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Fev 10

 

Qual é o vosso filme da década?

publicado por José Manuel Faria às 22:24

 

Uma factura é um documento comercial cuja emissão é, em regra, obrigatória para todos os transmissores de bens ou prestadores de serviços, sendo um elemento essencial para o Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA), na medida em que confere aos adquirentes dos bens ou aos destinatários dos serviços um direito de crédito perante o Estado, que se consubstancia no exercício do direito à dedução do imposto nela incorporado.

 

1 - É dispensada a obrigação de facturação nas operações a seguir mencionadas sempre que o cliente seja um particular que não destine os bens ou serviços adquiridos ao exercício de uma actividade comercial, industrial ou profissional e a transacção seja efectuada a dinheiro:


 - A emissão de facturação obrigatória a todos que adquirem bens ou lhe são prestados serviços, não seria um bom modo de combater a fuga ao fisco, e por consequência aumento de receita do Estado?

publicado por José Manuel Faria às 10:34

 

 

 - Julianne Moore

publicado por José Manuel Faria às 10:08

 

De a 6 de Fevereiro de 2010 às 23:57

 
""Ouvi atentamente o debate, considero-o muito pouco esclarecedor dado que pensava que ia ouvir falar dos planos de pormenor do poço quente e das sedas.
Pelo que percebi, não existe nenhum plano de pormenor para o poço quente nem para as sedas, existe sim, de facto um plano para rentabilizar ao máximo os terrenos do poço quente e os terrenos das sedas.
O debate foi emitido pela rádio, só não ouviu quem não quis, mas os vizelenses que ouviram ficaram sem saber os pormenores que interessavam, tais como:
Qual a área total de cada terreno, qual a área de implantação de cada construção, quantas construções se vão executar e de que tipo.
Por tipo, que altura terá cada construção.
Quais as áreas de construção e aqui apraz-me dizer para os menos esclarecidos que a área de construção não é a mesma coisa que área de implantação.
Quais as áreas verdes de utilização colectiva, qual o índice de construção que a câmara definiu para ambos os loteamentos se é que existem índices de construção para essas zonas, quais as áreas dos arruamentos e passeios, quais as áreas de cedência para infra-estruturas municipais e respectivo local.
A que distância as construções vão ficar da margem do rio, se existe um estudo de impacte ambiental, como se irá resolver a questão do cheiro por vezes nauseabundo que brota da estação de tratamento de águas que está encostada ao Pingo Doce outrora Feira Nova, ficaram sem saber a que distância é que o tão falado hotel vai ficar em relação ao rio e aonde.
Apenas ficaram a saber, que o executivo no poder aceitou fazer o obséquio de debater com a oposição dois planos de pormenor, que na pessoa do Sr. Alberto Machado assume que nem sequer foram executados pela própria câmara. Francamente muito pouco, muito pouco esclarecedor.
Como vizelense sinto-me defraudado, e acima de tudo gozado.
Lamento muito que o presidente do meu concelho, que entre outras “presidências”, assume o pelouro do URBANISMO da nossa câmara, num assunto de extrema importância para a nossa cidade e o qual lhe diz directamente respeito se desvie mais uma vez de debater e até esclarecer/defender os tão falados planos de pormenor e “envie” o seu nº 2 ( expert em questões político-urbanísticas),vereador esse que assume entre outros os pelouros da contabilidade, taxas e licenças , mercado municipal, para esclarecer os vizelenses de um assunto que não é da sua responsabilidade e muito menos da sua competência, sinto-me gozado. 
Curioso, é que na campanha eleitoral escondeu-o bem escondido!!!

Isto é menosprezar não a coligação mas sim os vizelenses, e que eu saiba foram os vizelenses que o colocaram onde está.
É caso para dizer que a partir de hoje com a minha velhinha quarta classe, ganhei o direito de discutir sobre medicina com qualquer um.
Espero bem que não aconteça em Vizela o que aconteceu na cidade do Porto, onde determinado executivo autorizou a construção no parque da cidade entretanto esse executivo mudou e essas construções pararam até hoje, agora imaginem a porcaria que lá está e o prejuízo que a câmara do Porto não terá que suportar..!
Com este meu comentário,pretendo mostrar a minha indignação pela forma leviana como o executivo camarário tem lidado com um assunto tão importante para a nossa cidade...
Hoje fiquei perfeitamente esclarecido mas foi em relação à capacidade do executivo..."

publicado por José Manuel Faria às 09:43

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