vamos tentar responder às dúvidas de Paulo Guinote: http://educar.wordpress.com/2010/01/09/duvidas-cvc/